Pesquisa quer mapear a funcionalidade na comunidade da USP

A pesquisa institucional tem o objetivo de levantar informações e conhecer melhor a comunidade da Universidade

 03/11/2021 - Publicado há 1 mês  Atualizado: 10/11/2021 as 15:50
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Arte por Rebeca Alencar com imagens de Flaticon e USP Imagens

 

Para conhecer melhor a capacidade de interação de sua comunidade com o ambiente, e mapear a ocorrência de eventuais limitações entre docentes, servidores e estudantes da USP, o Escritório de Gestão de Indicadores de Desempenho Acadêmico (Egida) está realizando um “Inquérito sobre a funcionalidade dos membros da comunidade USP”.

Durante o mês de novembro, docentes, servidores e estudantes receberão, por e-mail, um pequeno questionário com perguntas de múltipla escolha sobre a existência de dificuldades na realização de tarefas básicas relacionadas à mobilidade, visão, audição, concentração, comunicação, autocuidado e estado emocional. A participação é anônima e confidencial.

Aluisio Cotrim Segurado – Foto: Egida-USP

O estudo pretende identificar a prevalência de limitações em toda a comunidade da Universidade. As informações geradas pela pesquisa poderão auxiliar no aprimoramento dos sistemas corporativos e na definição de estratégias para melhorar a acessibilidade na Universidade.

“A efetividade da pesquisa será reforçada com a participação de uma parcela significativa da comunidade USP, distribuída em todos os segmentos que a compõem. Espera-se, portanto, que possamos contar com a adesão de nossos alunos, docentes e servidores”, explica o coordenador do Egida, Aluisio Augusto Cotrim Segurado.

Conhecendo a comunidade USP

A pesquisa institucional “Inquérito sobre a funcionalidade dos membros da comunidade USP” foi uma das ações propostas pelo Grupo de Trabalho do Egida que discutiu o aprimoramento dos critérios de caracterização da população da Universidade e sua diversidade.

“Uma das atribuições do Egida é contribuir para o aprofundamento do autoconhecimento institucional, de modo a poder subsidiar a gestão da Universidade na formulação de suas políticas e na melhor tomada de decisão em benefício da coletividade”, ressalta Segurado.

A pesquisa é realizada em parceria com a Faculdade de Medicina (FM) e o Instituto de Medicina Física e Reabilitação do Hospital das Clínicas (Imrea), e coordenada pela professora da FM, Linamara Rizzo Battistella.

Nos próximos meses, o Escritório planeja dar continuidade às pesquisas, voltando-se para temas de interesse institucional, tais como a avaliação das iniciativas de inclusão e ação afirmativa nos cursos de graduação, a contribuição dos professores seniores à Universidade, entre outros.


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