USP sobe 20 posições no ranking Times Higher Education 2012

A USP subiu vinte posições no ranking do Times Higher Education, passando da 178ª para a 158ª posição, melhor posição alcançada pela Universidade desde que o ranking foi criado.

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A USP subiu vinte posições no ranking do Times Higher Education, passando da 178ª para a 158ª posição. A USP é a única universidade brasileira e latino-americana a figurar na classificação. Esta é a melhor posição alcançada pela Universidade desde que o ranking foi criado, em 2004: em 2005, ocupou a 196ª posição; em 2007, a 175ª e, em 2008, a 196ª classificação.

“A melhora significativa da USP em termos de posicionamento global e regional comprova que a grande maioria dos professores, funcionários técnico-administrativos e alunos está no caminho certo: preocupação crescente com  a qualidade do ensino, pesquisa e extensão dos serviços à comunidade; interdisciplinaridade; coesão; e ênfase na internacionalização”, destaca o reitor da USP, João Grandino Rodas, ressaltando que “as políticas adotadas recentemente começam a dar resultado”.

O reitor cita comos exemplos o Programa de Apoio à Pesquisa, que está em sua terceira edição; os programas voltados para graduação, pós-graduação, cultura e extensão universitária; a valorização dos recursos humanos da Universidade, com a implementação de um novo plano de carreira para os servidores técnico-administrativos e da progressão horizontal na carreira docente; melhoria da infraestrutura dos campi, fomento à internacionalização, entre outros.

O ranking britânico do Times Higher Education é um dos mais importantes rankings mundiais de universidades, desenvolvido em conjunto com a base de dados da Thomson Reuters. A avaliação é feita a partir de 13 indicadores, de acordo com cinco categorias — ambiente de ensino, inovação, internacionalização, pesquisa (volume, investimento e reputação) e citações (influência da pesquisa).

O The Times já havia classificado a USP  entre as 100 universidades com melhor reputação de todo o mundo. No 2012 World Reputation Ranking, divulgado no dia 14 de março deste ano, a USP foi a única universidade brasileira e latino-americana a figurar nessa classificação, ficando na posição 61-70. O grupo das 100 universidades com melhor reputação, com instituições de ensino superior de 19 países, representam 0,5% do total das universidades mundiais. Esse ranking é uma vertente da classificação anual das universidades.

O World Reputation Ranking se baseia nos resultados de consultas realizadas junto a mais de 17.500 mil acadêmicos de mais de 135 países. O ranqueamento das instituições é elaborado tendo como principal critério a excelência na pesquisa e no ensino. Os pontos para avaliar a reputação são referentes ao número de vezes que uma instituição foi citada pelos entrevistados como sendo a melhor em seus respectivos campos de conhecimento.

Posição de liderança internacional

A USP tem tido posições de destaques nos principais rankings internacionais de universidades. Na versão mais recente do QS World University Rankings, divulgado no início de setembro, a USP subiu trinta patamares, passando a ocupar a 139ª posição na classificação geral.

Neste ranking, são consideradas 2.000 universidades e avaliadas 700, resultando no ranking das 400 melhores classificadas. Os principais critérios são reputação acadêmica, reputação entre os empregadores, citações por área (tendo como referência a base de dados SCiVerse Scopus), estudantes por área, proporção de alunos estrangeiros e proporção de áreas internacionais.

A edição 2012 do ranking Academic Ranking of World Universities (ARWU), divulgado em agosto, pela Shanghai Jiao Tong University, posicionou a USP entre as 150 melhores universidades do mundo. São utilizados seis indicadores para classificar as universidades, incluindo o número de ex-alunos e docentes ganhadores de Prêmios Nobel, número dos pesquisadores mais citados, selecionados pela Thomson Scientific (base de dados da Thomson Reuters), número de artigos publicados nas revistas Nature e Science, número de artigos indexados no Science Citation Index – Expanded e Social Sciences Citation Index (vertentes do Web of Science, base de dados da Thomson Reuters) e a performance de pesquisa per capita relativa ao tamanho da Instituição.

Também divulgado em agosto, o SCImago Institutions Rankings (SIR) World Report, ranking espanhol anual elaborado pelo laboratório de pesquisa SCImago Lab, ligado ao Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC), classificou a USP na 11ª posição, duas à frente da edição passada. Nesse ranking, os principais critérios são indicadores para avaliar as pesquisas no que tange ao impacto científico, especialização temática, quantidade de publicações e colaboração internacional com redes de outras Instituições.

No ranking Webometrics, a USP passou da 20ª posição, no primeiro semestre deste ano, para a 15ª posição, no ranking divulgado no mês de julho. Este ranking mensura dois aspectos principais – o tamanho da universidade na web e a visibilidade da universidade na internet, representada pelo número de links que o site da universidade tem com outros sites ou diretórios.

Reconhecimento nacional

No recém-lançado Ranking Universitário Folha, elaborado pelo jornal Folha de S. Paulo, a USP apareceu como a melhor universidade do Brasil. A metodologia utilizada foi baseada nos rankings internacionais e adaptada ao contexto brasileiro. A classificação foi divulgada em setembro.

Foram classificadas 232 instituições de ensino superior brasileiras, sendo 41 faculdades e centros universitários e 191 universidades – instituições com foco em pesquisa e autonomia de ensino, conforme definição do Ministério da Educação (MEC).  Já os indicadores de reputação no mercado de trabalho e de qualidade de ensino foram desenvolvidos a partir de entrevistas feitas pelo Instituto de Pesquisa Datafolha com pesquisadores e com executivos de recursos humanos.

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