Ciência e tecnologia devem mudar a forma de acompanhar competições esportivas

Os Jogos Olímpicos de Tóquio, adiados para 2021, prometem muita inovação na transmissão das competições, permitindo uma experiência mais rica e imersiva, diz Paulo Santiago

Na coluna Ciência e Esporte desta semana, o professor Paulo Roberto Santiago fala sobre como a ciência e a tecnologia devem mudar a forma como os telespectadores assistem e até mesmo interagem com as competições esportivas.

O professor conta que os Jogos Olímpicos de Tóquio, adiados para 2021, prometem muita inovação em sua transmissão das competições para os espectadores. Grandes empresas como Intel e Alibaba anunciam transmissão com informações e dados em tempo real sobre os atletas durante os jogos. Usarão ciência e tecnologia bastante similar à utilizada pela Nasa e SpaceX, durante o lançamento  da cápsula Crew Dragon, sempre com o objetivo de permitir uma experiência mais rica e imersiva. 

Santiago explica que a ciência e a tecnologia utilizadas na Olimpíada de 2021 serão importantes para que os telespectadores se sintam mais próximos do esporte no período pós-pandemia, com estádios vazios e distanciamento social. E para os que querem saber um pouco mais sobre a tecnologia de transmissão de vídeo de última geração que o Japão utilizará, Santiago recomenda a leitura do artigo sobre o lançamento de um sistema de transmissão 8k por satélite, feito pelo país asiático em dezembro de 2018.

Os ouvintes podem participar da coluna Ciência e Esporte, sugerindo temas ou enviando questões para as próximas edições pelo e-mail ou através de comentários no canal da coluna no YouTube. A única restrição é que sejam temas relacionados à ciência e esporte. 

Ouça no player acima a íntegra da coluna Ciência e Esporte.


Ciência e Esporte
A coluna Ciência e Esporte, com o professor Paulo Santiago, vai ao ar toda sexta-feira às 10h00, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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