Morte de físico, premiado com Nobel, é ofuscada pela pandemia de coronavírus

Philip Warren Anderson, que morreu no dia 29 de março, foi um dos ganhadores do Nobel de Física de 1977, junto com Sir Nevill Francis Mott e John Hasbrouck van Vleck

Em meio às notícias sobre a covid-19, a morte do físico americano Philip Warren Anderson acabou não sendo noticiada pela mídia brasileira. “Normalmente, quando morre alguém que tenha ganhado um Prêmio Nobel, a imprensa dá atenção. Mas não foi o caso!”, observa o professor José Eli da Veiga. Mas o colunista destaca um artigo importante sobre o físico, publicado no jornal The New York Times, que mostra a capacidade e inteligência do físico americano.

Em 1972, Anderson publicou um artigo na revista Science, cujo título é Mais é diferente. O texto é usado até hoje na disciplina Filosofia da Física e está traduzido na página do professor Osvaldo Pessoa Júnior, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. Eli da Veiga também destaca a atuação de Anderson, nos anos 1980, quando ele e Kenneth Arrow, Prêmio Nobel de Economia, tiveram a iniciativa de juntar na Califórnia economistas e cientistas de outras áreas, como biólogos, físicos. “Daí o nascimento do grande tema da complexidade!”

Ouça no link acima a íntegra da coluna Sustentáculos.


Sustentáculos
A coluna Sustentáculos, com o professor José Eli da Veiga, vai ao ar toda segunda-feira às 8h00, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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