Nota sobre a liberação dos portões de acesso à Cidade Universitária

A Reitoria respeita o direito de greve de seus funcionários, que não inclui afronta aos direitos de outros, entre os quais o direito de ir e vir e o de optar livremente pela participação no movimento paredista.

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A Reitoria respeita o direito de greve de seus funcionários, que não inclui afronta aos direitos de outros, entre os quais o direito de ir e vir e o de optar livremente pela participação no movimento paredista.

O trancamento de todos os portões do campus da Universidade, em São Paulo, executado na manhã de hoje (20), repetindo ato praticado há duas semanas, afeta o direito de todos os servidores técnico-administrativos, estudantes e professores que não aderiram à greve, assim como a circulação de veículos e pedestres de toda a região da Cidade Universitária, impedindo, ainda, o acesso dos cidadãos que usam os serviços oferecidos pela USP à sociedade. Por isso, a Polícia Militar foi chamada para executar as ações necessárias para desobstruir os portões.

A Direção da USP reitera seu empenho em resolver o pleito de reajuste salarial dos seus servidores, não atendido até o momento em virtude de impossibilidade orçamentária. Infelizmente, a resposta intransigente do sindicato dos funcionários tem sido a promoção de atos violentos, como o bloqueio de hoje e a obstrução de prédios, em reiterada desobediência às decisões judiciais.

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