O Pavilhão da Bienal e a relação com a São Paulo modernista

Grossmann inicia uma série sobre a Bienal Internacional de São Paulo que comemora 70 anos

 15/09/2021 - Publicado há 1 mês
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Em comemoração aos 70 anos da Bienal Internacional de São Paulo, o professor Martin Grossmann inicia uma série especial em sua coluna Na Cultura, o Centro Está em Toda Parte, na Rádio USP (clique e ouça o player acima). Faz uma retrospectiva da instalação da Bienal no conjunto arquitetônico projetado por Oscar Niemeyer. “O Parque Ibirapuera foi criado em um momento anterior a Brasília, em diálogo com o modernismo brasileiro extremamente original que estava surgindo com força na arquitetura do Rio de Janeiro”, comenta. “Estamos falando do contexto urbano e como esse modernismo influenciou o desenho das cidades brasileiras.”

Grossmann observa a importância do projeto de Oscar Niemeyer no Parque Ibirapuera, conversando com a cidade e se conectando com o Museu de Arte Contemporânea da USP, o Museu de Arte Moderna, entre outras instituições culturais ao redor. “Nesse conjunto, temos diferentes pavilhões, com propostas arquitetônicas espaciais muito distintas.”

A Bienal Internacional de São Paulo foi fundada em 1951 por Francisco Matarazzo, mais conhecido como Ciccillo Matarazzo. “A primeira edição foi realizada pelo Museu de Arte Moderna, ocorrendo em um pavilhão provisório localizado na Esplanada do Trianon, na região da avenida Paulista. A segunda e terceira edições já foram apresentadas no Parque Ibirapuera, porém, no pavilhão Manuel da Nóbrega, onde hoje está sediado o Museu Afro Brasil. E, a partir da sua quarta edição, em 1957, passou a ocupar o atual pavilhão Francisco Matarazzo”, conta Grossmann. “ Tem um destaque pela volumetria e por estar em uma das extremidades do parque. É um prédio espaçoso, com um pé direito generoso e foi planejado especialmente para abrigar exposições. ”

 


Na Cultura, o Centro está em Toda Parte
A coluna Na Cultura o Centro está em Toda Parte, com o professor Martin Grossmann, vai ao ar toda quarta-feira às 9h30, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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