Pesquisa quer identificar genes responsáveis por forma grave da covid-19

Estudo também vai rastrear quais deles podem proteger a população do coronavírus e será realizado em parceria com a Faculdade de Medicina da USP

Por que algumas pessoas desenvolvem formas graves da covid-19, enquanto outras permanecem assintomáticas? Nesta edição de Decodificando o DNA , a professora Mayana Zatz fala sobre as iniciativas do Centro de Pesquisas do Genoma Humano e Células-Tronco (CEGH-CEL) da USP para tentar entender como os nossos genes influenciam a doença.
Uma das características da infecção pelo novo coronavírus é a variabilidade de sintomas em pessoas infectadas. “Embora, felizmente, a maioria desenvolva sintomas leves ou permaneça assintomática, cerca de 1% das pessoas com sintomas podem ter formas graves e letais”, afirma a coordenadora do CEGH-CEL. “E essa diferença na resposta à infecção pelo novo coronavírus depende do nosso genoma.”
A geneticista também diz que os cientistas envolvidos no estudo, em parceria com o professor Paulo Saldiva, da Faculdade de Medicina (FM) da USP, querem identificar as variantes genéticas de risco e as protetoras. Para conseguir identificá-las, a seleção das amostras a serem coletadas é fundamental. “Precisamos de pessoas com diferentes respostas ao coronavírus, isto é, quando nós analisamos o comportamento do vírus na população, observamos diferentes subgrupos.”
Quer saber quais são esses subgrupos e outros detalhes? Clique no áudio acima.

Decodificando o DNA
A coluna Decodificando o DNA, com a professora Mayana Zatz, vai ao ar quinzenalmente toda quarta-feira às 10h50, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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