Primeiro banco de dados genômicos de idosos da América Latina foi concluído

Mayana Zatz comenta sobre o teste que identifica a doença causadora da morte dos neurônios motores, responsáveis pelos nossos movimentos

No dia 23 de setembro, o Jornal da USP noticiou a conclusão do primeiro banco de dados genômicos de idosos da América Latina, coordenado pelo Centro de Estudos sobre o Genoma Humano e Células-Tronco da USP. No estudo, 26 cientistas do Brasil e do exterior sequenciaram o genoma de 1.171 brasileiros e identificaram 77 milhões de mutações, das quais 2 milhões estavam fora de bancos de dados internacionais. Os voluntários participam do projeto Sabe (Saúde, Bem-Estar e Envelhecimento), que existe desde 2000, e, no Brasil, é coordenado pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. O objetivo é estudar as condições de vida e de saúde de moradores da cidade de São Paulo e de algumas cidades da América Latina e do Caribe.

Hoje, em Decodificando o DNA, a professora Mayana Zatz traz um dado novo sobre a mesma pesquisa, que será publicada em breve.

Ouça mais detalhes clicando no player acima.


Decodificando o DNA
A coluna Decodificando o DNA, com a professora Mayana Zatz, vai ao ar quinzenalmente toda quarta-feira às 10h50, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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