Em Ribeirão Preto, pesquisas da USP precisam de voluntários

Estudos da Faculdade de Medicina estão relacionados à depressão, obesidade e identificação humana

Por - Editorias: Universidade - URL Curta: jornal.usp.br/?p=159857
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A Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP precisa de voluntários para pesquisas
. Veja abaixo os requisitos para cada uma das pesquisas e como se inscrever.

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Identificação humana

O Departamento de Patologia e Medicina Legal da FMRP precisa de voluntários do sexo masculino, com idade entre 29 e 34 anos, com nacionalidade brasileira e dentes caninos inferiores intactos para pesquisa que busca correlacionar as medidas dos caninos inferiores com o sexo e a idade, para ajudar nas perícias de identificação humana.

As medidas para a pesquisa demoram apenas cinco minutos e as coletas serão realizadas entre os dias 16 e 18 de abril. Para participar é preciso enviar e-mail para vigorito.lu@gmail.com ou ligar para (27) 9229-4940.

A pesquisa é da mestranda Luciana Vigorito Magalhães, do Departamento de Patologia e Medicina Legal, orientada pelo professor Ricardo Henrique Alves da Silva da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (Forp) da USP.  A coleta será na Forp, Av. do Café, s/nº, campus da USP em Ribeirão Preto.

Mais informações: (27) 9229-4940 ou e-mail vigorito.lu@gmail.com

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Quelato de cromo no organismo

A pesquisa para verificar o porcentual de aproveitamento do quelato de cromo no corpo humano avaliará a composição corporal, o consumo alimentar e os parâmetros bioquímicos. O quelato de cromo é um mineral essencial, não produzido pelo organismo humano, que é absorvido pelo corpo por meio de alimentos como a gema de ovo, a vagem, café e cereais.

O estudo precisa de voluntários de ambos os sexos, com idade entre 20 e 40 anos, com Índice de Massa Corporal (IMC) entre 18,5 a 24,9 que não apresentem problemas de saúde relevantes. Para calcular o IMC, basta dividir o peso pela altura ao quadrado.

O estudo é orientado pelo professor Anderson Marliere Navarro e os interessados devem entrar em contato com a pesquisadora Niara Ulhoa Faria pelo telefone/WhatsApp (16) 98266-3131, de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas, ou pelo e-mail niaraulhoa@hotmail.com

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Efeitos da noz-pecã na obesidade

A pesquisa para avaliar os efeitos da noz-pecã na saúde de adultos com obesidade, precisa de voluntários com idade entre 20 e 59 anos, de ambos os sexos, com Índice de Massa Corporal (IMC) maior ou igual a 30, sem outros problemas de saúde relevantes. Para calcular o IMC, basta dividir o peso pela altura ao quadrado.

A pesquisa também realizará avaliação da composição corporal, o consumo alimentar e exames laboratoriais e terá duração de cerca de três a quatro encontros perante agendamento.

O estudo é orientado pelo professor Anderson Marliere Navarro e, quem se interessar, deve entrar em contato com a pesquisadora Daniela Takaara, pelo telefone/WhatsApp (16) 991530231 ou pelo e-mail danii.taka@gmail.com.

A avaliação e os exames serão realizados no Hospital das Clínicas da FMRP, no campus da USP em Ribeirão Preto, situado na Av. Bandeirantes, 3.900.

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Depressão

O programa de pós-graduação em Saúde Mental busca voluntários para o Projeto CBD-Depressão, que vai avaliar os efeitos agudos centrais do canabidiol em dose única por meio de neuroimagem funcional e sobre o reconhecimento de emoções faciais em pacientes com transtorno depressivo maior.

Os interessados devem ter diagnóstico de Transtorno de Depressão Maior, idade entre 20 e 50 anos, e Índice de Massa Corporal (IMC) entre 18 e 30. O IMC se mede dividindo o peso pela altura ao quadrado. Não podem estar tomando antidepressivos, ter outra doença ou transtorno, ter claustrofobia, fazer uso de cigarros (ou ter parado há um mês) ou substâncias ilícitas, possuir aparelho dental fixo ou implantes de metais no corpo. Mulheres não podem estar grávidas.

Os voluntários passarão por uma entrevista com psiquiatra para diagnóstico, na qual haverá uma explicação sobre a pesquisa, o termo de consentimento e irá preencher um questionário clínico e uma ficha para cadastro na pesquisa. Os selecionados terão que comparecer ao Hospital das Clínicas da FMRP em dois domingos, das 7h30 às 11h30, com intervalo de 14 dias.

Nos dois dias de testes, serão realizados exames de urina e avaliação psicológica, e receberão uma dose do medicamento. Logo após, farão tarefas de reconhecimento de expressões faciais de emoções, ressonância magnética sem contraste e coleta de sangue.

O estudo é de Luana Gonçalves Zamarrenho, com orientação do professor José Alexandre de Souza Crippa. Os interessados devem se inscrever pelo e-mail: projeto.cbd.depressao@gmail.com. Mais informações: projeto.cbd.depressao@gmail.com

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Gás do riso

Pesquisadores precisam de voluntários para estudar o efeito do óxido nitroso, anestésico também conhecido como “gás do riso”, em pacientes com Transtorno Depressivo Maior que não melhoraram com o uso de medicamento antidepressivo.

Para participar, os interessados devem apresentar diagnóstico de depressão, ter de 18 a 65 anos de idade, devem estar usando medicamento antidepressivo e, mesmo com o tratamento, manter sintomas depressivos. Devem também respirar bem pelo nariz.

Não podem ter deficiência de vitamina B12, doença pulmonar, dependência de álcool ou de drogas ilícitas, esquizofrenia, transtorno bipolar, outros transtornos psicóticos. Para mulheres, também não podem estar gestantes ou amamentando.

Os voluntários passarão por entrevista de triagem e farão exame de sangue. Os selecionados devem participar de oito sessões experimentais que serão com o óxido nitroso a 50% ou com o placebo. As sessões são realizadas duas vezes por semana (duração média de três horas cada) ao longo de quarto semanas seguidas.

Além da administração do medicamento ou do placebo, o participante responderá a escalas de avaliação de sintomas psiquiátricos. O estudo é de responsabilidade da pós-graduanda Mara Rocha Crisóstomo Guimarães, do Programa de Saúde Mental da FMRP, sob orientação do professor João Paulo Machado de Sousa. As inscrições devem ser feitas pelo e-mail mrcrisostomo@usp.br.

Vitor Neves e Maria Julia Petroni, de Ribeirão Preto

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