Na 52ª posição, USP é a melhor latino-americana no NTU Ranking

Outras cinco universidades brasileiras foram classificadas entre as 500 melhores no ranking geral

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Arte: Jornal da USP

A USP é a 52ª melhor universidade do mundo, de acordo com o Performance Ranking of Scientific Papers for World Universities 2020, divulgado no dia 10 de outubro pela Universidade Nacional de Taiwan (NTU, na sigla em inglês). A Universidade segue como a instituição latino-americana mais bem classificada.

A primeira colocada foi a Universidade de Harvard (EUA), seguida pela Universidade de Stanford (EUA) e pela Universidade de Toronto (Canadá).

Outras cinco instituições brasileiras foram classificadas entre as 500 melhores no ranking geral: a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), classificada em 319º lugar; a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), em 394º; a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 403º; a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em 448º; e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em 467º.

Nesse ranking, que também avalia as instituições por área do conhecimento, a USP manteve-se entre as 200 melhores nos seis campos avaliados: em Agricultura (6ª posição), em Ciências da Vida (44ª), em Medicina (73ª), em Ciências Naturais (78ª), em Ciências Sociais (123ª) e em Engenharia (169ª).

Na avaliação por áreas de concentração, a Universidade ficou entre as 100 melhores em 15 dos 24 itens considerados: Ciências Agrícolas (na 3ª posição), Botânica e Zoologia (6ª), Microbiologia (18ª), Farmácia e Toxicologia (19ª), Biologia e Bioquímica (20ª), Matemática (35ª), Ecologia e Meio Ambiente (35ª), Imunologia (41ª), Ciência Espacial (53ª), Medicina Clínica (60ª), Biologia Molecular e Genética (66ª), Neurociência e Comportamento (70ª), Psiquiatria e Psicologia (86ª), Física (89ª) e Química (99ª).

Publicado desde 2007 pela National Taiwan University, o NTU Ranking avalia e classifica a produção científica de 800 universidades no mundo todo, tendo como base três importantes critérios: produtividade (que representa até 25% da pontuação), impacto (35%) e excelência da pesquisa (40%). O sistema de classificação foi desenvolvido para avaliar o desempenho acadêmico de universidades e dimensionar suas conquistas no que tange à produção científica, comparando a qualidade e a quantidade das pesquisas produzidas. A seleção das universidades é feita a partir da base de dados do Essential Science Indicators (ESI).

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