Feira de Profissões da USP do interior atrai cerca de 7 mil pessoas

A 13ª Feira de Profissões da USP – Campi do interior, que ocorreu na Escola de Engenharia de Lorena (EEL) da USP, entre os dias 25 e 26 de junho, recebeu estudantes e professores de diversas cidades do Vale do Paraíba e até de Estados vizinhos, como Minas Gerais e Rio de Janeiro.

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A realização da Feira tem como objetivo fornecer subsídios aos estudantes e orientá-los na importante tarefa de optar por uma carreira profissional

Eles vieram de todos os cantos do Vale do Paraíba. Chegavam ansiosos, pensativos e com a cabeça cheia de dúvidas. Qual carreira seguir? Qual o melhor caminho? As respostas eles vieram buscar na 13ª Feira de Profissões da USP – Campi do interior, que ocorreu na Escola de Engenharia de Lorena (EEL), entre os dias 25 e 26 de junho.

O evento, uma realização da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU) em parceria com a EEL, recebeu caravanas de diversas cidades do Vale do Paraíba e até de Estados vizinhos, como Minas Gerais e Rio de Janeiro. O objetivo da feira era levar aos jovens esclarecimentos sobre os cursos, as instalações e a infraestrutura dos campi da USP no interior, bem como apresentar a eles possibilidades de ingresso na Universidade, as atividades extracurriculares oferecidas e o mercado de trabalho contemporâneo.

Superando as expectativas da organização, a Feira de Profissões da USP – Campi do interior – se encerrou com o dobro de visitantes esperados. Muitos grupos chegavam sem inscrição ou com inscrição incompleta. Isso fez com que os cerca de 3.700 inscritos se transformassem em 7 mil pessoas que passaram pelas catracas eletrônicas instaladas na Feira.

O presidente da Comissão de Cultura e Extensão (CCEx) da EEL, o professor Júlio César Santos, considera que a Feira foi um sucesso: Recebemos pessoas da região do Vale do Paraíba, caravanas da Capital e também de lugares bem distantes – como Sorocaba, por exemplo. Também recebemos pessoas de outros Estados, como os visitantes de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Estamos muito contentes com o resultado”. Para o Presidente da CCEx, um fator pode ter sido determinante no número de visitantes da Feira: o recente anúncio de que a USP passaria a aceitar as notas do ENEM como forma de ingresso.

A USP mais próxima

Além dos estandes que apresentavam o perfil das profissões, a Feira ofereceu palestras, bate-papos, testes vocacionais, espaço para dúvidas relacionadas a ingresso na USP, isenção de taxas, bolsas, etc. A intenção era mostrar que a USP é uma realidade próxima e está ao alcance de todos.

Uma novidade em relação às Feiras dos anos anteriores, quando cada Unidade da USP tinha seu espaço, foi colocar os estandes divididos por áreas: Humanas, Exatas e Biológicas, o que facilitou para os jovens encontrar mais facilmente o que procuravam

Para a pró-reitora de Cultura e Extensão da USP, Maria Arminda do Nascimento Arruda, a Feira realizada em Lorena simboliza o compromisso da USP com a região do Vale do Paraíba por meio da Escola de Engenharia de Lorena. Os estudantes saberão aqui sobre todas as políticas da Universidade e terão esclarecimentos sobre a profissão que desejam seguir. Para a pró-reitora, esse tipo de evento marca a aproximação da USP com os jovens e revela a eles que a Universidade é possível para todos.

Para o vice-reitor Vahan Agopyan, é uma obrigação da Universidade estimular os jovens a participarem e procurarem a USP e as Feiras de Profissões são uma porta de entrada. Este evento representa o grande contato da USP com o Ensino Médio. E isso é muito importante para toda a sociedade”.

A secretária de Educação de Lorena, Maria Aparecida Ramiro Nogueira, destacou o fato da USP, através da EEL, estar cada vez mais próxima da comunidade lorenense. “Isso abre os horizontes para nossos alunos enxergarem a educação superior com outros olhos”. Na opinião do diretor da EEL, Antonio Marcos de Aguirra Massola, a Feira de Profissões no Campus de Lorena foi importante para aumentar a interação da sociedade com a USP e com a EEL. “A Feira permitiu uma intensa interação da EEL com os alunos das escolas que visitaram o campus e também entre docentes e funcionários da Unidade, como jamais foi vista. Há no momento uma grande motivação para a realização de outros eventos semelhantes”, destaca.

Momento da decisão

O professor Francis Lobo trouxe sua turma de alunos de uma escola técnica de Lorena para a Feira. Para ele, o evento é extremamente importante para os jovens, pois não só os coloca em contato com as profissões como, também, com o mundo universitário, o que representa muito na vida deles. “É o momento de descobrirem as carreiras que querem seguir e as vocações profissionais. Colocálos frente a frente com o lado prático das profissões é essencial, e esse espaço é ideal para isso”.

Outro professor, Mateus de Oliveira, de uma Escola Pública de Pindamonhangaba, trouxe uma turma de estudantes Essa Feira está muito interessante. Inclusive, tem cursos que os alunos desconheciam, como informática voltada para medicina, física voltada para medicina. Isso, para eles, está sendo uma grande descoberta! Por morarmos no interior, não temos tanto acesso aos avanços no mundo tecnológico, e a Feira vem para ampliar nossos horizontes”, comenta Oliveira.

Durante a Feira, os visitantes puderam conhecer um pouco mais sobre os cursos, as instalações e a infraestrutura dos campi da USP no interior, bem como sobre as possibilidades de ingresso na Universidade, as atividades extracurriculares oferecidas e o mercado de trabalho contemporâneo

“Essa feira veio para somar. Tem grande valia para nossa região. Os estudantes precisam de espaços como esse”, afirma a professora Maria Aparecida de Freitas, de São José dos Campos. “Tenho alunos do 3º ano do Ensino Médio que ainda estão indecisos, e eles acabaram de me dizer antes de descer do ônibus: ‘Professora, esse é o momento da decisão!’”.

Conforme as caravanas chegavam, os jovens se espalhavam pelos estandes procurando sua área de interesse. Diferentemente dos anos anteriores, quando cada Unidade da USP tinha seu espaço, os estandes foram divididos por áreas: Humanas, Exatas e Biológicas, o que facilitou para os jovens encontrar mais facilmente o que procuravam. “Estou achando a Feira espetacular! A divisão dos estandes por área ficou incrível, assim eles já vão direto para o pavilhão de seu interesse. Está incrível! Estamos adorando!”, diz a professora Jeane dos Santos, que veio da cidade de Guaratinguetá com seus alunos.

O mineiro Rafael Gorgulho veio da cidade de Itajubá, Minas Gerais, com um grupo de amigos. Eles passaram o dia na Feira e aproveitaram para conhecer as instalações da EEL. O que mais chamou a atenção do grupo foram as atividades lúdicas apresentadas pelos estandes de Exatas: “É uma maneira muito mais interessante pra gente entender a matéria. Está tudo muito bom! É muito divertido de aprender dessa maneira”, diz o jovem, que já decidiu seguir carreira como engenheiro da computação.

Na saída, o semblante apreensivo dos estudantes visto na chegada foi substituído por fartos sorrisos, as famosas selfies e as divertidas poses para fotos. Sentiamse em casa. A cabeça certamente fervilhando de ideias. A Feira de Profissões da USP Campi do interior acabava de apresentar a milhares de jovens do Vale do Paraíba um leque de possibilidades e vários caminhos para o futuro.

(Fotos e texto: Simone Colombo Lopes / Assessoria de Imprensa da EEL)

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