“Big Data pode funcionar como uma bola de cristal”, afirma colunista

Os dados do sistema computacional são bons e podem gerar coisas boas, como ajuda a epidemias e a refugiados, por exemplo

Luli Radfahrer fala sobre se um sistema de Big Data pode funcionar como uma bola de cristal. Ele afirma que a máquina não pode prever dois tipos de coisas: sistemas aleatórios como, por exemplo, o resultado da loteria, e os sistemas com dados insuficientes.

As principais precisões que podem ser feitas, de acordo com o professor, são os grandes problemas que ainda não vivemos. “Hoje o sistema computacional consegue prever o que acontece em um fluxo de refugiados, por exemplo, e preparar os sistemas de apoio social para que os refugiados recebam melhor as doações”, ressalta.

Um bom exemplo do quanto a máquina computacional pode prever e ajudar na prevenção são os dados do clima e das grandes epidemias de doenças, facilitando a diminuição da proporção global que a doença pode alcançar, conclamando ajuda a tempo. “O dado é bom. Depende de como será usado. O dado tem o potencial de gerar uma coisa boa. O uso político que é feito desse dado varia de país para país e isso nenhuma máquina é capaz de prever”, conclui Radfahrer.

Ouça no link acima a íntegra da coluna Datacracia.


Datacracia
A coluna Datacracia, com o professor Luli Radfahrer, vai ao ar toda sexta-feira às 8h30, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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