Hospitais da USP estão entre os dez melhores de São Paulo

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Quatro hospitais vinculados à USP estão entre os 10 melhores hospitais e as cinco melhores maternidades públicas do Estado de São Paulo, na avaliação dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), em pesquisa feita pela Secretaria de Estado da Saúde e divulgada no dia 9 de março.

Entre os 10 melhores hospitais estão o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP) da USP; o Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho), de Bauru; e o Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), que ficaram, respectivamente, em segundo, sexto e sétimo lugar no ranking.

Na classificação das cinco melhores maternidades, o Hospital Universitário (HU) da USP obteve o segundo lugar, atrás apenas do Centro de Atenção Integrada à Saúde (Caism) do Hospital das Clínicas de Campinas. Dos quatro hospitais, o Centrinho e o HU pertencem à USP, e o HCFMRP e o Incor são associados à Universidade. Porém, eles têm em comum a forte ligação com o ensino da USP, fator que pode ser considerado como determinante para o bom desempenho.

Pelo menos é o que atesta o superintendente do HU, Paulo Andrade Lotufo, em relação ao hospital que coordena. “O HU foi considerado a melhor maternidade porque também é local de ensino e pesquisa das faculdades ligadas à saúde e, graças à constante supervisão desses docentes, consegue manter a qualidade de atendimento”.

Na pesquisa foram ouvidos 60,2 mil pacientes que passaram por internações e exames em cerca de 500 estabelecimentos de saúde conveniados à rede pública paulista, nos meses de novembro e dezembro de 2007 e abril e junho de 2008. Eles receberam o formulário da pesquisa pelo correio, depois do tratamento a que se submeteram, e responderam gratuitamente pela internet, carta-resposta ou por telefone.

O objetivo da pesquisa foi monitorar a qualidade de atendimento dos hospitais, a satisfação dos usuários, identificar possíveis irregularidades, mas serviu também, segundo o secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, como “um instrumento de gestão extremamente importante”.

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