Ciências

Veja, nas reportagens a seguir, como pesquisadores estudam e analisam os mais variados espectros de um evento complexo como os Jogos Olímpicos

Ciência mostra por que devemos ficar otimistas sobre desempenho brasileiro nos esportes de combate

Cientistas desvendam a física por trás da performance dos atletas

Livro retrata a “grande aventura” de ser atleta olímpico no Brasil

Pesquisa ajuda a aperfeiçoar treino para exercício entre os mais difíceis da ginástica artística

Livro analisa panorama nacional e aponta políticas públicas chave na formação de atletas

Ex-aluno da USP conta sua trajetória até chegar à arbitragem da Rio 2016

‘Hot site’ destaca presença da Escola de Educação Física e Esporte nos jogos

Estudos sobre efeitos do treinamento mostram que “genética favorável” não é tudo no esporte

Carreiras de atletas de alto rendimento devem ser vistas de forma global, avalia especialista

Cedo demais: especialização esportiva precoce desestimula continuidade na carreira de ginastas

 

Cidade Universitária recebe atletas olímpicos

O Cepeusp foi escolhido para aclimatação dos atletas olímpicos e paralímpicos

Uma profusão de verde, árvores frondosas, gramado aparado, cercas pintadas, trilhas pavimentadas, diversas flores dando um toque colorido, tudo bem cuidado e arrumado com carinho em 514.244 metros quadrados da Cidade Universitária, em São Paulo. É este cenário que os 150 atletas e equipes de apoio das delegações da China, França, Itália e Rússia encontrarão quando entrarem no Centro de Práticas Esportivas (Cepeusp) da USP durante o processo de aclimatação para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

Leia a reportagem completa

Foto: George Campos / USP Imagens

 
 

Claudio Tozzi pinta as cores
dos jogos olímpicos

O artista e professor da USP é um dos 13 pintores brasileiros indicados para criar pôsteres que celebram a Olimpíada do Rio de Janeiro.

Heróis e mitos crepusculares
Usain Bolt e Michael Phelps

 
Mas o que um atleta precisa realizar para tornar-se um mito? Aliás, é possível estendermos a caracterização do mito para a esfera do esporte?

 

Logotipos olímpicos

Uma das mais fortes identidades visuais de uma olimpíada, além dos icônicos cinco anéis entrelaçados, é o logotipo oficial que cada cidade-sede apresenta. Pode-se até, eventualmente, questionar o design escolhido, mas uma coisa é certa: aquela marca fica para a posteridade. Mas nem sempre foi assim. As primeiras imagens relacionadas aos Jogos Olímpicos tinham formato de cartazes e eram adaptações de outras ilustrações. O cartaz dos jogos de Atenas, de 1896, por exemplo, era a reprodução da capa do relatório oficial daqueles que seriam os primeiros jogos da Era Moderna. Foi só a partir dos Jogos de Paris, em 1924, que os logotipos passaram a ser oficiais e ganharam a visibilidade e o design estiloso que têm até hoje. Confira abaixo os logotipos de todas as olimpíadas.

 

Revista USP discute as Olimpíadas sob vários pontos de vista

A edição 108 da Revista USP – lançada no dia 16 de julho, em evento realizado no Teatro Eva Herz da Livraria Cultura, em São Paulo – traz o dossiê “Jogos Olímpicos”, com dez artigos de professores da USP e de outras universidades, que analisam as Olimpíadas sob diversos pontos de vista.

Segundo o idealizador e organizador do dossiê, professor Flavio de Campos, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, “o intuito, ao reunir esses dez artigos, foi o de apresentar significações variadas, não apenas para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, mas, também, para as dimensões dos esportes e das competições em nosso mundo contemporâneo, que alguns já chegaram a definir como sociedade lúdica”. A Revista USP é uma publicação trimestral da Superintendência de Comunicação Social (SCS) da USP.

O editor da Revista USP, Francisco Costa, ressalta que o dossiê aborda o tema dos Jogos Olímpicos das formas “mais prazerosas e diferentes possíveis”. Ele destaca que há espaço, inclusive, para os Gay Games, o maior evento esportivo voltado para a comunidade LGBT, realizado desde 1982.

Além disso, na nova edição da Revista USP, o leitor encontra artigos sobre as relações entre política e as Olimpíadas, o futuro do Comitê Olímpico Internacional (COI), os projetos urbanísticos e a cobertura midiática brasileira em relação à Olimpíada do Rio de Janeiro, as Paralimpíadas, doping, machismo e a participação feminina nos jogos.

Nos textos a seguir, o Jornal da USP mostra algumas das principais ideias expostas em cada artigo publicado no dossiê “Jogos Olímpicos”, da nova edição da Revista USP.

 

Atualidades

Em entrevistas exclusivas à Rádio USP, especialistas discutem aspectos dos Jogos Olímpicos do Rio, como segurança, saúde e desempenho esportivo

Ministério do Esporte terá um grande desafio com os Jogos Olímpicos

Jogos Olímpicos, ideia de Cidadania Global

Lesões, ameaça permanente na vida dos atletas olímpicos

Professora da USP vê com cautela participação brasileira na Olimpíada

Ministério da Saúde distribuirá preservativos na Vila Olímpica

Especialistas analisam ações terroristas e soluções possíveis

Professor avalia riscos de atentados na Olimpíada depois dos recentes ataques internacionais

USP recebeu delegações internacionais da Olimpíada em São Paulo

 

Por que estudar
os jogos?

O professor Flavio de Campos, do Departamento de História da FFLCH - USP mostra como estudar os jogos pode nos ajudar a entender a sociedade.

Olimpíadas e
inclusão social

As Olimpíadas são um dos maiores eventos esportivos do planeta. Mas será que são inclusivas? Pesquisadores que trabalham com esporte apresentam diferentes visões.

 

Tochas olímpicas

Apesar de ser uma tradição que remonta aos primórdios dos jogos olímpicos na Grécia Antiga, a chama olímpica não ressurgiu imediatamente quando as Olimpíadas modernas começaram. Apenas em 1928, nos Jogos de Amsterdã, é que uma pira olímpica foi acesa – e, mesmo assim, por um funcionário da companhia elétrica local. A primeira vez que a chama olímpica ganhou um suporte para transportá-la até a pira foi em Berlim, em 1936, com a tocha sendo levada desde Olímpia até a capital alemã em um revezamento no qual participaram cerca de 3 mil atletas. A partir daí, a entrada da tocha olímpica no estádio e o acendimento da pira se tornaram o ápice da festa de abertura dos jogos, uma forma de se fazer lembrar a frase do Barão de Coubertin: "Que a Tocha Olímpica siga o seu curso através dos tempos para o bem da humanidade cada vez mais ardente, corajosa e pura". Veja agora a evolução do design da tocha olímpica ao longo dos anos.