USP ocupa 10º lugar entre as melhores universidades do Brics

Ranking traz desempenho de universidades dos países emergentes que integram o Brics, sigla de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul

Por - Editorias: Universidade
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Praça do Relógio - Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Praça do Relógio – Foto: Marcos Santos/USP Imagens

No dia 19 de julho, a organização britânica de pesquisa em educação Quacquarelli Symonds divulgou o “QS University Rankings: Brics 2016”, com a lista das melhores universidades dos cinco países emergentes que integram o Brics, sigla de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. A USP ficou em 10º lugar e é a universidade brasileira com a melhor colocação. Em 2015, a Universidade ocupou o nono lugar.

A segunda instituição brasileira a aparecer na lista é a Unicamp, na 12ª posição, seguida da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 29ª. A Universidade Estadual Paulista (Unesp) ficou em 36º lugar; a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em 45º; e a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e a Universidade Federal de Rio Grande do Sul (UFGRS) dividem a 46ª posição. O ranking completo está disponível aqui.

Em primeiro lugar no ranking está a Tsinghua University, que fica localizada em Pequim (China). Além de ocupar o topo da lista, a China ainda possui outras seis universidades entre as dez primeiras colocações.

Para compor o ranking são avaliados os itens: reputação acadêmica (30% da nota) – pesquisa com professores sobre as universidades que estão produzindo o melhor trabalho em sua área de especialização acadêmica; reputação do empregador (20%) – entrevistados identificam as instituições em que preferem recrutar; relação do corpo docente / aluno (20%) – relação entre docentes em tempo integral e alunos matriculados; artigos por docente (10%) – número de artigos publicados por docente na base de dados Scopus; proporção de docentes com doutorado (10%); citações por artigo (5%) – utiliza a base de dados Scopus com o número médio de citações por artigo publicado; professores estrangeiros (2.5%) – calcula a proporção de docentes da universidade que são de outra nacionalidade; alunos estrangeiros (2.5%) – alunos estrangeiros (2.5%) – calcula a proporção de alunos intercambistas.

 

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Quacquarelli Symonds

Publicado desde 2013, o QS University Ranking Brics acompanha o progresso das universidades do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, países que compõem o Brics. Nesta edição de 2016, foram listadas 250 universidades, sendo 54 delas brasileiras.

O ranking é uma variação do QS World University – que avalia mais de 3 mil universidades do mundo e no qual a USP ocupa a 143ª posição. No QS Latin America, publicado em junho, a Universidade ocupa a primeira posição.

Em outro ranking da organização – o QS Rankings by Subject, publicado em março –, a USP ficou entre as 50 melhores do mundo em seis das 42 áreas de concentração avaliadas: Odontologia (9ª posição); Agricultura e Silvicultura (26ª); Antropologia (34ª); Engenharia de Minérios e Minas (36ª); Ciência Veterinária (36ª); e Arquitetura (37ª).

Com informações da Assessoria de Imprensa da USP

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