USP integrará rede internacional de estudos sobre economia circular

O objetivo do convênio é realizar a transição para uma economia mais sustentável

Por - Editorias: Universidade
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A USP e a Fundação Ellen MacArthur (EMF) celebram oficialmente convênio no dia 5 de setembro, às 9 horas, no campus de São Carlos, para desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extensão visando à transição da economia circular no Brasil e na América Latina.

Ao lado de outras seis importantes universidades do mundo, a USP fará parte do grupo Pioneer University formando uma rede internacional de instituições de ensino superior dedicada a essa temática.

Participam do evento: Ken Webster, pesquisador líder da EMF e membro honorário da Cranfield Unviersity e da Escola de Negócios da University of Bradford, na qual é um importante contribuinte para seu Programa de MBA Innovation, Enterprise and the Circular Economy; e, pela USP, o vice-reitor, Vahan Agopyan; o pró-reitor de Pós-Graduação, Carlos Gilberto Carlotti Jr; o pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária, Marcelo de Andrade Romero; o presidente da Agência USP de Cooperação Acadêmica Nacional e Internacional (Aucani), Raul Machado Neto; o diretor da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, Paulo Sergio Varoto, entre outros.

Logo após a solenidade, às 10 horas, Webster apresentará o Seminário Internacional de Economia Circular, com duração prevista até as 12 horas. Na parte da tarde, ele dará início ao Workshop sobre Economia Circular, o qual será constituído de diversas etapas que se estenderão até o final de terça-feira, dia 6. Todas as atividades serão ministradas em língua inglesa.

Economia circular

O atual modelo econômico linear “extrair, transformar, descartar” chegou ao seu limite. A economia circular tem o objetivo de manter produtos, componentes e materiais em seu mais alto nível de utilidade e valor o tempo todo, pois, por princípio, é regenerativa e restaurativa. Ela consiste em um ciclo de desenvolvimento positivo contínuo que preserva e aprimora o capital natural, otimiza a produção de recursos e minimiza riscos sistêmicos, administrando estoques finitos e fluxos renováveis.

O conceito distingue os ciclos técnicos dos biológicos, por exemplo: enquanto um aparelho eletrônico pode ser concebido e construído a partir da ideia de que sua destinação final será a desmontagem e reciclagem pelo próprio fabricante, eliminando o descarte incorreto e os problemas que poderiam surgir a partir dele, um hortifruti pode ser vendido em embalagens produzidas com material biodegradável, as quais poderão tornar-se nutrientes para o solo, no qual serão produzidos novos alimentos. Dessa forma, a economia circular pode funcionar de forma eficaz em qualquer escala.

Da Assessoria de Comunicação da EESC

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