Já a Universidade Johns Hopkins anunciou no início de março que iria demitir mais de 2 mil pessoas em função de um corte de US$ 800 milhões em financiamento do governo federal para projetos de pesquisa que são conduzidos pela instituição, dentro e fora dos Estados Unidos. Nesse caso, os recursos eram oriundos da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (Usaid, em inglês) que foi quase que completamente desmontada pelo governo Trump, sob o argumento de que ela era permeada de fraudes e liderada por “lunáticos da extrema esquerda”. Cerca de metade do orçamento operacional da Johns Hopkins provém de verbas federais de apoio à pesquisa, segundo reportagem do jornal The New York Times. A universidade, que é referência mundial em pesquisas biomédicas, recebe cerca de US$ 1 bilhão por ano em financiamento do NIH e está conduzindo cerca de 600 estudos clínicos, segundo a reportagem.


























