Ser resistente ao novo coronavírus é mais comum do que se imagina

Pesquisa em andamento no Centro do Genoma Humano e Células Tronco (CEGH-CEL) vem mostrando que em casais que vivem juntos é comum somente um deles pegar covid-19

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Na semana passada, a TV Cultura mostrou o caso raro de um paciente americano resistente à infecção por covid-19. John Hollis produz “superanticorpos” capazes de destruir o vírus antes que a célula seja infectada. A mesma reportagem traçou um paralelo entre esse paciente e aqueles que são resistentes ao HIV.

Na coluna de hoje (25), a professora Mayana Zatz abre espaço para falar sobre o acontecido e explicar o que os pesquisadores do Centro de Estudos sobre o Genoma Humano e Células-Tronco da USP (CEGH-CEL) estão observando nas pesquisas em desenvolvimento. A geneticista esclarece, também, quais são as diferenças em relação ao paciente que produz os anticorpos superpotentes e o HIV.

Logo no início, Mayana lança uma pergunta: será que só as pessoas com esses superanticorpos são resistentes ao sars-cov-2?

A resposta é bastante animadora. Ouça a geneticista e entenda a diferença entre as duas doenças.


Decodificando o DNA
A coluna Decodificando o DNA, com a professora Mayana Zatz, vai ao ar quinzenalmente toda quarta-feira às 10h50, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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