Audiovisual brasileiro sofre com asfixia da cultura nacional

Segundo Gilson Schwartz, o sucateamento da economia do audiovisual brasileiro ganhou intensidade a partir do governo de Jair Bolsonaro

O processo de asfixia da economia do audiovisual brasileiro, anterior à pandemia do coronavírus, ganhou intensidade a partir do governo Bolsonaro e foi ainda mais acelerado com a crise sanitária. A educação, a cultura e as artes são processos de criação de riqueza imaterial, altamente dependentes do grau de diversidade e da promoção de identidades. São resultado de movimentos lentos, muito mais difíceis de reverter após uma destruição em massa.

“É mais do que evidente, comparando-se o Brasil aos países desenvolvidos, que estes atuam considerando a cultura, o lazer e o setor audiovisual como setores essenciais, estratégicos para o desenvolvimento nacional, com altíssimo impacto nas condições de vida, de saúde e de sobrevivência da coletividade” diz o professor Gilson Schwartz.

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Acompanhe, pelo link acima, a íntegra da coluna.


Iconomia 
A coluna Iconomia, com o professor Gilson Schwartz, vai ao ar toda segunda-feira às 8h30, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção  do Jornal da USP e TV USP.

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