Em “Parasita”, a voz dos excluídos se faz ouvir

Guilherme Wisnik comenta o filme sul-coreano que tem sido sucesso de público e de crítica no Brasil e no mundo

Parasita, filme sul-coreano de Joon-ho Bong, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cinema de Cannes, segue uma tendência recente de obras cinematográficas – como o próprio Coringa, tema da coluna anterior – focadas na crítica social, na desigualdade de classes e nas contradições do capitalismo global. São filmes em que a voz dos excluídos se faz ouvir. Parasita, “espécie de Bacurau” coreano, mistura gêneros ao narrar a saga de duas famílias de classes sociais diferentes. Essa crítica social, segundo Wisnik, chega ao seu ápice numa cena de chuva torrencial e de alagamento, que apenas reforça o abismo que separa as classes sociais em tempos de capitalismo global.

Acompanhe, pelo link acima, a íntegra da coluna Espaço em Obra.


Espaço em Obra
A coluna Espaço em Obra, com o professor Guilherme Wisnik, vai ao ar toda quinta-feira às 9h30, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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