Modelos mentais facilitam a vida, mas devemos ficar atentos

Em sua coluna, Luli Radfahrer explica a natureza dos modelos mentais, suas utilidades e armadilhas

Devido à dinamicidade do mundo digital, estamos o tempo todo, sem perceber, fazendo uso de modelos mentais. Na coluna Datacracia desta semana, Luli Radfahrer fala um pouco sobre esses atalhos cognitivos que nos permitem sintetizar informações e viver um universo tão acelerado.

Os modelos, em geral, servem para facilitar nossa vida na atualidade; Luli cita o vibracall para exemplificar esse movimento: “Não existe nada equivalente, de pensar que esse retângulo de vidro tremendo [celular] significa que alguém quer falar com você. Mas é um modelo que a gente montou e estamos confortáveis com ele”.

Utilizar tais atalhos é, na maioria das vezes, inconsciente; por isso devemos estar atentos para não cair em algumas armadilhas, como aderir a preconceitos e estereótipos que, segundo Radfahrer, são somente outros nomes para modelo mental. “Quando você acredita que determinada idade, índice de massa corporal, gênero ou altura são inadequados para alguma coisa, isso é um modelo mental e precisa ser combatido.”

Ouça a coluna Datacracia na íntegra pelo link acima.


Datacracia
A coluna Datacracia, com o professor Luli Radfahrer, vai ao ar toda sexta-feira às 8h30, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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