Ação e informação são armas para vencer o racismo estrutural no Brasil

Eunice Prudente lembra que a discriminação racial é um mal, um problema político que necessita da ação de todos para ser vencido

O racismo estrutural, racionalmente inserido nesta sociedade durante muito tempo, é difícil de ser eliminado. É preciso que os ensinos infantil, fundamental, médio e as universidades conversem muito sobre as diferenças. As pessoas não são idênticas. Diferenças biológicas, de gênero, étnicas, culturais estão entre nós e exigem respeitabilidade e aceitação social, uma vez que as diferenças não dizem respeito à superioridade de umas pessoas em relação a outras.

Já o conceito de desigualdade origina-se de criações racionais, arbitrárias, injustas, presentes neste racismo estrutural. Tanto que exige da sociedade e dos governos a sua extinção, porque as discriminações estabelecem relações de dominação e exploração entre as pessoas.  A professora Eunice Prudente ressalta que “é só pela educação e informação que formaremos o novo cidadão”.


Educação e Direitos
A coluna Educação e Direitos, com a professora Eunice Prudente, vai ao ar toda sexta-feira às 8h30, na Rádio  USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e  TV USP. 

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