“Estado mínimo” leva à ruptura institucional

Segundo Schwartz, trata-se de uma ideologia que domina as mentes e corações dos personagens instalados nas principais instituições do governo federal

No Brasil, já se falou muito do colapso do sistema de saúde, dos hospitais, da infraestrutura e das políticas públicas de saúde. Mas, para surpresa de poucos e perplexidade de muitos, o curto-circuito, a inépcia e a mais grave incapacidade de resposta rápida estão na política econômica, concentrados no superministério da Economia, criado pelo governo Bolsonaro e seu ministro, Paulo Guedes.

O professor Gilson Schwartz lembra que, “no Brasil, assim como na Inglaterra, Estados Unidos e outros países ricos são nada menos de 40 anos em que políticos, acadêmicos, jornais, empresários aderiram em uníssono ao ‘Estado mínimo’, ou austeridade. Corte de gastos, não há dinheiro para tudo e acaba-se beneficiando alguns setores escolhidos. A ideologia do ‘Estado mínimo’ domina a tal ponto as mentes e corações dos personagens instalados no Banco Central, Caixa Econômica Federal, BNDES e outras instâncias, que o próprio ministro das Relações Exteriores declarou, na semana passada, que o risco maior não é o coronavírus, mas sim o ‘comuna vírus’”.

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Iconomia 
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