Museu do Ipiranga quer ouvir educadores de museus para reformular ações educativas

Pesquisa on-line busca mapear referenciais teóricos nessa área para repensar formas de relações com visitantes e públicos de museus

Pesquisa pretende mapear ação de educadores de museus – Foto: Divulgação / PRCEU via Giro Cultural

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Passando por obras de restauro, ampliação e modernização, o novo Museu do Ipiranga tem previsão de inauguração marcada para setembro de 2022. Enquanto isso, a equipe do museu já planeja exposições e formas de receber o público. E uma das áreas mais importantes nesse processo é a de ação educativa, fundamental no estabelecimento de novas relações com os visitantes e o público de museus.

O Museu do Ipiranga disponibilizou uma pesquisa on-line para saber a opinião de educadores e pessoas que atuam na área educativa de museus para realizar um mapeamento de referenciais teóricos para educação nestas instituições. O objetivo é contribuir com o processo de reformulação dessa área. A pesquisa, entre várias questões, pretende saber quais princípios norteiam o trabalho do educador, como ele aplica os conceitos na prática e obras de referência utilizadas na formação pessoal. Também, a pesquisa busca saber quais as expectativas com relação à reabertura do museu e se há interesse do pesquisado em participar de uma roda de conversa on-line na última semana de agosto.

Para participar, os educadores interessados devem acessar a pesquisa Educação em Museus e responder as questões neste link.

Sobre o Museu do Ipiranga

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Inaugurado em 7 de setembro de 1895 e integrado à USP em 1963, o Museu do Ipiranga está fechado para visitação do público desde 2013, por conta da necessidade de obras de restauração e modernização. O restauro e a modernização do edifício histórico começaram após as comemorações de 7 de setembro de 2019.

A obra é patrocinada via Lei de Incentivo à Cultura e deve custar cerca de R$ 139,5 milhões, custeada pelas empresas: Banco Safra, Bradesco, Caterpillar, Comgás, Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), EDP, EMS, Honda, Itaú, Vale, Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e Pinheiro Neto Advogados, além da parceria da Fundação Banco do Brasil e da Caixa.

O planejamento das futuras exposições já está em andamento e inclui a abordagem de questões históricas ligadas à formação da nação brasileira, a disputa de territórios, a paisagem urbana e os ambientes doméstico e do trabalho, com itens do próprio acervo e também emprestados de outras coleções.

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