USP em São Carlos recebe expedição MundoMaker

Expedição busca propiciar a experiência da aprendizagem criativa

Por - Editorias: Universidade
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“Como inspirar pessoas para um novo olhar para a educação. Principalmente motivar os professores a se perguntarem o que fazer para que nossos alunos aprendam melhor.” Esses são os principais objetivos da Expedição MundoMaker, de acordo com o responsável pela iniciativa, Fábio Zsigmond. Até o final de agosto, a expedição deve completar 77 dias percorrendo escolas e espaços públicos de 16 cidades e oito estados do País.

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O projeto desenvolve aulas nas áreas de engenharia, informática e robótica com crianças e jovens –  Foto: José Braz

São Carlos foi a primeira cidade visitada pela expedição no mês de junho. No dia 14, ela esteve no Centro de Divulgação Científica e Cultural (CDCC) e no dia 15 visitou o Projeto Semente, que atende 70 crianças, no Campus 1, ambos da USP. Esse projeto desenvolve aulas nas áreas de engenharia, informática e robótica com crianças e jovens do Projeto Pequeno Cidadão, que oferece atividades de complementação escolar e contribui para o desenvolvimento de cidadãos socialmente responsáveis.

O professor Sérgio Ferreira foi o responsável pela iniciativa de trazer a MundoMaker ao CDCC, onde cerca de 150 crianças participaram da expedição. A ideia nasceu a partir de um sonho de trazer para o universo das crianças e jovens a alfabetização digital por meio de projetos, dando um novo significado para o brincar com muita mão na massa e criatividade.

Maria Fernanda Macoppi Pertolino, 11 anos, demonstrou-se bastante empolgada em participar da iniciativa no CDCC: “Trabalhamos com aplicativos que achei que seria muito difícil, mas vi que não é tanto assim e conseguimos, junto com outros da minha equipe, fazer a tarefa proposta sozinhos”.

Zsigmond ressalta que “o educador da MundoMaker não é aquele que fica respondendo às perguntas feitas pelos alunos, ele é muito mais um mediador que responde às perguntas com novas indagações, para que o aprendiz encontre as respostas e, assim, aprenda efetivamente; essa é uma das grandes diferenças”.

Para Juliana Viviane Piccin, professora do Colégio Cecília Meireles há 25 anos, a participação na expedição foi muito importante. “Nossos alunos estão muito acostumados a fazer uso de toda a parte de informática, que foi criada por alguém; agora têm consciência de que eles mesmos podem construir algo com as informações obtidas e usar isso para a vida deles”, destaca.

A aprendizagem criativa é fundamentada em quatro pilares: aprendizagem baseada em projetos, peer learning (aprendizagem em pares), paixão e brincar. Essa expedição propõe inspirar as pessoas a mudar a prática de ensino, “pois para se chegar a um resultado diferente é preciso fazer isso de uma forma diferente”, finaliza Zsigmond.

As próximas localidades a serem visitadas pela expedição estão disponíveis no site da MundoMaker.

 Assessoria de Comunicação da Prefeitura do Campus de São Carlos

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