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		<title>Cidade em Movimento - USP</title>
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		<description>Cidade em Movimento é um podcast que pretende discutir os problemas da cidade de São Paulo, a partir das pesquisas realizadas, pelo mesmo tema, na Universidade de São Paulo</description>
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		<copyright>© 2024 Jornal da USP</copyright>
		<itunes:subtitle>Ouça os podcast no Jornal da USP - Universidade de São Paulo</itunes:subtitle>
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	<channel-title>Além do Algoritmo</channel-title>
	<channel-description>Além do Algoritmo aborda os vários aspectos que formam a Inteligência Artificial (IA). Em conversa com o jornalista Marcello Rollemberg, o sociólogo Glauco Arbix traz à tona os dilemas contemporâneos relacionados à crescente presença da IA na sociedade.</channel-description>
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	<channel-title>Alimentação e Sustentabilidade</channel-title>
	<channel-description>Espaço para reflexão e produção de conhecimento dos sistemas alimentares</channel-description>
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	<channel-title>Ambiente é o meio</channel-title>
	<channel-description>O programa discute temas ambientais e sociais, analisa questões de sustentabilidade por meio de entrevistas com especialistas e pesquisadores da área no âmbito do município, do Estado, do País e do planeta.</channel-description>
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	<channel-title>Arte no Rádio</channel-title>
	<channel-description>O podcast Arte no Rádio traz para o rádio peças teatrais de autores nacionais e estrangeiros</channel-description>
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	<channel-title>Autoral Brasil</channel-title>
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	<channel-title>Biblioteca Sonora - USP</channel-title>
	<channel-description>Programa sobre livros e escritores com foco na produção universitária, que se caracteriza por ser pluralista e multidisciplinar. Algumas técnicas e procedimentos do radioteatro são usadas de maneira que o tema esteja presente na entrevista do autor, possibilitando assim que o ouvinte tenha uma compreensão mais ampla do trabalho realizado.</channel-description>
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	<channel-title>Brasil Latino</channel-title>
	<channel-description>O programa Brasil Latino traz um panorama da América Latina a partir da produção acadêmica da Universidade de São Paulo e da visão de personalidades da sociedade brasileira. As entrevistas abordam temas da atualidade e da história do continente nas diferentes áreas do conhecimento, sempre com a participação de professores, pesquisadores e especialistas. </channel-description>
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	<channel-title>Ciclo 22 no Vestibular - USP</channel-title>
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	<channel-title>Cidade em Movimento</channel-title>
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	<channel-title>Ciência do turismo</channel-title>
	<channel-description>Ciência do Turismo pretende mostrar como é pensado o turismo na universidade, e as formas de poder melhorar e repensar a forma de fazer “turismo”, para além do que estamos acostumados ou mesmo, descobrir novas possibilidades.</channel-description>
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	<channel-title>Ciência USP</channel-title>
	<channel-description>Descobertas científicas, resultados de pesquisas, assuntos do momento e debates que chacoalham o mundo da ciência. O podcast é uma produção da editoria de Ciências do Jornal da USP.</channel-description>
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	<channel-title>Clube do Choro na Rádio USP</channel-title>
	<channel-description>Um programa que defende o patrimônio cultural imaterial do Brasil com os principais intérpretes e compositores de todas as gerações do choro, tocando e contando histórias.</channel-description>
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	<channel-title>Conectados pela música</channel-title>
	<channel-description>O podcast "Conectados pela Música" explora curiosidades do universo musical, destacando composições brasileiras e suas traduções e repercussões no mundo. A produção e a apresentação são do jornalista Vinícius Bernardes, com edição de som de João Carlos Megale.</channel-description>
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	<channel-title>Conexões Afro-Lusófonas</channel-title>
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	<channel-title>Construção Musical da Liberdade</channel-title>
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	<channel-title>Conversas Artísticas</channel-title>
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	<channel-title>Cultura na USP</channel-title>
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	<channel-title>Curioso por Ciência</channel-title>
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	<channel-title>De papo pro ar - USP</channel-title>
	<channel-description>Boletim semanal de 30 minutos que leva ao ar entrevistas sobre música, shows, teatro, além de dicas culturais.</channel-description>
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	<channel-title>Desvendando o Oceano</channel-title>
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	<channel-title>Diálogos na USP</channel-title>
	<channel-description>Diálogos na USP é um programa semanal da Rádio USP que discute questões que impactam a sociedade. O programa  vai ao ar na Rádio USP toda sexta-feira às 11H – São Paulo 93,7 MHz e Ribeirão Preto 107,9 MHz, e também disponível no site a TV USP</channel-description>
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	<channel-title>Diversas - USP</channel-title>
	<channel-description>Programa dedicado à divulgação da música brasileira produzida por mulheres, incluindo artistas transexuais. Busca incentivar a participação feminina no cenário musical do Brasil e refletir sobre temas como racismo, transfobia e machismo, abordados nas letras das músicas de compositoras brasileiras.</channel-description>
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	<channel-title>Diversidade em Ciência - USP</channel-title>
	<channel-description>Programa de entrevistas que aborda as pesquisas científicas sobre as relações étnico-sociais e diversidades desenvolvidas na USP e em outras instituições. O slogan do programa é “Discriminação é falta de conhecimento"</channel-description>
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	<channel-title>É Bom Saber</channel-title>
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	<channel-title>Eixos Temáticos</channel-title>
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	<channel-title>Em dia com o Direito</channel-title>
	<channel-description>O "Em Dia com o Direito"  tem como o objetivo contribuir para o fortalecimento  da cultura constitucional, para que os valores constitucionais sejam melhor compreendidos e assimilados pela população. Além disso, trará informações sobre os direitos e deveres do cidadão, e assuntos da área jurídica que permeiam o dia a dia da sociedade. </channel-description>
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	<channel-title>Energia Sustentável</channel-title>
	<channel-description>O Boletim Energia Sustentável  busca mostrar alternativas de consumo de energia que agridam menos o meio ambiente.</channel-description>
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	<channel-title>Envelhecimento Saudável</channel-title>
	<channel-description>O podcast quinzenal traz temas que tratam do envelhecimento com qualidade de vida e entendendo que esse é um processo natural da vida. O médico Egídio Dórea que também é coordenador do Programa USP 60+ da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária estará conosco apresentando dicas de saúde e muito mais informação.
Produção: Cinderela Caldeira, Breno Marino, Isabella Lopes e Sophia Vieira
E-mail: ouvinte@usp.br
Horário: terça-feira – quinzenal – jornalismo Rádio USP</channel-description>
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	<channel-title>Fake News não Pod</channel-title>
	<channel-description>Orientar a população sobre o que são fake news e como combatê-las. Esse é o objetivo principal do podcast Fake News não Pod que a Rádio USP apresenta todas as quartas-feiras, a partir das 8h05. O podcast pretende também disseminar a ciência e impedir a divulgação de informações falsas através de linguagem acessível e de forma interativa, oferecendo uma fonte segura de informação sobre diversos temas relacionados à área da saúde.</channel-description>
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	<channel-title>História do Rock</channel-title>
	<channel-description>Apresentação: "História do Rock é a biografia não autorizada do primeiro gênero musical a se tornar um fenômeno cultural mundial. Música feita para incomodar e que é transformada a cada nova geração, o Rock tem muitas sonoridades e estilos, e o programa traz todas as semanas temas e artistas que fizeram música inesquecível, sempre mostrando os contextos musicais e sociais ao redor das canções. Recomenda-se ouvir no volume mais alto possível!"

Ficha Técnica: 
Produção e Apresentação: Mario De Vivo
Coprodução e edição: Gabriel Soares</channel-description>
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	<channel-title>Imagens da Infância</channel-title>
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	<channel-title>Impressões Passageiras</channel-title>
	<channel-description>Neste percurso musical de três episódios, o compositor Edson Leite traduz em música a fugacidade da vida: sentimentos momentâneos, mudanças no tempo e os sons simples que nos cercam no cotidiano. Edson Leite é maestro, organista, pianista e compositor. Foi professor titular no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC) e no Programa de Pós-Graduação Interunidades em Estética e História da Arte da USP.</channel-description>
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	<channel-title>Jornadas com Beethoven</channel-title>
	<channel-description>Série semanal sobre a vida e a música do compositor Ludwig van Beethoven para comemorar os 250 anos de seu nascimento. A série está dividida em capítulos mensais: o primeiro programa do mês é essencialmente biográfico e delimita o período da vida de Beethoven a ser tratado, cujas músicas são apreciadas nos demais programas do mês.

O programa é transmitido pela Rádio USP, às sextas-feiras, às 21h, e disponibilizado como podcast às quartas-feiras.

Roteiro e apresentação: Vitor Ramirez
Revisão: Gustavo Xavier</channel-description>
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	<channel-title>Jornal da USP +</channel-title>
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	<channel-title>Lado Z</channel-title>
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	<channel-title>Manhã com Bach - USP</channel-title>
	<channel-description>Dedicado à divulgação da obra do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750), o programa Manhã com Bach apresenta na íntegra, precedidas por breves comentários, músicas nos vários gêneros, estilos e instrumentos a que Bach se dedicou, como cantatas e concertos para órgão, cravo, violino e flauta, entre outros.</channel-description>
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	<channel-title>Manhã na USP</channel-title>
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	<channel-title>Metaverso</channel-title>
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	<channel-title>Minuto Saúde Mental</channel-title>
	<channel-description>O Minuto Saúde Mental foi criado para tirar dúvidas e divulgar informações atualizadas e com sólida base científica sobre saúde e transtornos mentais em uma linguagem acessível ao maior número de pessoas possível, sem perder a objetividade e profundidade.  A ideia é tratar de temas com os quais a maioria das pessoas lida de forma direta ou indireta em seu cotidiano e ajudá-las a entender o que pode estar acontecendo em seu mundo mental e a buscar ajuda adequada quando necessário. Por isso, contamos com o envio de perguntas para criar uma conversa direta e útil entre profissionais e pesquisadores da área de saúde mental e o público em geral.</channel-description>
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	<channel-title>Momento China USP</channel-title>
	<channel-description>Momento China USP explora as conexões entre a Universidade de São Paulo e a China. Entrevistas com docentes e discentes revelam como a parceria USP-China impulsiona avanços científicos, tecnológicos e acadêmicos. A missão do programa é ampliar a compreensão sobre esse país que se tornou essencial para o futuro do conhecimento.</channel-description>
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	<channel-title>Momento Cidade - USP</channel-title>
	<channel-description>Um podcast sobre nossos espaços urbanos, seus problemas, seus avanços e seu futuro. Entrevistas quinzenais com especialistas que respondem perguntas e sugerem soluções para a cidade.</channel-description>
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	<channel-title>Momento Música na USP</channel-title>
	<channel-description>Gravações das orquestras, corais e grupos vinculados aos departamentos de música da USP de São Paulo e de Ribeirão Preto. Aqui você também encontra trabalhos solo e composições dos professores atuais e daqueles que fazem parte da história dos cursos de música uspianos. Sempre com as contextualizações e explicações que fazem sua audição ser mais interessante</channel-description>
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	<channel-title>Momento Odontologia - USP</channel-title>
	<channel-description>O Momento Odontologia leva informações sobre a saúde da boca e a preservação dos dentes, sempre fundamentadas no conhecimento científico produzido na Universidade de São Paulo.</channel-description>
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	<channel-title>Momento Saúde</channel-title>
	<channel-description>Podcast com entrevistas sobre temas de saúde, abordados por professores da Universidade de São Paulo, apresentadas originalmente no Jornal da USP no Ar. O Jornal da USP no Ar é transmitido pela Rádio USP (93,7 FM São Paulo e 107,9 FM Ribeirão Preto) de segunda a sexta, das 7h30 às 9h30. </channel-description>
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	<channel-title>Momento Sociedade - USP</channel-title>
	<channel-description>Um podcast que fala sobre os problemas enfrentados pela sociedade e  as soluções apresentadas através estudos realizados na Universidade de São Paulo, em especial da área de humanas.</channel-description>
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	<channel-title>Momento Tecnologia - USP</channel-title>
	<channel-description>O Momento Tecnologia pretende apresentar novas tecnologias desenvolvidas na Universidade de São Paulo e que são aplicadas na solução de problemas identificados nos vários segmentos da sociedade.</channel-description>
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	<channel-title>Mosaicos Culturais</channel-title>
	<channel-description>O podcast Mosaicos Culturais: Ouça o que Estudantes Ouvem da Rádio USP tem a intenção de fazer com que a audiência absorva um universo musical vibrante e diverso, construído pelas vozes e experiências sonoras trazidas por estudantes da graduação e da pós-graduação da USP.

Um mosaico de percepções e estilos musicais ocorre de segunda a sexta-feira, às 11h e às 16h, em uma jornada sonora que gira em torno de 6 a 10 minutos.</channel-description>
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	<channel-title>Novos Cientistas</channel-title>
	<channel-description>Espaço destinado aos novos mestres e doutores da USP para falar sobre suas pesquisas e inovações, num bate-papo informal e descontraído.</channel-description>
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	<channel-title>O Mar Não Está Pra Peixe - USP</channel-title>
	<channel-description>Já parou pra pensar sobre tudo de bom que o oceano faz por nós, e tudo de ruim que estamos fazendo com ele? Mergulhe com o repórter Herton Escobar na busca de respostas para um dos dilemas existenciais mais profundos da nossa era: como salvar o oceano de nós mesmos e preservar o futuro da espécie humana nesse planeta que aprendemos a chamar de Terra, mas deveria ser chamado Água. 

Um podcast documental, produzido pelo Jornal da USP, com apoio do Instituto Serrapilheira. Serão cinco episódios no total, com lançamentos quinzenais, a partir de 4 de julho de 2024. Mais informações em jornal.usp.br.</channel-description>
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	<channel-title>O Samba Pede Passagem</channel-title>
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	<channel-title>O Sul em Cima</channel-title>
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	<channel-title>Olhar Brasileiro - USP</channel-title>
	<channel-description>O programa tem a proposta de mostrar a riqueza da Música Popular Brasileira de qualidade, quer seja a de ontem, quer seja a de hoje, enfatizando o talento de nossos autores e de nossos intérpretes.</channel-description>
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	<channel-title>Outra Frequência</channel-title>
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	<channel-title>Palavra da Semana - USP</channel-title>
	<channel-description>Entender o uso das palavras nos dá a compreensão daquilo que acontece ao nosso redor, e como objetos e indivíduos são nomeados, rotulados por meio das palavras e termos.  O podcast Palavra da Semana traz informações sobre o significado etimológico e semântico da palavra que foi destaque no Twitter e no Google durante a semana para contextualizá-la cultural e socialmente.   </channel-description>
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	<channel-title>Panorama Paulista</channel-title>
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	<channel-title>Pílula Farmacêutica</channel-title>
	<channel-description>O podcast Pílula Farmacêutica pretende difundir informações sobre o uso racional de medicamentos, hábitos saudáveis de vida, esclarecendo sobre as doenças mais prevalentes e as ações promotoras da saúde. É apresentado pelos alunos de graduação da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, com supervisão da professora Regina Célia Garcia de Andrade. Trabalhos técnicos de Luiz Antonio Fontana e apresentação de Rosemeire Talamone.
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	<channel-title>Quilombo Academia</channel-title>
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	<channel-title>Rádio Corisco</channel-title>
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	<channel-title>Rádio Matraca</channel-title>
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	<channel-title>Rádio TUSP</channel-title>
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	<channel-title>Revoredo</channel-title>
	<channel-description>Apresentação: "Revoredo, o som da Viola Caipira instrumental. As possibilidades inventivas e interpretativas de um cordofone brasileiro."
Ficha Técnica: 
Produção e apresentação: Maestro José Gustavo Julião de Camargo
Coprodução e Edição: Rádio USP Ribeirão Preto</channel-description>
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	<channel-title>Rock Brazuca</channel-title>
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	<channel-title>Saúde sem Complicações</channel-title>
	<channel-description>O "Saúde Sem Complicações" aproxima a Universidade da comunidade externa a partir da discussão de temas que tratam do processo saúde-doença, desde a prevenção até os tratamentos mais avançados e disponíveis e, ainda, as pesquisas mais recentes sobre o assunto abordado. Também traz temas relacionados ao bem-estar e qualidade de vida. Tudo a partir do ponto de vista de especialistas e pesquisadores.</channel-description>
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	<channel-title>SaúDiversidade</channel-title>
	<channel-description>SaúDiversidade é um podcast de saúde para as pessoas LGBT+. É apresentado e produzido por Mario Cesar Vilhena, professor e pesquisador em Direitos Humanos, e Vivian Avelino-Silva, médica infectologista e professora na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e na Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein. Novos episódios às quartas-feiras.</channel-description>
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	<channel-title>Sonoridade das palavras</channel-title>
	<channel-description>Roteiro e Apresentação: Magaly Prado (coordenadora de programas especiais)
Captação e Edição: Julio Cesar Bazanini
Onde e Quando Ouvir: No ar pela Rádio USP:
Transmissão: Terças-feiras de Outubro (7, 14, 21 e 28) às 17h
Reprise: Domingos, às 18h</channel-description>
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	<channel-title>Sons do Brasil</channel-title>
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	<channel-title>Teatro de Babel</channel-title>
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	<channel-title>Universidade 93.7</channel-title>
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	<channel-title>Universo das Emissoras Públicas</channel-title>
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	<channel-title>USP Analisa</channel-title>
	<channel-description>O programa apresenta um especialista da USP para apresentar contribuições acadêmicas que tragam novas perspectivas de melhoria da qualidade de vida ou problemas sociais emergentes para os quais a Universidade trabalhe soluções. É uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</channel-description>
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	<channel-title>USP e Educação</channel-title>
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	<channel-title>USP Especiais</channel-title>
	<channel-description>Temas diversos no amplo campo da cultura, tratados em profundidade e a partir de seus sons. Entrevistas, documentários, reportagens, séries e ficções, estão presentes para abordar não apenas assuntos das artes como também contextos históricos, movimentos culturais e trajetórias de vida como parte da cultura. Todas as terças-feiras, às 21h, com reprise aos sábados, às 20h, na Rádio USP São Paulo, em 93,7, e em Ribeirão Preto em 107,9. Ouça também no endereço: https://jornal.usp.br/radio/


Apresentação e produção: Gustavo Xavier, Thales Figueiredo e estagiários(as) da Superintendência de Comunicação Social
E-mail: ouvinte@usp.br
Horário: terça às 21h, com reprise aos sábados às 20h
Duração: 1 hora</channel-description>
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	<channel-title>ViaCast</channel-title>
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	<channel-title>Violão em Foco</channel-title>
	<channel-description>Um Projeto de Extensão em formato de minipodcasts radiofônicos produzidos pelo Curso de Bacharelado em Violão da Universidade Estadual de Maringá (UEM), sob coordenação dos Prof. Dr. Flávio Apro e Prof. Dr. Paulo Lopes.</channel-description>
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	<channel-title>Vira e Mexe - USP</channel-title>
	<channel-description>O programa apresenta a história do forró e traz um acervo de xotes, baiões, arrasta-pés e xaxados com seus principais personagens, como Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro. Há espaço para novos talentos e convidados especiais num bate-papo descontraído sobre histórias deste gênero musical.</channel-description>
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		<itunes:summary>Cidade em Movimento é um podcast que pretende discutir os problemas da cidade de São Paulo, a partir das pesquisas realizadas, pelo mesmo tema, na Universidade de São Paulo</itunes:summary>
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				<title>Cidade em Movimento - USP</title>
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	<title>Cidade em Movimento #23: Mobilidade e inclusão das mulheres</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/cidade-em-movimento-23-mobilidade-e-inclusao-das-mulheres/</link>
	<pubDate>Thu, 14 May 2026 13:03:43 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[Entre janeiro e março de 2026, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo registrou 910 denúncias de estupro na capital paulista. O estupro não acontece somente com mulheres, mas elas são as que mais sofrem com esse tipo de violência. O cenário demonstra como a cidade de São Paulo afeta as mulheres e que o município não foi pensado com elas nem para elas. Segundo Paula Freire Santoro, coordenadora do Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade (LabCidade) e professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design da USP, as mulheres sofrem três tipos de violência ao longo da sua trajetória pela cidade de São Paulo e dos grandes centros urbanos.

A primeira está associada ao trajeto até o transporte público, na rua. “Um assédio que é no caminho do ponto de ônibus, por exemplo, e no ponto, que é um assédio verbal, mas que está corporalmente  constante, mas é um assédio que, muitas vezes, a gente não considera assédio.” O outro é o assédio físico que ocorre dentro do transporte público, que, como diz a professora, "é um assédio corporal, que é dentro do ônibus, dentro do vagão do Metrô, dentro do vagão do trem, que está muito cheio, ou seja, a condição do nosso serviço de lotação implica num assédio que é corporal. É um homem se esfregando na mulher, colocando-a em situações que tem o constrangimento de descrever. Mas a gente sabe que elas se dão”.

A terceira forma é o estupro, que acontece tanto em locais abertos quanto em locais fechados. Paula Santoro explica que, dependendo do caminho a ser percorrido, o trajeto pode facilitar momentos de abuso sexual. “Isso também acontece nesses espaços confinados, mas também acontece no caminho. Quando esse caminho é muito ermo, por exemplo, quando eu tenho uma série de arbustos e verdes, ou seja, na hora que eu penso a vegetação, pensar em uma vegetação que visualmente eu possa ver pessoa a pessoa caminhando é importante.”]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Entre janeiro e março de 2026, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo registrou 910 denúncias de estupro na capital paulista. O estupro não acontece somente com mulheres, mas elas são as que mais sofrem com esse tipo de violência. O cen]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[Entre janeiro e março de 2026, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo registrou 910 denúncias de estupro na capital paulista. O estupro não acontece somente com mulheres, mas elas são as que mais sofrem com esse tipo de violência. O cenário demonstra como a cidade de São Paulo afeta as mulheres e que o município não foi pensado com elas nem para elas. Segundo Paula Freire Santoro, coordenadora do Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade (LabCidade) e professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design da USP, as mulheres sofrem três tipos de violência ao longo da sua trajetória pela cidade de São Paulo e dos grandes centros urbanos.

A primeira está associada ao trajeto até o transporte público, na rua. “Um assédio que é no caminho do ponto de ônibus, por exemplo, e no ponto, que é um assédio verbal, mas que está corporalmente  constante, mas é um assédio que, muitas vezes, a gente não considera assédio.” O outro é o assédio físico que ocorre dentro do transporte público, que, como diz a professora, "é um assédio corporal, que é dentro do ônibus, dentro do vagão do Metrô, dentro do vagão do trem, que está muito cheio, ou seja, a condição do nosso serviço de lotação implica num assédio que é corporal. É um homem se esfregando na mulher, colocando-a em situações que tem o constrangimento de descrever. Mas a gente sabe que elas se dão”.

A terceira forma é o estupro, que acontece tanto em locais abertos quanto em locais fechados. Paula Santoro explica que, dependendo do caminho a ser percorrido, o trajeto pode facilitar momentos de abuso sexual. “Isso também acontece nesses espaços confinados, mas também acontece no caminho. Quando esse caminho é muito ermo, por exemplo, quando eu tenho uma série de arbustos e verdes, ou seja, na hora que eu penso a vegetação, pensar em uma vegetação que visualmente eu possa ver pessoa a pessoa caminhando é importante.”]]></content:encoded>
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	<itunes:summary><![CDATA[Entre janeiro e março de 2026, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo registrou 910 denúncias de estupro na capital paulista. O estupro não acontece somente com mulheres, mas elas são as que mais sofrem com esse tipo de violência. O cenário demonstra como a cidade de São Paulo afeta as mulheres e que o município não foi pensado com elas nem para elas. Segundo Paula Freire Santoro, coordenadora do Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade (LabCidade) e professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design da USP, as mulheres sofrem três tipos de violência ao longo da sua trajetória pela cidade de São Paulo e dos grandes centros urbanos.

A primeira está associada ao trajeto até o transporte público, na rua. “Um assédio que é no caminho do ponto de ônibus, por exemplo, e no ponto, que é um assédio verbal, mas que está corporalmente  constante, mas é um assédio que, muitas vezes, a gente não considera assédio.” O outro é o assédio físico que ocorre dentro do transporte público, que, como diz a professora, "é um assédio corporal, que é dentro do ônibus, dentro do vagão do Metrô, dentro do vagão do trem, que está muito cheio, ou seja, a condição do nosso serviço de lotação implica num assédio que é corporal. É um homem se esfregando na mulher, colocando-a em situações que tem o constrangimento de descrever. Mas a gente sabe que elas se dão”.

A terceira forma é o estupro, que acontece tanto em locais abertos quanto em locais fechados. Paula Santoro explica que, dependendo do caminho a ser percorrido, o trajeto pode facilitar momentos de abuso sexual. “Isso também acontece nesses espaços confinados, mas também acontece no caminho. Quando esse caminho é muito ermo, por exemplo, quando eu tenho uma série de arbustos e verdes, ou seja, na hora que eu penso a vegetação, pensar em uma vegetação que visualmente eu possa ver pessoa a pessoa caminhando é importante.”]]></itunes:summary>
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		<title>Cidade em Movimento #23: Mobilidade e inclusão das mulheres</title>
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	<title>Cidade em Movimento #22: Ciclovias e sinistros</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/cidade-em-movimento-22-ciclovias-e-sinistros/</link>
	<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 11:29:16 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[Segundo dados divulgados pela SPTrans, em 2025, houve uma redução no número de passageiros de ônibus na capital paulista em relação ao ano anterior. Enquanto em 2024 a média era de 7,13 milhões de paulistanos, no ano seguinte o índice caiu para 7,05 milhões. Essas estatísticas indicam uma mudança no modo de transporte utilizado pelos habitantes de São Paulo.

O avanço do transporte individual foi um dos fatores para essa redução recente, principalmente as motocicletas. As bicicletas também têm ganhado mais espaço no panorama atual da cidade. Com custo mais acessível para as pessoas e de fácil locomoção em curtas distâncias, paulistas têm optado por esse modo de transporte no dia a dia. Contudo, o município não tem acompanhado essa tendência, apresentando problemas envolvendo ciclistas e o estado de uso das próprias ciclovias.

De acordo com a Associação Brasileira do Setor de Bicicletas, apenas em janeiro deste ano houve um aumento de 15% nas ocorrências de sinistros em relação ao mesmo período de 2024. Mateus Humberto, professor no Departamento de Engenharia de Transportes da Escola Politécnica (Poli) da USP, afirma que a largura das vias destinadas a ciclistas, pistas escorregadias, buracos e até falta de limpeza das ciclovias são alguns dos problemas que contribuem para esse aumento.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em <a href="https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/</a>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Segundo dados divulgados pela SPTrans, em 2025, houve uma redução no número de passageiros de ônibus na capital paulista em relação ao ano anterior. Enquanto em 2024 a média era de 7,13 milhões de paulistanos, no ano seguinte o índice caiu para 7,05 milh]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[Segundo dados divulgados pela SPTrans, em 2025, houve uma redução no número de passageiros de ônibus na capital paulista em relação ao ano anterior. Enquanto em 2024 a média era de 7,13 milhões de paulistanos, no ano seguinte o índice caiu para 7,05 milhões. Essas estatísticas indicam uma mudança no modo de transporte utilizado pelos habitantes de São Paulo.

O avanço do transporte individual foi um dos fatores para essa redução recente, principalmente as motocicletas. As bicicletas também têm ganhado mais espaço no panorama atual da cidade. Com custo mais acessível para as pessoas e de fácil locomoção em curtas distâncias, paulistas têm optado por esse modo de transporte no dia a dia. Contudo, o município não tem acompanhado essa tendência, apresentando problemas envolvendo ciclistas e o estado de uso das próprias ciclovias.

De acordo com a Associação Brasileira do Setor de Bicicletas, apenas em janeiro deste ano houve um aumento de 15% nas ocorrências de sinistros em relação ao mesmo período de 2024. Mateus Humberto, professor no Departamento de Engenharia de Transportes da Escola Politécnica (Poli) da USP, afirma que a largura das vias destinadas a ciclistas, pistas escorregadias, buracos e até falta de limpeza das ciclovias são alguns dos problemas que contribuem para esse aumento.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em <a href="https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/</a>]]></content:encoded>
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	<itunes:summary><![CDATA[Segundo dados divulgados pela SPTrans, em 2025, houve uma redução no número de passageiros de ônibus na capital paulista em relação ao ano anterior. Enquanto em 2024 a média era de 7,13 milhões de paulistanos, no ano seguinte o índice caiu para 7,05 milhões. Essas estatísticas indicam uma mudança no modo de transporte utilizado pelos habitantes de São Paulo.

O avanço do transporte individual foi um dos fatores para essa redução recente, principalmente as motocicletas. As bicicletas também têm ganhado mais espaço no panorama atual da cidade. Com custo mais acessível para as pessoas e de fácil locomoção em curtas distâncias, paulistas têm optado por esse modo de transporte no dia a dia. Contudo, o município não tem acompanhado essa tendência, apresentando problemas envolvendo ciclistas e o estado de uso das próprias ciclovias.

De acordo com a Associação Brasileira do Setor de Bicicletas, apenas em janeiro deste ano houve um aumento de 15% nas ocorrências de sinistros em relação ao mesmo período de 2024. Mateus Humberto, professor no Departamento de Engenharia de Transportes da Escola Politécnica (Poli) da USP, afirma que a largura das vias destinadas a ciclistas, pistas escorregadias, buracos e até falta de limpeza das ciclovias são alguns dos problemas que contribuem para esse aumento.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/]]></itunes:summary>
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		<title>Cidade em Movimento #22: Ciclovias e sinistros</title>
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	<title>Cidade em Movimento #21: Preservação arquitetônica</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/cidade-em-movimento-21-preservacao-arquitetonica/</link>
	<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 12:38:18 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[O trabalho dos órgãos de preservação patrimonial vai muito além de igrejas, casas coloniais, monumentos e grandes construções— como a estação da Luz, a Biblioteca Mário de Andrade e o Copan. Órgãos como o Iphan, Condephaat e o Conpresp também atuam no <a href="https://prefeitura.sp.gov.br/w/servico/perguntas-frequentes-sobre-tombamento#:~:text=O%20tombamento%20%C3%A9%20a%20primeira,conserva%C3%A7%C3%A3o%2C%20propiciando%20sua%20plena%20utiliza%C3%A7%C3%A3o." target="_blank" rel="noopener">tombamento</a> e preservação de prédios comerciais, casas, vilas, fábricas, obras de arte e até espaços naturais.

Entre os mais de 4.000 bens tombados na capital paulista, alguns dos mais inusitados, são um posto de gasolina na Aclimação, uma cratera em Parelheiros, uma árvore no Sacomã, um túmulo dentro da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, o muro do cemitério do Araçá, o alambrado do estádio do <a href="https://www.juventus.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Juventus</a>, entre outros.

Todavia, na cidade marcada pela “<a href="https://open.spotify.com/track/1znxSVzjXiuIaN5MV5gdwt?si=ztNV5D-hTEm1TeJWK3XFZg" target="_blank" rel="noopener">Força da grana que ergue e destrói coisas belas</a>”, a preservação daquilo que já está construído é um dos muitos desafios enfrentados. Para além da dificuldade associada às reformas, preservação e uso de edificações já <a href="https://prefeitura.sp.gov.br/w/servico/perguntas-frequentes-sobre-tombamento#:~:text=O%20tombamento%20%C3%A9%20a%20primeira,conserva%C3%A7%C3%A3o%2C%20propiciando%20sua%20plena%20utiliza%C3%A7%C3%A3o." target="_blank" rel="noopener">tombadas</a>, existe também a dificuldade em preservar características urbanas e naturais de bairros e realizar o tombamento de novos imóveis. 

Segundo <a href="http://lattes.cnpq.br/5466255804283280" target="_blank" rel="noopener">Simone Scifoni</a>, professora da<a href="https://www.fflch.usp.br/" target="_blank" rel="noopener"> Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas</a>, especializada em Geografia Urbana, as instituições responsáveis pela preservação arquitetônica “trabalham majoritariamente com um olhar muito elitista, baseado em aspectos como monumentalidade, excepcionalidade, valores formais ligados à arquitetura técnica e estética. Em consequência disso, uma série de bens culturais ligados ao cotidiano das cidades, às formas de morar, de trabalho e de lazer não se enquadram nessa visão elitista, elas ficam de fora”. O resultado disso, segundo a professora, é que a cidade de São Paulo vem perdendo parte significativa dos bens culturais ligados à década de 30, 40, 50, 60. “São bens que testemunham a história cotidiana da cidade, dos usos cotidianos. O conjunto de casinhas, os sobradinhos que testemunham as formas de morar, pequenos comércios, cinemas de rua, campos de futebol de várzea, fábricas, clubes”, completa.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em <a href="https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/</a>]]></description>
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	<content:encoded><![CDATA[O trabalho dos órgãos de preservação patrimonial vai muito além de igrejas, casas coloniais, monumentos e grandes construções— como a estação da Luz, a Biblioteca Mário de Andrade e o Copan. Órgãos como o Iphan, Condephaat e o Conpresp também atuam no <a href="https://prefeitura.sp.gov.br/w/servico/perguntas-frequentes-sobre-tombamento#:~:text=O%20tombamento%20%C3%A9%20a%20primeira,conserva%C3%A7%C3%A3o%2C%20propiciando%20sua%20plena%20utiliza%C3%A7%C3%A3o." target="_blank" rel="noopener">tombamento</a> e preservação de prédios comerciais, casas, vilas, fábricas, obras de arte e até espaços naturais.

Entre os mais de 4.000 bens tombados na capital paulista, alguns dos mais inusitados, são um posto de gasolina na Aclimação, uma cratera em Parelheiros, uma árvore no Sacomã, um túmulo dentro da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, o muro do cemitério do Araçá, o alambrado do estádio do <a href="https://www.juventus.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Juventus</a>, entre outros.

Todavia, na cidade marcada pela “<a href="https://open.spotify.com/track/1znxSVzjXiuIaN5MV5gdwt?si=ztNV5D-hTEm1TeJWK3XFZg" target="_blank" rel="noopener">Força da grana que ergue e destrói coisas belas</a>”, a preservação daquilo que já está construído é um dos muitos desafios enfrentados. Para além da dificuldade associada às reformas, preservação e uso de edificações já <a href="https://prefeitura.sp.gov.br/w/servico/perguntas-frequentes-sobre-tombamento#:~:text=O%20tombamento%20%C3%A9%20a%20primeira,conserva%C3%A7%C3%A3o%2C%20propiciando%20sua%20plena%20utiliza%C3%A7%C3%A3o." target="_blank" rel="noopener">tombadas</a>, existe também a dificuldade em preservar características urbanas e naturais de bairros e realizar o tombamento de novos imóveis. 

Segundo <a href="http://lattes.cnpq.br/5466255804283280" target="_blank" rel="noopener">Simone Scifoni</a>, professora da<a href="https://www.fflch.usp.br/" target="_blank" rel="noopener"> Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas</a>, especializada em Geografia Urbana, as instituições responsáveis pela preservação arquitetônica “trabalham majoritariamente com um olhar muito elitista, baseado em aspectos como monumentalidade, excepcionalidade, valores formais ligados à arquitetura técnica e estética. Em consequência disso, uma série de bens culturais ligados ao cotidiano das cidades, às formas de morar, de trabalho e de lazer não se enquadram nessa visão elitista, elas ficam de fora”. O resultado disso, segundo a professora, é que a cidade de São Paulo vem perdendo parte significativa dos bens culturais ligados à década de 30, 40, 50, 60. “São bens que testemunham a história cotidiana da cidade, dos usos cotidianos. O conjunto de casinhas, os sobradinhos que testemunham as formas de morar, pequenos comércios, cinemas de rua, campos de futebol de várzea, fábricas, clubes”, completa.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em <a href="https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/</a>]]></content:encoded>
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	<itunes:summary><![CDATA[O trabalho dos órgãos de preservação patrimonial vai muito além de igrejas, casas coloniais, monumentos e grandes construções— como a estação da Luz, a Biblioteca Mário de Andrade e o Copan. Órgãos como o Iphan, Condephaat e o Conpresp também atuam no tombamento e preservação de prédios comerciais, casas, vilas, fábricas, obras de arte e até espaços naturais.

Entre os mais de 4.000 bens tombados na capital paulista, alguns dos mais inusitados, são um posto de gasolina na Aclimação, uma cratera em Parelheiros, uma árvore no Sacomã, um túmulo dentro da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, o muro do cemitério do Araçá, o alambrado do estádio do Juventus, entre outros.

Todavia, na cidade marcada pela “Força da grana que ergue e destrói coisas belas”, a preservação daquilo que já está construído é um dos muitos desafios enfrentados. Para além da dificuldade associada às reformas, preservação e uso de edificações já tombadas, existe também a dificuldade em preservar características urbanas e naturais de bairros e realizar o tombamento de novos imóveis. 

Segundo Simone Scifoni, professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, especializada em Geografia Urbana, as instituições responsáveis pela preservação arquitetônica “trabalham majoritariamente com um olhar muito elitista, baseado em aspectos como monumentalidade, excepcionalidade, valores formais ligados à arquitetura técnica e estética. Em consequência disso, uma série de bens culturais ligados ao cotidiano das cidades, às formas de morar, de trabalho e de lazer não se enquadram nessa visão elitista, elas ficam de fora”. O resultado disso, segundo a professora, é que a cidade de São Paulo vem perdendo parte significativa dos bens culturais ligados à década de 30, 40, 50, 60. “São bens que testemunham a história cotidiana da cidade, dos usos cotidianos. O conjunto de casinhas, os sobradinhos que testemunham as formas de morar, pequenos comércios, cinemas de rua, campos de futebol de várzea, fábricas, clubes”, completa.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/]]></itunes:summary>
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	<title>Cidade em Movimento #20: Imigração latino-americana e africana</title>
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	<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 11:28:53 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[Embora na memória coletiva do País se destaquem os movimentos migratórios provenientes dos países europeus e do Japão, o cenário atual brasileiro se difere do que foi no passado. Segundo <a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/43816-censo-2022-numero-de-imigrantes-volta-a-crescer-pela-primeira-vez-desde-1960" target="_blank" rel="noopener">dados do Censo do IBGE</a>, de 2010 a 2022 houve um crescimento expressivo de imigrantes estrangeiros no Brasil, saltando de 592 mil para 1 milhão de pessoas. Dentro do mesmo período, a parcela de imigrantes latino-americanos foi de 183 mil em 2010 para 646 mil em 2022, com grande influência dos imigrantes nascidos na Venezuela (272 mil), ao passo que, entre os europeus, houve uma redução de 263 mil para 203 mil no mesmo período.

Para além do Hemisfério em comum, outro destaque vai para os imigrantes africanos. Em 2010, a população africana vivendo no Brasil era de 18 mil pessoas, em 2022 o número chega a quase o dobro, com 33 mil estrangeiros. O estudo <em><a href="https://www.scielo.br/j/remhu/a/NTVNKhcQScbJpqHRSn96RQj/?lang=pt&amp;utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">Espaços das Migrações Transnacionais: Perfil Sociodemográfico de Imigrantes da África para o Brasil no Século XXI</a></em> documenta que, entre 2000 e 2017, foram emitidos mais de 52 mil registros de africanos no sistema oficial de migração (RNE). A taxa média de crescimento anual desse fluxo africano foi de 11,5% ao ano, superior à média geral dos imigrantes internacionais, de aproximadamente 9% a.a.



Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em <a href="https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/</a>]]></description>
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	<content:encoded><![CDATA[Embora na memória coletiva do País se destaquem os movimentos migratórios provenientes dos países europeus e do Japão, o cenário atual brasileiro se difere do que foi no passado. Segundo <a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/43816-censo-2022-numero-de-imigrantes-volta-a-crescer-pela-primeira-vez-desde-1960" target="_blank" rel="noopener">dados do Censo do IBGE</a>, de 2010 a 2022 houve um crescimento expressivo de imigrantes estrangeiros no Brasil, saltando de 592 mil para 1 milhão de pessoas. Dentro do mesmo período, a parcela de imigrantes latino-americanos foi de 183 mil em 2010 para 646 mil em 2022, com grande influência dos imigrantes nascidos na Venezuela (272 mil), ao passo que, entre os europeus, houve uma redução de 263 mil para 203 mil no mesmo período.

Para além do Hemisfério em comum, outro destaque vai para os imigrantes africanos. Em 2010, a população africana vivendo no Brasil era de 18 mil pessoas, em 2022 o número chega a quase o dobro, com 33 mil estrangeiros. O estudo <em><a href="https://www.scielo.br/j/remhu/a/NTVNKhcQScbJpqHRSn96RQj/?lang=pt&amp;utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">Espaços das Migrações Transnacionais: Perfil Sociodemográfico de Imigrantes da África para o Brasil no Século XXI</a></em> documenta que, entre 2000 e 2017, foram emitidos mais de 52 mil registros de africanos no sistema oficial de migração (RNE). A taxa média de crescimento anual desse fluxo africano foi de 11,5% ao ano, superior à média geral dos imigrantes internacionais, de aproximadamente 9% a.a.



Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em <a href="https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/</a>]]></content:encoded>
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	<itunes:summary><![CDATA[Embora na memória coletiva do País se destaquem os movimentos migratórios provenientes dos países europeus e do Japão, o cenário atual brasileiro se difere do que foi no passado. Segundo dados do Censo do IBGE, de 2010 a 2022 houve um crescimento expressivo de imigrantes estrangeiros no Brasil, saltando de 592 mil para 1 milhão de pessoas. Dentro do mesmo período, a parcela de imigrantes latino-americanos foi de 183 mil em 2010 para 646 mil em 2022, com grande influência dos imigrantes nascidos na Venezuela (272 mil), ao passo que, entre os europeus, houve uma redução de 263 mil para 203 mil no mesmo período.

Para além do Hemisfério em comum, outro destaque vai para os imigrantes africanos. Em 2010, a população africana vivendo no Brasil era de 18 mil pessoas, em 2022 o número chega a quase o dobro, com 33 mil estrangeiros. O estudo Espaços das Migrações Transnacionais: Perfil Sociodemográfico de Imigrantes da África para o Brasil no Século XXI documenta que, entre 2000 e 2017, foram emitidos mais de 52 mil registros de africanos no sistema oficial de migração (RNE). A taxa média de crescimento anual desse fluxo africano foi de 11,5% ao ano, superior à média geral dos imigrantes internacionais, de aproximadamente 9% a.a.



Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/]]></itunes:summary>
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	<title>Cidade em Movimento #19: Migração interna</title>
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	<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 10:59:51 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[Segundo <a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/43815-censo-2022-19-2-milhoes-de-pessoas-vivem-fora-de-sua-regiao-de-nascimento" target="_blank" rel="noopener">dados do Censo de 2022 do IBGE,</a> 29 milhões de brasileiros vivem fora do Estado em que nasceram. Além disso, 19,2 milhões de brasileiros vivem fora da sua região de nascimento, sendo que, desses, 10,4 milhões nasceram na região Nordeste. Os processos de mobilidade entre diferentes regiões do País e de um mesmo Estado são conhecidos como migrações internas e impactam diretamente a cultura e os modos de produção econômicos de um país.

Para além dos êxodos rurais e da imagem marcante dos retirantes, os processos migratórios internos são complexos e distribuídos ao longo do tempo. Embora no passado tenham se consolidado redes de fluxos migratórios rumo à região Sudeste do País, é importante considerar os fatores que levaram a essas redes migratórias e qual o cenário atual.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em <a href="http://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/</a>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Segundo dados do Censo de 2022 do IBGE, 29 milhões de brasileiros vivem fora do Estado em que nasceram. Além disso, 19,2 milhões de brasileiros vivem fora da sua região de nascimento, sendo que, desses, 10,4 milhões nasceram na região Nordeste. Os proces]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[Segundo <a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/43815-censo-2022-19-2-milhoes-de-pessoas-vivem-fora-de-sua-regiao-de-nascimento" target="_blank" rel="noopener">dados do Censo de 2022 do IBGE,</a> 29 milhões de brasileiros vivem fora do Estado em que nasceram. Além disso, 19,2 milhões de brasileiros vivem fora da sua região de nascimento, sendo que, desses, 10,4 milhões nasceram na região Nordeste. Os processos de mobilidade entre diferentes regiões do País e de um mesmo Estado são conhecidos como migrações internas e impactam diretamente a cultura e os modos de produção econômicos de um país.

Para além dos êxodos rurais e da imagem marcante dos retirantes, os processos migratórios internos são complexos e distribuídos ao longo do tempo. Embora no passado tenham se consolidado redes de fluxos migratórios rumo à região Sudeste do País, é importante considerar os fatores que levaram a essas redes migratórias e qual o cenário atual.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em <a href="http://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/</a>]]></content:encoded>
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Para além dos êxodos rurais e da imagem marcante dos retirantes, os processos migratórios internos são complexos e distribuídos ao longo do tempo. Embora no passado tenham se consolidado redes de fluxos migratórios rumo à região Sudeste do País, é importante considerar os fatores que levaram a essas redes migratórias e qual o cenário atual.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/]]></itunes:summary>
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	<title>Cidade em Movimento #18: Imigração</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/cidade-em-movimento-18-imigracao/</link>
	<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 12:14:34 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[A migração é o deslocamento no espaço geográfico, que pode ser permanente ou não e ocasionada por fatores como conflitos, desastres ambientais, busca por melhores oportunidades de vida, estudos ou emprego. Também pode ser dentro do próprio país ou em outro. O processo de integração envolve duas vias: quem chega e aqueles que já estão no território, no qual ambas precisam ceder para alcançar uma convivência saudável.

A <a href="https://educacaoeterritorio.org.br/reportagens/ativistas-listam-oito-desafios-das-populacoes-migrantes-nas-cidades-brasileiras-1/">adaptação</a> a um novo ambiente, por sua vez, apresenta desafios econômico, ambiental, social e educacional ao migrante. Afinal, é preciso deixar para trás o conhecido para dar lugar ao desconhecido e conviver com o <a href="https://www.psicopromundo.com.br/blog/luto-e-inteligencia-intercultural-o-luto-do-imigrante/">luto</a> relacionado às vivências — perdas significativas de fases da vida, ambientações culturais, expectativas, relacionamentos e lugares.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em <a href="https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/.</a>]]></description>
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	<content:encoded><![CDATA[A migração é o deslocamento no espaço geográfico, que pode ser permanente ou não e ocasionada por fatores como conflitos, desastres ambientais, busca por melhores oportunidades de vida, estudos ou emprego. Também pode ser dentro do próprio país ou em outro. O processo de integração envolve duas vias: quem chega e aqueles que já estão no território, no qual ambas precisam ceder para alcançar uma convivência saudável.

A <a href="https://educacaoeterritorio.org.br/reportagens/ativistas-listam-oito-desafios-das-populacoes-migrantes-nas-cidades-brasileiras-1/">adaptação</a> a um novo ambiente, por sua vez, apresenta desafios econômico, ambiental, social e educacional ao migrante. Afinal, é preciso deixar para trás o conhecido para dar lugar ao desconhecido e conviver com o <a href="https://www.psicopromundo.com.br/blog/luto-e-inteligencia-intercultural-o-luto-do-imigrante/">luto</a> relacionado às vivências — perdas significativas de fases da vida, ambientações culturais, expectativas, relacionamentos e lugares.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em <a href="https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/.</a>]]></content:encoded>
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	<itunes:summary><![CDATA[A migração é o deslocamento no espaço geográfico, que pode ser permanente ou não e ocasionada por fatores como conflitos, desastres ambientais, busca por melhores oportunidades de vida, estudos ou emprego. Também pode ser dentro do próprio país ou em outro. O processo de integração envolve duas vias: quem chega e aqueles que já estão no território, no qual ambas precisam ceder para alcançar uma convivência saudável.

A adaptação a um novo ambiente, por sua vez, apresenta desafios econômico, ambiental, social e educacional ao migrante. Afinal, é preciso deixar para trás o conhecido para dar lugar ao desconhecido e conviver com o luto relacionado às vivências — perdas significativas de fases da vida, ambientações culturais, expectativas, relacionamentos e lugares.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/.]]></itunes:summary>
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	<title>Cidade em Movimento #17: Resíduos urbanos</title>
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	<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 11:29:39 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[Atualmente é considerado resíduo tudo aquilo que é gerado e, mesmo após consumido, possui alguma finalidade. Ao mesmo tempo, o que conhecemos como lixo, chamado de rejeito, diz respeito a todo produto que não possui nenhuma forma de destinação que não seja o descarte. Os resíduos urbanos, que correspondem àqueles gerados e descartados nas áreas da cidade, são de responsabilidade dos municípios brasileiros e constituem um dos grandes problemas da cidade de São Paulo.

Ligado a outros problemas, como drenagem urbana e saneamento básico, a geração e coleta de resíduos são questões que necessitam de atenção do governo da capital paulista. Segundo Marcos Buckeridge, professor do Instituto de Biociências (IB) da USP, a baixa reciclagem no município é um dos grandes agravantes da problemática. “Olhando a cidade atualmente, nós temos uma porcentagem de reciclagem de resíduos sólidos muito baixa. São produzidos, por dia, cerca de 20 mil toneladas de resíduos urbanos.” O docente ainda complementa que, mesmo a coleta domiciliar cobrindo quase toda a população, a participação na coleta seletiva é muito pequena.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em <a href="https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/.</a>]]></description>
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	<content:encoded><![CDATA[Atualmente é considerado resíduo tudo aquilo que é gerado e, mesmo após consumido, possui alguma finalidade. Ao mesmo tempo, o que conhecemos como lixo, chamado de rejeito, diz respeito a todo produto que não possui nenhuma forma de destinação que não seja o descarte. Os resíduos urbanos, que correspondem àqueles gerados e descartados nas áreas da cidade, são de responsabilidade dos municípios brasileiros e constituem um dos grandes problemas da cidade de São Paulo.

Ligado a outros problemas, como drenagem urbana e saneamento básico, a geração e coleta de resíduos são questões que necessitam de atenção do governo da capital paulista. Segundo Marcos Buckeridge, professor do Instituto de Biociências (IB) da USP, a baixa reciclagem no município é um dos grandes agravantes da problemática. “Olhando a cidade atualmente, nós temos uma porcentagem de reciclagem de resíduos sólidos muito baixa. São produzidos, por dia, cerca de 20 mil toneladas de resíduos urbanos.” O docente ainda complementa que, mesmo a coleta domiciliar cobrindo quase toda a população, a participação na coleta seletiva é muito pequena.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em <a href="https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/.</a>]]></content:encoded>
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Ligado a outros problemas, como drenagem urbana e saneamento básico, a geração e coleta de resíduos são questões que necessitam de atenção do governo da capital paulista. Segundo Marcos Buckeridge, professor do Instituto de Biociências (IB) da USP, a baixa reciclagem no município é um dos grandes agravantes da problemática. “Olhando a cidade atualmente, nós temos uma porcentagem de reciclagem de resíduos sólidos muito baixa. São produzidos, por dia, cerca de 20 mil toneladas de resíduos urbanos.” O docente ainda complementa que, mesmo a coleta domiciliar cobrindo quase toda a população, a participação na coleta seletiva é muito pequena.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/.]]></itunes:summary>
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	<title>Cidade em Movimento #16: Saneamento básico</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/cidade-em-movimento-16-saneamento-basico/</link>
	<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 11:22:36 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[O saneamento básico é o conjunto de serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos, limpeza urbana, coleta e destinação do lixo, e drenagem e manejo de chuvas, segundo a <a href="https://www.gov.br/ana/pt-br/assuntos/saneamento-basico/saneamento-basico-no-brasil/panorama-do-saneamento-no-brasil-1#:~:text=O%20saneamento%20b%C3%A1sico%20compreende%20os,manejo%20da%20%C3%A1gua%20das%20chuvas." target="_blank" rel="noopener">Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico</a> (ANA). A área gera impactos para diferentes sistemas, como saúde, meio ambiente, turismo e economia.

Na cidade de São Paulo, essa questão remonta ao <a href="https://revistadae.com.br/artigos/artigo_edicao_196_n_1566.pdf" target="_blank" rel="noopener">final do século 19</a>. Nessa época, a água era coletada direto da fonte, que podia ser de rios e córregos, por exemplo. Poços e cisternas também eram usados. No ambiente urbano, pessoas chamadas de aguadeiros, que vendiam o líquido pelas ruas, e escravizados faziam o papel de coleta e transporte de água até as casas. 

A higiene, para os ricos, era realizada em casas de banho, e o restante da população se limpava em rios próximos, os quais também eram destino para os dejetos humanos. Com o crescimento populacional, impulsionado pela <a href="https://prefeitura.sp.gov.br/w/servico/o-cafe-e-a-historia-da-cidade" target="_blank" rel="noopener">cafeicultura e imigração</a>, foi necessário criar, em 1877, um órgão que realizasse trabalhos envolvendo a água e o esgoto: a Companhia Cantareira de Água e Esgotos. E, em 1892, o governo da Província assumiu os serviços na capital.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em <a href="https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/.</a>

&nbsp;]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[O saneamento básico é o conjunto de serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos, limpeza urbana, coleta e destinação do lixo, e drenagem e manejo de chuvas, segundo a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). A área gera ]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[O saneamento básico é o conjunto de serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos, limpeza urbana, coleta e destinação do lixo, e drenagem e manejo de chuvas, segundo a <a href="https://www.gov.br/ana/pt-br/assuntos/saneamento-basico/saneamento-basico-no-brasil/panorama-do-saneamento-no-brasil-1#:~:text=O%20saneamento%20b%C3%A1sico%20compreende%20os,manejo%20da%20%C3%A1gua%20das%20chuvas." target="_blank" rel="noopener">Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico</a> (ANA). A área gera impactos para diferentes sistemas, como saúde, meio ambiente, turismo e economia.

Na cidade de São Paulo, essa questão remonta ao <a href="https://revistadae.com.br/artigos/artigo_edicao_196_n_1566.pdf" target="_blank" rel="noopener">final do século 19</a>. Nessa época, a água era coletada direto da fonte, que podia ser de rios e córregos, por exemplo. Poços e cisternas também eram usados. No ambiente urbano, pessoas chamadas de aguadeiros, que vendiam o líquido pelas ruas, e escravizados faziam o papel de coleta e transporte de água até as casas. 

A higiene, para os ricos, era realizada em casas de banho, e o restante da população se limpava em rios próximos, os quais também eram destino para os dejetos humanos. Com o crescimento populacional, impulsionado pela <a href="https://prefeitura.sp.gov.br/w/servico/o-cafe-e-a-historia-da-cidade" target="_blank" rel="noopener">cafeicultura e imigração</a>, foi necessário criar, em 1877, um órgão que realizasse trabalhos envolvendo a água e o esgoto: a Companhia Cantareira de Água e Esgotos. E, em 1892, o governo da Província assumiu os serviços na capital.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em <a href="https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/.</a>

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	<itunes:summary><![CDATA[O saneamento básico é o conjunto de serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos, limpeza urbana, coleta e destinação do lixo, e drenagem e manejo de chuvas, segundo a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). A área gera impactos para diferentes sistemas, como saúde, meio ambiente, turismo e economia.

Na cidade de São Paulo, essa questão remonta ao final do século 19. Nessa época, a água era coletada direto da fonte, que podia ser de rios e córregos, por exemplo. Poços e cisternas também eram usados. No ambiente urbano, pessoas chamadas de aguadeiros, que vendiam o líquido pelas ruas, e escravizados faziam o papel de coleta e transporte de água até as casas. 

A higiene, para os ricos, era realizada em casas de banho, e o restante da população se limpava em rios próximos, os quais também eram destino para os dejetos humanos. Com o crescimento populacional, impulsionado pela cafeicultura e imigração, foi necessário criar, em 1877, um órgão que realizasse trabalhos envolvendo a água e o esgoto: a Companhia Cantareira de Água e Esgotos. E, em 1892, o governo da Província assumiu os serviços na capital.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/.

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	<title>Cidade em Movimento #15: Drenagem urbana</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/cidade-em-movimento-15-drenagem-urbana/</link>
	<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 10:52:07 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[Em janeiro de 2025, a cidade de São Paulo sofreu o terceiro maior volume de chuva de sua história. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), foram 125,4 mm de precipitação acumulados, que causaram o alagamento de ruas e estações de Metrô, além do desabamento e quedas de árvores ao redor da capital paulista. Esses eventos, cada vez mais comuns durante o verão brasileiro, consequência das mudanças climáticas mundiais, colocam os sistemas de drenagem da cidade em xeque.

A drenagem urbana é responsável pelo recebimento e escoamento das águas para longe do espaço urbano, até os fundos de vale, como rios e córregos. Entretanto, Adriana Sandre, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design (FAU) da USP, comenta que essa lógica tem se mostrado bastante complexa e desafiadora na região metropolitana. “A impermeabilização do solo, que se intensificou na década de 70, tem sido um fator agravante nos problemas de drenagem urbana em São Paulo. Antes a água da chuva infiltrava no solo, agora ela escoa direto de nossas casas, das ruas.”

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em <a href="https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/.</a>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Em janeiro de 2025, a cidade de São Paulo sofreu o terceiro maior volume de chuva de sua história. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), foram 125,4 mm de precipitação acumulados, que causaram o alagamento de ruas e estações de Metrô, alé]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[Em janeiro de 2025, a cidade de São Paulo sofreu o terceiro maior volume de chuva de sua história. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), foram 125,4 mm de precipitação acumulados, que causaram o alagamento de ruas e estações de Metrô, além do desabamento e quedas de árvores ao redor da capital paulista. Esses eventos, cada vez mais comuns durante o verão brasileiro, consequência das mudanças climáticas mundiais, colocam os sistemas de drenagem da cidade em xeque.

A drenagem urbana é responsável pelo recebimento e escoamento das águas para longe do espaço urbano, até os fundos de vale, como rios e córregos. Entretanto, Adriana Sandre, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design (FAU) da USP, comenta que essa lógica tem se mostrado bastante complexa e desafiadora na região metropolitana. “A impermeabilização do solo, que se intensificou na década de 70, tem sido um fator agravante nos problemas de drenagem urbana em São Paulo. Antes a água da chuva infiltrava no solo, agora ela escoa direto de nossas casas, das ruas.”

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A drenagem urbana é responsável pelo recebimento e escoamento das águas para longe do espaço urbano, até os fundos de vale, como rios e córregos. Entretanto, Adriana Sandre, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design (FAU) da USP, comenta que essa lógica tem se mostrado bastante complexa e desafiadora na região metropolitana. “A impermeabilização do solo, que se intensificou na década de 70, tem sido um fator agravante nos problemas de drenagem urbana em São Paulo. Antes a água da chuva infiltrava no solo, agora ela escoa direto de nossas casas, das ruas.”

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/.]]></itunes:summary>
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	<title>Cidade em Movimento #14: Esvaziamento da Cracolândia</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/cidade-em-movimento-14-esvaziamento-da-cracolandia/</link>
	<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 13:23:40 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[No dia 13 de maio, a região central de São Paulo amanheceu sem um de seus cenários mais conhecidos: a concentração de usuários de drogas na chamada Cracolândia. A ação de dispersão da cena de uso localizada entre Santa Ifigênia e República, promovida pela Polícia Militar e agentes da Subprefeitura, deixou ruas vazias — mas não resolveu o problema. Para pesquisadores da USP, tratou-se de mais uma etapa no processo de desterritorialização e invisibilização da população em situação de rua na cidade.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em <a href="https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/.</a>]]></description>
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	<content:encoded><![CDATA[No dia 13 de maio, a região central de São Paulo amanheceu sem um de seus cenários mais conhecidos: a concentração de usuários de drogas na chamada Cracolândia. A ação de dispersão da cena de uso localizada entre Santa Ifigênia e República, promovida pela Polícia Militar e agentes da Subprefeitura, deixou ruas vazias — mas não resolveu o problema. Para pesquisadores da USP, tratou-se de mais uma etapa no processo de desterritorialização e invisibilização da população em situação de rua na cidade.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em <a href="https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/.</a>]]></content:encoded>
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Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/.]]></itunes:summary>
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		<title>Cidade em Movimento #14: Esvaziamento da Cracolândia</title>
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	<title>Cidade em Movimento #13: Transportes alternativos</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/cidade-em-movimento-13-transportes-alternativos/</link>
	<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 11:03:12 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[O setor de transportes é considerado um dos maiores responsáveis pela emissão de gases poluentes na atmosfera. Segundo dados do Inventário de Emissões Atmosféricas do Transporte Rodoviário de Passageiros no Município de São Paulo, lançado em 2017, apenas os carros particulares são responsáveis por cerca de 73% dos gases de efeito estufa, além de emitir mais de um terço do CO2 no mundo. Dados como esse mostram que a mobilidade urbana trata-se não só de um assunto sobre qualidade de vida, como também de sustentabilidade.

Segundo Erminia Maricato, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design, e Lucas Melo, doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Transportes da Escola Politécnica, transportes coletivos e políticas públicas são as opções necessárias para a melhoria da mobilidade urbana paulista.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir este e outros assuntos sobre as metrópoles em <a href="https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/.</a>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[O setor de transportes é considerado um dos maiores responsáveis pela emissão de gases poluentes na atmosfera. Segundo dados do Inventário de Emissões Atmosféricas do Transporte Rodoviário de Passageiros no Município de São Paulo, lançado em 2017, apenas]]></itunes:subtitle>
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		<title>Cidade em Movimento #13: Transportes alternativos</title>
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	<title>Cidade em Movimento #12: Plano Diretor Estratégico</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/cidade-em-movimento-12-plano-diretor-estrategico/</link>
	<pubDate>Thu, 15 May 2025 10:49:24 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[O Plano Diretor Estratégico (PDE) de São Paulo, aprovado em 2014, é uma das principais ferramentas para orientar o crescimento urbano da capital paulista, com a promessa de promover um desenvolvimento mais inclusivo, sustentável e equilibrado. No entanto, a revisão da lei — aprovada em 2023 na Câmara Municipal e sancionada pelo prefeito Ricardo Nunes — tem sido alvo de críticas de especialistas, que apontam falhas no enfrentamento de problemas estruturais da cidade, como a escassez de moradia acessível e a carência de áreas verdes e espaços públicos.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir esse e outros assuntos sobre as metrópoles em <a href="https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/.</a>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[O Plano Diretor Estratégico (PDE) de São Paulo, aprovado em 2014, é uma das principais ferramentas para orientar o crescimento urbano da capital paulista, com a promessa de promover um desenvolvimento mais inclusivo, sustentável e equilibrado. No entanto]]></itunes:subtitle>
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		<title>Cidade em Movimento #12: Plano Diretor Estratégico</title>
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	<title>Cidade em Movimento #11: Ondas de calor</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/cidade-em-movimento-11-ondas-de-calor/</link>
	<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 10:56:12 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[As ondas de calor são períodos prolongados de temperaturas muito altas, que excedem os níveis normais para uma determinada região e época do ano. Esses fenômenos, que têm se tornado cada vez mais frequentes, exigem cuidados especiais da população com o próprio corpo para evitar os prejuízos do estresse térmico. A cidade de São Paulo, por exemplo, sofreu com uma série de ondas de calor no primeiro trimestre de 2025.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir esse e outros assuntos sobre as metrópoles em <a href="https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/.</a>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[As ondas de calor são períodos prolongados de temperaturas muito altas, que excedem os níveis normais para uma determinada região e época do ano. Esses fenômenos, que têm se tornado cada vez mais frequentes, exigem cuidados especiais da população com o p]]></itunes:subtitle>
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		<title>Cidade em Movimento #11: Ondas de calor</title>
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	<title>Cidade em Movimento #10: Verticalização</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/cidade-em-movimento-10-verticalizacao/</link>
	<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 11:22:35 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[A paisagem urbana de São Paulo tem se transformado rapidamente, marcada pela crescente verticalização. Diferentemente de cidades como Paris e Milão, que mantêm um horizonte definido com prédios de poucos andares, a capital paulista apresenta um cenário de arranha-céus cada vez mais numerosos e altos, especialmente ao longo dos corredores de ônibus e metrô.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir esse e outros assuntos sobre as metrópoles em <a href="https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/.</a>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[A paisagem urbana de São Paulo tem se transformado rapidamente, marcada pela crescente verticalização. Diferentemente de cidades como Paris e Milão, que mantêm um horizonte definido com prédios de poucos andares, a capital paulista apresenta um cenário d]]></itunes:subtitle>
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	<title>Cidade em Movimento #9: Cidades sustentáveis</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/cidade-em-movimento-9-cidades-sustentaveis/</link>
	<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 11:18:56 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[Em um cenário global marcado por inseguranças políticas e climáticas, a sustentabilidade das cidades é essencial para combater e gerenciar crises, sejam ambientais ou econômicas. A partir disso, o conceito de cidades sustentáveis começou a ganhar força como um conjunto de práticas e características urbanas buscando aprimorar a vida da população.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir esse e outros assuntos sobre as metrópoles em <a href="https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/.</a>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Em um cenário global marcado por inseguranças políticas e climáticas, a sustentabilidade das cidades é essencial para combater e gerenciar crises, sejam ambientais ou econômicas. A partir disso, o conceito de cidades sustentáveis começou a ganhar força c]]></itunes:subtitle>
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	<title>Cidade em Movimento #8: Arborização urbana</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/cidade-em-movimento-8-arborizacao-urbana/</link>
	<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 10:32:02 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[De acordo com dados da Prefeitura de São Paulo, cerca de 26% do território da capital paulista é composto de áreas verdes, incluindo espaços de preservação ambiental administrados por diferentes esferas do poder público. Esses organismos são responsáveis pela regulação do clima, atenuação da poluição e controle de arboviroses. Apesar disso, especialistas afirmam que a arborização da cidade é insuficiente e enfrenta desafios na sua implementação e manutenção.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir esse e outros assuntos em <a href="https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/.</a>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[De acordo com dados da Prefeitura de São Paulo, cerca de 26% do território da capital paulista é composto de áreas verdes, incluindo espaços de preservação ambiental administrados por diferentes esferas do poder público. Esses organismos são responsáveis]]></itunes:subtitle>
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	<title>Cidade em Movimento #7: Esporte e periferia</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/cidade-em-movimento-7-esporte-e-periferia/</link>
	<pubDate>Thu, 05 Dec 2024 11:35:13 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[O esporte é uma das atividades mais antigas do ser humano e há relatos de práticas corporais que datam de milhares de anos antes de Cristo, em civilizações que contribuíram fortemente para a construção da sociedade moderna, como a chinesa, a mesopotâmica e a grega. Essa experiência humana atravessou os séculos e hoje é sinônimo de lazer, de cultura e de promoção de saúde.

No entanto, nem todas as pessoas possuem acesso equitativo a essa prática e, segundo o estudo Persona Favela, realizado pela holding Novo Outdoor Social, 47% dos moradores de comunidades e bairros periféricos brasileiros dizem não ter como pagar pelo acesso à atividade física e 41% sentem-se inseguros em praticar esportes nas proximidades de onde moram.

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir esse e outros assuntos em <a href="https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/.</a>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[O esporte é uma das atividades mais antigas do ser humano e há relatos de práticas corporais que datam de milhares de anos antes de Cristo, em civilizações que contribuíram fortemente para a construção da sociedade moderna, como a chinesa, a mesopotâmica]]></itunes:subtitle>
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	<title>Cidade em movimento #6: Imigração</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/cidade-em-movimento-6-imigracao/</link>
	<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 13:57:32 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[O Brasil recebe milhares de imigrantes todos os anos. Os que chamam mais a atenção dos noticiários são os refugiados, que saíram de seus países de forma forçada e vieram em direção ao Brasil. Na última década, devido aos conflitos e crises ao redor do mundo, o número de pessoas que deixam seus lares em busca de melhores condições de vida aumentou significativamente. Entre 2013 e 2022, a Polícia Federal do Brasil concedeu quase 1,2 milhão de registros de residência. Esse movimento gera discusões importantes sobre o impacto desses imigrantes no Brasil, integração social, direitos constitucionais etc.

Gostou do assunto? Quer saber mais sobre os assuntos relacionados às grandes metrópoles? Então acesse <a href="https://jornal.usp.br/atualidades/cidade-em-movimento/">jornal.usp.br/atualidades/cidade-em-movimento/</a> e fique por dentro!]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[O Brasil recebe milhares de imigrantes todos os anos. Os que chamam mais a atenção dos noticiários são os refugiados, que saíram de seus países de forma forçada e vieram em direção ao Brasil. Na última década, devido aos conflitos e crises ao redor do mu]]></itunes:subtitle>
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	<title>Cidade em movimento #5: Mobilidade urbana e poluição do ar</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/cidade-em-movimento-5-mobilidade-urbana-e-poluicao-do-ar/</link>
	<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 14:30:21 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[São Paulo é a cidade com mais automóveis no mundo, são mais de 9 milhões de veículos, segundo dados da Secretaria Nacional de Trânsito. Toda essa quantidade de motores gera altas emissões de gases poluentes, associados ao efeito estufa e à piora da saúde pulmonar, podendo inclusive levar a uma pior qualidade do sono.

No episódio de hoje (10) do Cidade em Movimento conversamos com os professores Jaime Oliva, do Instituto de Estudos Brasileiros, Adalgiza Fornaro, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas, Regina Markus, do Instituto de Biologia, e Paulo Saldiva, da Faculdade de Medicina da USP.

Gostou do assunto? Quer saber mais sobre os assuntos relacionados às grandes metrópoles? Então acesse <a href="https://jornal.usp.br/atualidades/cidade-em-movimento/">jornal.usp.br/atualidades/cidade-em-movimento/</a> e fique por dentro!]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[São Paulo é a cidade com mais automóveis no mundo, são mais de 9 milhões de veículos, segundo dados da Secretaria Nacional de Trânsito. Toda essa quantidade de motores gera altas emissões de gases poluentes, associados ao efeito estufa e à piora da saúde]]></itunes:subtitle>
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	<title>Cidade em movimento #4: Poluição sonora</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/cidade-em-movimento-4-poluicao-sonora/</link>
	<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 14:02:38 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[Quando falamos em poluição, logo pensamos em descarte irregular de dejetos nos rios e corpos d’água, ou na emissão de gases de efeito estufa na atmosfera, mas você sabia que os ruídos excessivos da cidade também são uma forma de poluição?

Gostou do episódio? Então não deixe de conferir esse e outros assuntos em <a href="https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/" target="_blank" rel="noopener">https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/cidade-em-movimento/</a>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Quando falamos em poluição, logo pensamos em descarte irregular de dejetos nos rios e corpos d’água, ou na emissão de gases de efeito estufa na atmosfera, mas você sabia que os ruídos excessivos da cidade também são uma forma de poluição?

Gostou do ep]]></itunes:subtitle>
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