Carência de políticas públicas pode explicar massacre de Paraisópolis

Jovens em busca de lazer perderam a vida se divertindo em baile funk, em ação que não pode ser considerada isolada

Na madrugada de sábado (30), nove jovens, entre 14 e 28 anos, foram mortos depois de uma ação policial na favela Paraisópolis, uma das maiores de São Paulo. Policiais militares encurralaram centenas de pessoas em becos, agredindo brutalmente pessoas que tentavam fugir da violência da polícia. Em seu comentário para sua coluna semanal, a professora Raquel Rolnik alega que, mais do que um massacre racista em uma comunidade de baixa renda, faltam políticas públicas para jovens nessas comunidades, que não têm espaços para o lazer.

Acompanhe, pelo link acima, a íntegra da coluna Cidade para Todos.


Cidade para Todos
A coluna Cidade para Todos, com a professora Raquel Rolnik, vai ao ar toda quinta-feira às 8h30, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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