Microssatélites possibilitam controle maior da privacidade

Para Luli Radfahrer, com satélites pessoais, cada um tem sua rede de comunicação privada, evitando hacking e ataque de segurança

Depois de drones e satélites, a conquista do espaço chegará aos nossos bolsos? Luli Radfahrer, na coluna Datacracia desta semana, comenta que essa tecnologia tem sido usada não só por empresas transnacionais, como Tesla e Amazon, mas também “empresas menores colocando pequenos satélites e privatizando esse tipo de serviço, o que pode ser uma ideia muito boa”.

Segundo Radfahrer, se cada um tem seu próprio satélite, terá também sua rede de comunicação privada, ou seja, há muito mais controle sobre a segurança, evitando hacking e invasão de privacidade. “Uma coisa é eu estar ligado na internet e ter uma barreira de entrada, outra coisa é ter o meu próprio sistema”, diz o colunista. 

A grande aposta desses empreendimentos é a popularização da tecnologia dos microssatélites, que costuma baratear o custo e tornar a pesquisa mais difundida. Apesar disso, o professor aponta que há também problemas, como a possibilidade de países com regimes autoritários criarem redes privadas. “De qualquer maneira”, completa, “a evolução vem por aí, e a gente tem que, na verdade, torcer pelas coisas boas”. 

Acompanhe, pelo link acima, a íntegra da coluna Datacracia.


Datacracia
A coluna Datacracia, com o professor Luli Radfahrer, vai ao ar toda sexta-feira às 8h30, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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