Desprivatização das telecomunicações é tabu no Brasil e no mundo

Partidos ingleses, em período eleitoral, discutem o tema; para muitos, não ter internet é quase como não ter saúde

A princípio, ninguém quer discutir a desprivatização das telecomunicações. No Brasil, nem os governos do PT mexeram nessa questão após a privatização no governo Fernando Henrique Cardoso. Nem mesmo com as milhares de reclamações quanto à qualidade do serviço, equívocos, tarifas altíssimas que dificultam a inclusão digital, o assunto é abordado.

Mas enquanto no Brasil se evita o tema, na Inglaterra esse chamado à desprivatização vem sendo amplamente discutido. Por estar em um período eleitoral, os trabalhistas ingleses colocaram o tema em evidência, a importância da internet e da banda larga para a própria cidadania. Já há quem compare internet pública à saúde pública como direito fundamental. Hoje em dia, tudo passa pela internet. Não ter internet é quase como não ter saúde. O professor Gilson Schwartz cita que, para os trabalhistas ingleses, no casos das telecomunicações, a solução para ter uma internet livre com uma banda larga, a solução não tão é complicada. Para eles “basta tributar as grandes corporações que dominam o mercado mundial e a internet”.

Saiba mais no http://sites.usp.br/Iconomia


Iconomia 
A coluna Iconomia, com o professor Gilson Schwartz, vai ao ar toda segunda-feira às 8h30, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção  do Jornal da USP e TV USP.

 

 

.

.


Política de uso 
A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal da USP e do autor. No caso dos arquivos de áudio, deverão constar dos créditos a Rádio USP e, em sendo explicitados, os autores. Para uso de arquivos de vídeo, esses créditos deverão mencionar a TV USP e, caso estejam explicitados, os autores. Fotos devem ser creditadas como USP Imagens e o nome do fotógrafo.