Ações da USP em 2016 são tema de audiência na Assembleia Legislativa

O encontro teve como objetivo prestar contas a respeito de sua gestão à frente da USP, conforme disposto no artigo 52 da Constituição do Estado de São Paulo

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O reitor Marco Antonio Zago (à esq.) foi recebido pelo presidente da Comissão, deputado Orlando Bolçone

O reitor Marco Antonio Zago participou, no dia 7 de dezembro, da reunião da Comissão de Ciência, Tecnologia e Informação da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. O encontro teve como objetivo a prestação de contas a respeito da atual gestão à frente da USP, conforme disposto no artigo 52 da Constituição Estadual.

Na Assembleia, o reitor foi recebido pelos deputados Orlando Bolçone – que preside a Comissão -, Carlos Neder, Davi Zaia, Antonio Salim Curiati e Roberto Massafera.

“O que fazemos com o dinheiro?” foi o tema da apresentação do dirigente da USP, que iniciou sua fala ressaltando as posições de destaque alcançadas pela Universidade nos principais rankings nacionais e internacionais de instituições de ensino superior. Em seguida, Zago elencou as principais estatísticas relacionadas a graduação, pós-graduação, pesquisa, segurança nos campi e sobre o que a USP representa na vida da cidade e do Estado.

Outro tema abordado foi a evolução nos índices relacionados à inclusão social na USP, decorrente das ações do Programa de Inclusão Social (Inclusp), voltado a alunos de escolas públicas, e da adoção do Enem como nova forma de acesso aos cursos de graduação. Com o aumento da inclusão, afirmou o reitor, os gastos com os programas voltados à permanência estudantil também têm aumentado: em 2016, a USP tem investido quase R$ 200 milhões em moradia, alimentação, bolsas, etc., o que representa 4% do orçamento.

Orçamento e teto salarial

O orçamento, a evolução financeira e o comprometimento da USP com folha de pagamento foram outros assuntos que fizeram parte da apresentação. O reitor falou sobre as medidas tomadas pela Administração para restabelecer o equilíbrio financeiro da Universidade, bem como sobre as ações voltadas à reestruturação administrativa.

O teto salarial também fez parte da pauta. De acordo com a Constituição do Estado, os servidores públicos estaduais não podem ganhar mais do que o governador (atualmente, R$ 21.631,05). No caso das universidades federais, esse valor é de R$ 33.763, 00.

O reitor encerrou sua apresentação exibindo o vídeo, produzido pela Superintendência de Comunicação Social da Universidade, sobre o concerto que a Orquestra Sinfônica da USP (Osusp) fez, no último dia 26 de novembro, especialmente para crianças e jovens na comunidade do Jardim São Remo, localizada em área vizinha à Cidade Universitária, no Butantã, em São Paulo.

Também participaram da reunião o vice-reitor Vahan Agopyan; os pró-reitores da Universidade – Antonio Carlos Hernandes (Graduação), Marcelo de Andrade Roméro (Cultura e Extensão Universitária) e Carlos Gilberto Carlotti Junior (Pós-Graduação) —; o chefe do Gabinete do Reitor, Thiago Rodrigues Liporaci; o superintendente de Assistência Social, Waldyr Antonio Jorge; o assessor do Gabinete do Reitor, José Roberto Drugowich de Felício; o superintendente de Prevenção e Proteção Universitária, José Antonio Visintin; o superintendente de Tecnologia da Informação, João Eduardo Ferreira; o coordenador de Administração Geral, Marcelo Dottori, a procuradora geral, Márcia Walquíria Batista dos Santos; o secretário geral da Universidade, Ignacio Maria Poveda Velasco; o superintendente do Espaço Físico, Osvaldo Shigheru Nakao; e o assessor do Gabinete do Reitor, Paulo de Tarso Artencio Muzy.

(Foto: Adriana Cruz)

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