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Iniciativa de difusão científica a partir da parceria entre o escritório brasileiro do Telescópio Gigante Magalhães (GMT – Giant Magellan Telescope), o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), a série Mirando as Estrelas divulgou o terceiro episódio sobre o telescópio robótico brasileiro T80-Sul, em operação desde 2017 no Observatório Interamericano Cerro Tololo, no Chile.
O novo vídeo dá continuidade à produção sobre instrumentação astronômica, que lançou seus dois primeiros episódios no segundo semestre de 2024, e é exibido no canal do projeto GMT Brasil, no YouTube. Assista ao episódio neste link.
Possuindo uma abertura de 80 centímetros e a capacidade de operar sem uma equipe de astrônomos no local, o T80-Sul realiza o mapeamento fotométrico do Hemisfério Sul, 70% concluído. Entre os objetos celestes observados estão galáxias, estrelas e asteroides.
O objetivo da série Mirando as Estrelas, com realização da TV Univap e apoio do Laboratório Nacional de Astrofísica, é apresentar a história da instrumentação astronômica no País e quais são os principais projetos nacionais e internacionais que contam, atualmente, com a participação de cientistas, engenheiros e técnicos para o design e desenvolvimento tecnológico brasileiros de ponta para os telescópios mais importantes da atualidade.
A lista de convidados inclui pesquisadores renomados de algumas das maiores instituições de pesquisa do Brasil, incluindo Claudia Vilega Rodrigues (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais-Inpe); Bruno Vaz Castilho e Dr. Luciano Fraga (Laboratório Nacional de Astrofísica – LNA); e Claudia Mendes de Oliveira, Laerte Sodré Jr. e Rafael Ribeiro (IAG-USP).
Mapeamento S-PLUS
Outro projeto do GMT é o mapeamento Southern Photometric Local Survey (S-Plus), coordenado pela professora Claudia Mendes de Oliveira, do IAG. Em outubro de 2024, foi anunciado o Science Hunters, um projeto on-line de ciência cidadã, no qual voluntários — chamados de “caçadores de estrelas” — ajudam a classificar os objetos celestes já encontrados. Atualmente mais de 1.300 pessoas contribuíram para a classificação de mais de 1 milhão objetos. Para saber mais acesse o site oficial.
Projeto GMT
Desde 2014, o consórcio GMTO conta com um investimento de 50 milhões de dólares, o que equivale a 4% do tempo de operação anual do telescópio para cientistas do estado de São Paulo.
A equipe brasileira possui mais de 70 profissionais de diversas áreas, incluindo professores, consultores, técnicos e bolsistas, que formam o escritório GMT Brazil Office (GMTBrO), atualmente liderado pelo IAG-USP. Participam também desta equipe professores e colaboradores do Instituto de Física e da Escola Politécnica da USP, do Instituto Mauá de Tecnologia, do Instituto de Física da Universidade de Campinas (Unicamp), da Universidade do Vale do Paraíba (Univap), entre outros. Eles estão diretamente envolvidos no design e na produção de instrumentos astronômicos que serão utilizados no telescópio GMT.
Mais informações no site https://www.gmt.iag.usp.br/ ou nas redes sociais do YouTube, Facebook, Instagram e Twitter.
Veja abaixo o terceiro episódio da série Mirando as Estrelas:
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*Texto: Assessoria GMT Brasil

























