Como é ser mulher e cientista na área de ciências biológicas

Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, a geneticista fala sobre preconceito, direitos adquiridos, desafios e sonhos para mulheres que buscam um lugar na carreira científica

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Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, a professora Mayana Zatz abre espaço em sua coluna quinzenal para falar sobre a atuação das mulheres na ciência.

A diretora do Centro de Estudos sobre o Genoma Humano e Células-Tronco da USP (CEGH-CEL) conta a sua trajetória como cientista da área de ciências biológicas. A geneticista diz que nunca se sentiu discriminada, mas descobriu que podia haver preconceito contra o sexo feminino na carreira científica quando ela foi fazer o pós-doutorado na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.

Durante os cinco minutos de Decodificando o DNA, a pesquisadora relata como é ser uma pesquisadora no Brasil e as dificuldades enfrentadas pelas mulheres em todo o mundo.

E finaliza com um conselho para as jovens que gostam de ciência e que querem seguir na carreira: “Se você ousar, o pior que pode acontecer é nada. Mas se você não ousar, certamente nada acontecerá”.


Decodificando o DNA
A coluna Decodificando o DNA, com a professora Mayana Zatz, vai ao ar quinzenalmente toda quarta-feira às 10h50, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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