Escola Politécnica ganha novo laboratório de tecnologia

A Escola Politécnica (Poli) acaba de ganhar um novo laboratório voltado para o desenvolvimento de tecnologias, principalmente nas áreas de comunicação móvel (celular), internet das coisas (conexão entre os aparelhos usados do dia a dia à rede mundial de computadores), realidade virtual e games.

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(Da esq.p/dir.) O pró-reitor de Pós-Graduação, Carlos Gilberto Carlotti Junior; o diretor da Poli, José Roberto Castilho Piqueira; e o pró-reitor de Pesquisa, José Eduardo Krieger

A Escola Politécnica (EP) da USP e a Samsung inauguraram, no dia 14 de abril, o laboratório Ocean USP, onde serão desenvolvidas atividades de ensino, pesquisa e extensão nas áreas de aplicativos móveis, Internet das coisas [conexão dos itens do dia a dia à rede mundial de computadores], realidade virtual e games, com estímulo ao empreendedorismo.

O novo laboratório tem 300 metros quadrados e está situado no prédio do Departamento de Engenharia de Produção da Escola, no campus da USP no Butantã, em São Paulo.

O espaço é equipado com sensores e processadores para Internet das coisas, óculos de realidade virtual, smartphones de várias versões e tamanhos de telas, entre outras tecnologias, e será utilizado em aulas de graduação e pós-graduação, nas atividades de pesquisa do Departamento e de outras Unidades da EP, além de oferecer cursos para a comunidade.

O diretor da Unidade, José Roberto Castilho Piqueira, abriu a solenidade de inauguração e lembrou a tradição da Escola no trabalho em parceria com o setor empresarial. “A inauguração deste laboratório representa mais um passo no sentido de cumprir nosso papel na Universidade, que é formar pessoas capazes de transformar o sistema produtivo”, afirmou.

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O espaço é equipado com sensores e processadores para Internet das coisas, óculos de realidade virtual, smartphones de várias versões e tamanhos de telas, entre outras tecnologias

O pró-reitor de Pós-Graduação, Carlos Gilberto Carlotti Júnior, afirmou que a inovação deveria ser uma obrigação da Universidade e não uma atividade periférica e questionável, já que é um caminho para a transferência do conhecimento. O pró-reitor de Pesquisa, José Eduardo Krieger, por sua vez, lembrou que essa é uma das mais difíceis missões da Universidade: converter conhecimento em riqueza.

“Essas tecnologias, aliadas aos nossos conhecimento e trabalhos de pesquisa em Engenharia de Produção, nos permitem fazer vários avanços, como pesquisas em manufatura avançada e outros temas das demais Engenharias da Escola Politécnica”, destacou o professor do Departamento de Engenharia de Produção da Poli e um dos coordenadores do projeto, Eduardo Zancul. Segundo o docente, outras empresas têm procurado a Poli para, nessa plataforma, realizar trabalhos conjuntos.

O diretor de Estratégia de Negócios e Inovação da Samsung para a América Latina, Gabriel Farias, lembrou que a empresa possui uma unidade do Ocean, implantada na Universidade do Estado do Amazonas, em Manaus, onde já foram capacitadas mais de 25 mil pessoas. A iniciativa com a parceria da Poli se encaixaria na estratégia de inovação da empresa, com a oferta de ferramentas para buscar novas ideias que possam gerar novos produtos para o mercado.

A instalação do Ocean na Universidade foi realizada por meio do programa “Parceiros da Poli”, um projeto que permite às empresas realizarem doações para melhorias da infraestrutura da Unidade.

(Com informações e fotos do Serviço de Comunicação Social da Escola Politécnica)

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