Crianças e jovens se prepararam para Olimpíada Brasileira de Robótica

Mais de 100 estudantes dos ensinos fundamental e médio de escolas públicas e privadas participaram do curso preparatório oferecido pelo ICMC, em São Carlos

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Durante todo o mês de abril e na primeira semana de maio, mais de 100 estudantes dos ensinos fundamental e médio de escolas públicas e privadas participaram do curso preparatório para a Olimpíada Brasileira de Robótica, oferecido pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos, com o apoio do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI).

O curso foi dividido em quatro sábados e teve como objetivo fornecer aos alunos os conceitos básicos necessários para tornar mais competitivas as equipes que participarão da Olimpíada. “A OBR é pensada para crianças de todos os níveis e aceita todos os tipos de kits de robótica”, contou Adam Moreira, doutorando do ICMC e um dos árbitros da OBR. Além do CeMEAI e do ICMC, o Centro de Robótica de São Carlos (CRob) também colaborou com o curso, que deixou os alunos bastante animados.

Veja no vídeo como foram as aulas:

“Eu estou achando bem legal. É um conteúdo de robótica que a gente nunca viu na escola e é bem interessante”, destacou Igor Gonçalves, de 13 anos. O curso também foi novidade para Mateus Muniz, 8. “É uma coisa que eu nunca fiz, é nova para mim e bem legal”, disse.

A professora Roseli Romero, do ICMC, é a organizadora do curso. A pesquisadora do CeMEAI comemorou o crescimento do evento desde a primeira edição. “Já é o terceiro ano que nós estamos organizando tanto o curso preparatório quanto a regional da OBR em São Carlos. E cada ano a gente tem recebido mais equipes. No primeiro ano, nós tivemos 90 equipes participando. No ano passado, o número subiu para 200 equipes e, neste ano, esperamos mais equipes participando da nossa regional”, comentou Roseli.

A organizadora do curso destacou ainda a animação dos estudantes durante o curso e a importância das aulas para o desenvolvimento dos alunos. “A criançada fica muito empolgada, e isso também nos motiva bastante a continuar realizando esse tipo de iniciativa, porque os alunos aprendem muito. Aprendem noções de hardware, como montagem do robô, conhecimentos dos diversos tipos de sensores existentes, e programação. Eles aprendem conceitos de lógica e isso é muito importante para o desenvolvimento do raciocínio como um todo. Então, o curso acaba ajudando em outras disciplinas da escola”, finalizou.

Leonardo Zacarin / Assessora de Comunicação do CeMEAI

Rádio USP

A professora Roseli Romero também conversou com a repórter Marcia Avanza, da Rádio USP, sobre a expansão que o ensino de robótica vem ganhando no Brasil e sobre o desenvolvimento das atividades nas escolas. Ouça a seguir:

 

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