Bases de dados sintéticas teriam um papel a cumprir no futuro?

Há quem diga que sim, mas o problema é que podem apresentar erros de ordem conceitual se não forem bem treinadas

Você sabe o que são dados sintéticos? É um conjunto de dados gerado artificialmente, não coletado. Sua principal vantagem é treinar uma inteligência artificial, reunindo informações sobre determinado assunto. “O problema é que essas bases de dados têm muito erro conceitual, muito erro de preconceito mesmo”, explica o professor Luli Radfahrer, em sua coluna semanal para a Rádio USP. Para poder treinar de forma correta um sistema – seja de medicina ou de direito, por exemplo – é importante que a base de dados tenha o mínimo possível de preconceitos.

Há quem aposte que as bases de dados possam levar a sistemas mais justos, mas não se pode ignorar o risco do surgimento de erros sistêmicos, “porque a máquina é um indivíduo sem noção”, sem capacidade de discernir a diferença entre certo e errado.

Acompanhe, pelo link acima, a íntegra da coluna.


Datacracia
A coluna Datacracia, com o professor Luli Radfahrer, vai ao ar toda sexta-feira às 8h30, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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