USP Diversidade quer mapear população LGBTQIA da Universidade

Objetivo é desenvolver ações que garantam direitos humanos e redução da violência por discriminação

Por - Editorias: Comunidade USP
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Atualizado em 18 de abril de 2017, às 9h51

A Liga de Estudos de Gênero e Sexualidade (Legs) está apoiando a divulgação dos questionários – Foto: Reprodução/ Facebook/Legs

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Mapear a população de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, queer, intersexuais, assexuais (LGBTQIA) da USP e também casos de violência causados por intolerância à diversidade, seja ela de gênero, racial, religiosa ou sexual. Esse é o objetivo do projeto chamado Diversidade Mapeada criado pelo USP Diversidade, vinculado ao Núcleo de Direitos da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU).

Como parte desse projeto, dois questionários foram criados, voltados para toda a comunidade USP e os dois, sobre gênero e violência, podem ser respondidos on-line. Vale ressaltar que a participação é anônima, sem a necessidade de identificação.

A partir do resultado desses questionários, a ideia é colocar em prática ações do programa USP Diversidade que garantam os direitos humanos e a redução da violência, discriminação e desigualdade na Universidade.

A Liga de Estudos de Gênero e Sexualidade (Legs), da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP, está apoiando a divulgação dos questionários.

A Legs foi criada para debater questões de sexualidade, identidade de gênero, entre outros temas, na formação dos profissionais de saúde e/ou educação, especialmente, dentro do curso de Enfermagem.

Mais informações: e-mail usp.diversidade.mapeada@gmail.com

Stella Arengheri, de Ribeirão Preto

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