Uma sociedade além de tribos, nacionalismos e particularismos

Para Marília Fiorillo, o surgimento da variante do coronavírus, ômicron, pode motivar “as lideranças mundiais a tratar o conjunto dos habitantes do planeta como um só corpo”

 10/12/2021 - Publicado há 8 meses

Na coluna Conflito e Diálogo desta semana, Marília Fiorillo, professora de Filosofia Política e Retórica da Escola de Comunicações e Artes da USP, discute que o pior dos males enfrentados é a ausência de solidariedade.

A professora destaca como o surgimento da variante do coronavírus, ômicron, pode motivar “as lideranças mundiais a tratar o conjunto dos habitantes do planeta como um só corpo”. Ela prossegue dizendo que, “graças a uma praga que não respeita fronteiras ou classes, surgiu uma espécie de ‘efeito borboleta covid’”. 

Marília ressalta também que a crise econômica e climática vem na contramão de nacionalismos e particularismos. Para ela, “o único antídoto a esse tribalismo é uma realidade cujas terríveis consequências nos unam e nos obriguem a nos ver no outro como em um espelho”.


Conflito e Diálogo
A coluna Conflito e Diálogo, com a professora Marília Fiorillo, vai ao ar toda sexta-feira às 10h50, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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