Desigualdade no mundo é destaque nas artes e no cinema

O Brasil está em evidência quando se trata de desequilíbrio econômico

O filme coreano Parasita quebra uma tradição do Oscar de premiar produções americanas. Mas o que isso tem a ver com economia? A fita mostra uma profunda consciência da desigualdade social. Esse foi o assunto abordado pelo professor Gilson Schwartz em sua análise sobre a desigualdade no Brasil. Números mais recentes do Índice de Desenvolvimento Humano da ONU mostram que nossa República é um dos países mais desiguais do mundo, só perdendo para o Catar. Aqui 1% dos mais ricos ficam com 28,3% da renda nacional. No Catar, o índice chega a 29% da renda. No entanto, o Índice de Desenvolvimento Humano é maior e educação e saúde têm melhores condições. O Brasil caiu na classificação mundial, mas a concentração de renda evoluiu. A cidade de São Paulo cresceu em relação ao País.

O professor Schwartz lembra que, desde 2015, enfrentamos uma crise profunda. “A recuperação da economia recentemente é frágil, puxada por quem não tem carteira de trabalho, trabalhos informais ou precários, o que aprofunda ainda mais a concentração nas camadas mais altas de renda.”

Acompanhe, pelo link acima, a íntegra da coluna.


Iconomia 
A coluna Iconomia, com o professor Gilson Schwartz, vai ao ar toda segunda-feira às 8h30, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção  do Jornal da USP e TV USP.

.

.


Política de uso 
A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal da USP e do autor. No caso dos arquivos de áudio, deverão constar dos créditos a Rádio USP e, em sendo explicitados, os autores. Para uso de arquivos de vídeo, esses créditos deverão mencionar a TV USP e, caso estejam explicitados, os autores. Fotos devem ser creditadas como USP Imagens e o nome do fotógrafo.