Disciplina de engenharia tem a participação de empresa durante as aulas

Os estudantes têm a oportunidade de vivenciar a profissão e ter contato com situações reais do mercado de trabalho

Por - Editorias: Universidade
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Alunos do curso de Engenharia de Produção da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP apresentaram os trabalhos finais da disciplina Gestão da Mudança, ministrada pelo professor do Departamento de Engenharia de Produção (SEP), Mateus Cecílio Gerolamo, em parceria com a empresa EY, antiga Ernst & Young.

Banca de avaliação com profissionais da EY e professores da EESC | Foto: Mateus Gerolamo
Banca de avaliação com profissionais da EY e professores da EESC –  Foto: Mateus Gerolamo

Ao iniciar o semestre, o docente e os profissionais da EY – coordenados pelo gerente da área Gestão de Conhecimento, Leandro Loss – desenvolveram um trabalho criativo de “colocar suas experiências na mesa”, projetando um caso fictício baseado em suas vivências profissionais. Como resultado, surgiu o case de transformação organizacional de uma empresa do setor sucroenergético denominada “Demerara”.

O caso relatou uma crise de sucessão da empresa após a mudança de comando de pai para filho, os quais possuem perfis de gestão diferentes, somada às dificuldades no contexto da crise econômica. Ao tomarem conhecimento, os estudantes foram desafiados a aplicar as competências aprendidas durante o curso para ajudar a organização a superar a crise e definir um plano de recuperação. “Eles precisavam mapear quais os elementos dessa mudança de geração e de liderança precisavam ser trabalhados para a continuidade do negócio”, explicou Loss.

No dia 21 de junho, as equipes apresentaram as alternativas de resolução do caso para a banca avaliadora, formada por Loss, pelo gerente sênior da área Supply Chain, Fabrizio Passari, pelo gerente da área Supply Chain, Otávio Tosi e pela membro da equipe de Talent, Carolina Negretti, além dos professores do SEP Henrique Rozenfeld e Janaina Costa.

Segundo Passari, ao ver as soluções apresentadas foi possível constatar que o case proporcionou uma experiência de consultoria aos alunos e os aproximou mais da realidade do mercado de trabalho. “Foi uma experiência bem legal, pois existe a troca de visão no embasamento teórico dado pelo professor em sala de aula e o embasamento da indústria na prática, sendo que ambos se complementam. Eles encontraram várias soluções para o mesmo tipo de problema e soluções que nem haviam sido abordadas em sala de aula”, destacou.

O professor comentou que “esse tema é atual e relevante para pesquisa, além de ser de grande interesse para a EY, o que culmina em iniciativas de ensino e beneficia os participantes do curso, colocando-os em contato com situações bastante reais no contexto de sua profissão. Além disso, nossos futuros engenheiros ganham visibilidade e mais oportunidades profissionais tendo ‘os olhos do mercado de trabalho’ dentro da sala de aula”.

Assessoria de Comunicação da EESC 

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