O paradoxo político da crise do coronavírus

Embora a doença esteja num crescente avanço, o presidente Bolsonaro menospreza as recomendações, diz colunista

As ações do presidente Jair Bolsonaro foram destacadas como irresponsáveis em jornais e revistas como The New York Times, The Guardian, BBC, El País, The Economist, Wall Street Journal, Japan Times e muitos outros. O que também foi destaque na última semana foi o ataque do próprio governo ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, buscando desqualificá-lo politicamente. De uma maneira geral, é preciso considerar que a ação do governo não é boa no que diz respeito ao enfrentamento da questão da crise do coronavírus e fica ainda mais difícil com as divergências entre seus agentes.
O professor José Álvaro Moisés lembra que o “paradoxo político dessa situação consiste no fato de que, enquanto o presidente Bolsonaro não dá importância aos riscos e ameaças de morte, ele está, de certa maneira, poupado, neste momento, de maiores críticas ou ações que podem afetar o seu mandato. O grande foco é o enfrentamento ao coronavírus. O presidente está sendo salvo exatamente por aquilo que ele não dá importância”.
Acompanhe, pelo link acima, a íntegra da coluna.

Qualidade da Democracia
A coluna A Qualidade da Democracia, com o professor José Álvaro Moisés, vai ao ar toda terça-feria às 8h00, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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