Gil Fenerich e Zé Guerreiro e a viola caipira no exterior

Os músicos contam suas histórias com a música, principalmente com a viola caipira

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O programa Revoredo desta semana entrevista os músicos Gil Fenerich e Zé Guerreiro. Ambos foram alunos do Departamento de Música da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP.

Gil teve o primeiro contato com o violão aos 10 anos e, em Monte Alto, no interior de São Paulo, aos 13 anos despertou a paixão pela viola influenciado por Tião Carreiro. Ele conta que lançou o CD Um caipira em Viena com músicas autorais em Araraquara, interior de São Paulo, enquanto estudava Letras na cidade.

O músico conta da sua experiência no Simpósio Nacional em Viola Caipira, em 2008, em Belo Horizonte. Ele revela que teve a oportunidade de conhecer Zeca Collares e Fernando Deghi, por exemplo, grandes nomes da música de viola.

Já Zé Guerreiro conta que o primeiro contato com a viola foi aos 12 anos de idade em Itapira, interior de São Paulo. “E, na verdade, não cheguei a encontrar a viola, foi ela que me encontrou”, relembra.

Ele participou do Festival Internacional de Música Folk Ethno, na Suécia, com outros três músicos brasileiros. “São comitivas de músicos de vários países, todos ensinam e todos aprendem”, completa. Após o festival, foi convidado pela organização do evento para integrar o grupo internacional que participaria do Ethno On The Road, extensão do projeto anterior.

O programa Revoredo é produzido e apresentado pelo maestro José Gustavo Julião de Camargo, do Departamento de Música da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP.

Por: Giovanna Grepi

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