Lesões, ameaça permanente na vida dos atletas olímpicos

Na rotina de treinamentos, ou mesmo competindo, os atletas olímpicos estão sujeitos a lesões de maior ou menor gravidade

Por - Editorias: Atualidades, Rádio USP
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Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Foto: Marcos Santos/USP Imagens

A proximidade do início dos jogos olímpicos, que acontecem em agosto, no Rio de Janeiro, mobiliza o noticiário da mídia, que tem dado amplo destaque à competição. A Rádio USP não poderia deixar de participar das discussões em torno de um evento dessa natureza, as quais devem se acirrar de agora em diante.

A jornalista Simone Lemos conversou com Felipe Hardt, especialista em medicina do exercício e do esporte da USP, sobre um assunto que, embora menosprezado quando se fala em Olimpíadas, está sempre presente na vida dos atletas: as lesões, que podem ser incapacitantes a ponto de retirá-los das disputas.

Hardt classifica as lesões que costumam acometer os atletas em dois grandes grupos: as macrolesões,  graves a ponto de afastar os esportistas das competições, e as lesões de sobrecarga, bastante prevalentes, e que costumam acometer os tendões, por exemplo. Hardt também aborda a questão do tratamento dessas lesões, uma vez que existem substâncias que não podem ser administradas, sob risco de serem encaradas como doping.

Como especialista em medicina esportiva, o entrevistado foi escalado para acompanhar atletas de basquete masculino, rugby e polo aquático.

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