Pesquisa quer saber como está a convivência entre os alunos da USP

Escritório USP Mulheres coletará informações sobre a vivência de estudantes com colegas, professores e funcionários

Por - Editorias: Comunidade USP
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Estudantes durante ensaio de bateria na Praça do Relógio, do campus Cidade Universitária, em São Paulo – Foto: Cecília Bastos / USP Imagens

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Até o dia 31 de janeiro, cerca de 70 mil estudantes de graduação e pós-graduação que frequentaram os campi da USP em 2017 poderão responder um questionário on-line sobre suas experiências na vida acadêmica, principalmente, em relação ao grau de satisfação ou insatisfação com as formas de tratamento e convivência, tanto entre colegas, quanto na relação com professores e funcionários.

As perguntas integram a Pesquisa Interações na USP. O convite com acesso ao questionário será enviado para os e-mails pessoais e a participação é voluntária. Em fases posteriores, a pesquisa será estendida a todos os servidores – docentes e não docentes.

A iniciativa inédita é coordenada pelo Escritório USP Mulheres e pretende gerar conhecimento sobre a qualidade das interações que ocorrem no dia a dia da Universidade, a frequência com que convivências negativas acontecem e quais impactos geram para o aproveitamento acadêmico, a saúde física e mental dos estudantes.

De 11 a 31 de dezembro o USP Mulheres disponibilizará o questionário online da Pesquisa Interações na USP.

A Pesquisa Interações na USP tem o objetivo de coletar informações a respeito das experiências vivenciadas pelos alunos e alunas durante sua vida acadêmica, explorando seu grau de satisfação ou insatisfação com as formas de tratamento e convivência, tanto entre colegas, quanto na relação com professores(as) e funcionários(as).

Alunos durante atividade acadêmica na FAU – Foto: Cecília Bastos/USP Imagens

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Com os resultados espera-se que a comunidade universitária – estudantes, professores(as) e funcionários(as) – possa elaborar coletivamente o reforço às formas de convivência positivas e de enfrentamento às formas de convivência negativas, além de proporcionar os insumos para a elaboração de políticas institucionais mais adequadas ao enfrentamento dessas situações.

O projeto é coordenado pelo Escritório USP, sob a direção da professora Eva Blay, com a assessoria da socióloga Wânia Pasinato, da psicóloga Prislaine Krodi dos Santos e da estagiária Laiz Parpinelle Alves, no contexto da participação da Universidade no programa Impacto 10x10x10, do movimento #HeForShe da ONU Mulheres.

A Pesquisa Interações na USP é coordenada pelo professor Gustavo Venturi, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas e conta com a colaboração da Rede Não Cala!, de professoras e pesquisadoras da USP, de coletivos feministas, negros, LGBT+ e indígenas da USP, e do engenheiro e cientista de dados Eduardo Capocchi.

Além do apoio da Pró-reitoria de Pós-Graduação, da Superintendência de Tecnologia da Informação (STI) e da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP.

Com informações do Escritório USP Mulheres

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