Momento Cidade #36: Como mapas podem ajudar São Paulo a ser mais inclusiva?

Nesta edição, o entrevistado é o pesquisador Vinicius Santos Almeida, autor da dissertação “Proposta de cartografia queer a partir do mapeamento da violência aos corpos dissidentes das normas sexuais e de gênero em São Paulo”, defendida na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP

Por
Jornal da USP
Momento Cidade #36: Como mapas podem ajudar São Paulo a ser mais inclusiva?
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Para compreender como a cidade de São Paulo pode utilizar a cartografia no combate à violência de gênero e promover a inclusão social, o Momento Cidade desta semana entrevista Vinicius Santos Almeida. O pesquisador é autor de uma dissertação de mestrado que teve como um de seus objetivos discutir gênero e sexualidade no contexto da violência urbana.

Defendido na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, o estudo utilizou conceitos cartográficos, como anamorfoses e mapas euclidianos, mapas mentais, aliados com dados públicos da Secretaria de Segurança Pública do Estado, para mostrar como diferentes mapas podem ser instrumentais no combate e criminalização da violência de gênero. “É uma proposta de pensar a geografia, a partir do mapa, considerando o mapa como um veículo de exposição de denúncia, propriamente, das normatividades, das normas que constituem o espaço geográfico”, enfatiza Almeida.

Na opinião do geógrafo, mapear a natureza desse tipo de conflito pode dar uma maior visibilidade para a questão, além de promover a inclusão e estimular o direito à vida em São Paulo.

A dissertação completa pode ser acessada neste link.

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Ficha técnica

Reportagem: Gabriel Guerra
Produção: Denis Pacheco
Edição: André Leite, Beatriz Juska e Guilherme Fiorentini


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