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		<title>Ambiente é o Meio - USP</title>
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		<description>O programa discute temas ambientais e sociais, analisa questões de sustentabilidade por meio de entrevistas com especialistas e pesquisadores da área no âmbito do município, do Estado, do País e do planeta.
Apresentação:
Produção: José Marcelino de Rezende Pinto e Marcelo Pereira de Souza (FFCLRP) e Daniela Sudan (USP Recicla), colaboradores - FFCLRP: Everton Macedo de Held, Vanessa Oliveira Souza, Franciele Santos Amorim, Reinaldo Romero (colaborador), Luis Antônio Fontana (operador de áudio), Centro de Informática de Ribeirão Preto (produção técnica)
E-mail: ouvinte@usp.br
Horário: Horário: quartas, às 13h, com reprise aos domingos, às 17h30
Duração: 30 minutos</description>
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		<copyright>© 2018 Jornal da USP</copyright>
		<itunes:subtitle>Ouça os podcast do Jornal da USP - Universidade de São Paulo</itunes:subtitle>
		<itunes:author>Jornal da USP</itunes:author>
		
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	<channel-title>Além do Algoritmo</channel-title>
	<channel-description>Além do Algoritmo aborda os vários aspectos que formam a Inteligência Artificial (IA). Em conversa com o jornalista Marcello Rollemberg, o sociólogo Glauco Arbix traz à tona os dilemas contemporâneos relacionados à crescente presença da IA na sociedade.</channel-description>
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	<channel-title>Alimentação e Sustentabilidade</channel-title>
	<channel-description>Espaço para reflexão e produção de conhecimento dos sistemas alimentares</channel-description>
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	<channel-title>Ambiente é o meio</channel-title>
	<channel-description>O programa discute temas ambientais e sociais, analisa questões de sustentabilidade por meio de entrevistas com especialistas e pesquisadores da área no âmbito do município, do Estado, do País e do planeta.</channel-description>
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	<channel-title>Arte no Rádio</channel-title>
	<channel-description>O podcast Arte no Rádio traz para o rádio peças teatrais de autores nacionais e estrangeiros</channel-description>
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	<channel-title>Autoral Brasil</channel-title>
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	<channel-title>Biblioteca Sonora - USP</channel-title>
	<channel-description>Programa sobre livros e escritores com foco na produção universitária, que se caracteriza por ser pluralista e multidisciplinar. Algumas técnicas e procedimentos do radioteatro são usadas de maneira que o tema esteja presente na entrevista do autor, possibilitando assim que o ouvinte tenha uma compreensão mais ampla do trabalho realizado.</channel-description>
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	<channel-title>Brasil Latino</channel-title>
	<channel-description>O programa Brasil Latino traz um panorama da América Latina a partir da produção acadêmica da Universidade de São Paulo e da visão de personalidades da sociedade brasileira. As entrevistas abordam temas da atualidade e da história do continente nas diferentes áreas do conhecimento, sempre com a participação de professores, pesquisadores e especialistas. </channel-description>
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	<channel-title>Ciclo 22 no Vestibular - USP</channel-title>
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	<channel-title>Cidade em Movimento</channel-title>
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	<channel-title>Ciência do turismo</channel-title>
	<channel-description>Ciência do Turismo pretende mostrar como é pensado o turismo na universidade, e as formas de poder melhorar e repensar a forma de fazer “turismo”, para além do que estamos acostumados ou mesmo, descobrir novas possibilidades.</channel-description>
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	<channel-title>Ciência USP</channel-title>
	<channel-description>Descobertas científicas, resultados de pesquisas, assuntos do momento e debates que chacoalham o mundo da ciência. O podcast é uma produção da editoria de Ciências do Jornal da USP.</channel-description>
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	<channel-title>Clube do Choro na Rádio USP</channel-title>
	<channel-description>Um programa que defende o patrimônio cultural imaterial do Brasil com os principais intérpretes e compositores de todas as gerações do choro, tocando e contando histórias.</channel-description>
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	<channel-title>Conectados pela música</channel-title>
	<channel-description>O podcast "Conectados pela Música" explora curiosidades do universo musical, destacando composições brasileiras e suas traduções e repercussões no mundo. A produção e a apresentação são do jornalista Vinícius Bernardes, com edição de som de João Carlos Megale.</channel-description>
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	<channel-title>Conexões Afro-Lusófonas</channel-title>
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	<channel-title>Construção Musical da Liberdade</channel-title>
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	<channel-title>Conversas Artísticas</channel-title>
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	<channel-title>Cultura na USP</channel-title>
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	<channel-title>Curioso por Ciência</channel-title>
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	<channel-title>De papo pro ar - USP</channel-title>
	<channel-description>Boletim semanal de 30 minutos que leva ao ar entrevistas sobre música, shows, teatro, além de dicas culturais.</channel-description>
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	<channel-title>Desvendando o Oceano</channel-title>
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	<channel-title>Diálogos na USP</channel-title>
	<channel-description>Diálogos na USP é um programa semanal da Rádio USP que discute questões que impactam a sociedade. O programa  vai ao ar na Rádio USP toda sexta-feira às 11H – São Paulo 93,7 MHz e Ribeirão Preto 107,9 MHz, e também disponível no site a TV USP</channel-description>
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	<channel-title>Diversas - USP</channel-title>
	<channel-description>Programa dedicado à divulgação da música brasileira produzida por mulheres, incluindo artistas transexuais. Busca incentivar a participação feminina no cenário musical do Brasil e refletir sobre temas como racismo, transfobia e machismo, abordados nas letras das músicas de compositoras brasileiras.</channel-description>
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	<channel-title>Diversidade em Ciência - USP</channel-title>
	<channel-description>Programa de entrevistas que aborda as pesquisas científicas sobre as relações étnico-sociais e diversidades desenvolvidas na USP e em outras instituições. O slogan do programa é “Discriminação é falta de conhecimento"</channel-description>
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	<channel-title>É Bom Saber</channel-title>
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	<channel-title>Eixos Temáticos</channel-title>
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	<channel-title>Em dia com o Direito</channel-title>
	<channel-description>O "Em Dia com o Direito"  tem como o objetivo contribuir para o fortalecimento  da cultura constitucional, para que os valores constitucionais sejam melhor compreendidos e assimilados pela população. Além disso, trará informações sobre os direitos e deveres do cidadão, e assuntos da área jurídica que permeiam o dia a dia da sociedade. </channel-description>
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	<channel-title>Energia Sustentável</channel-title>
	<channel-description>O Boletim Energia Sustentável  busca mostrar alternativas de consumo de energia que agridam menos o meio ambiente.</channel-description>
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	<channel-title>Envelhecimento Saudável</channel-title>
	<channel-description>O podcast quinzenal traz temas que tratam do envelhecimento com qualidade de vida e entendendo que esse é um processo natural da vida. O médico Egídio Dórea que também é coordenador do Programa USP 60+ da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária estará conosco apresentando dicas de saúde e muito mais informação.
Produção: Cinderela Caldeira, Breno Marino, Isabella Lopes e Sophia Vieira
E-mail: ouvinte@usp.br
Horário: terça-feira – quinzenal – jornalismo Rádio USP</channel-description>
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	<channel-title>Fake News não Pod</channel-title>
	<channel-description>Orientar a população sobre o que são fake news e como combatê-las. Esse é o objetivo principal do podcast Fake News não Pod que a Rádio USP apresenta todas as quartas-feiras, a partir das 8h05. O podcast pretende também disseminar a ciência e impedir a divulgação de informações falsas através de linguagem acessível e de forma interativa, oferecendo uma fonte segura de informação sobre diversos temas relacionados à área da saúde.</channel-description>
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	<channel-title>História do Rock</channel-title>
	<channel-description>Apresentação: "História do Rock é a biografia não autorizada do primeiro gênero musical a se tornar um fenômeno cultural mundial. Música feita para incomodar e que é transformada a cada nova geração, o Rock tem muitas sonoridades e estilos, e o programa traz todas as semanas temas e artistas que fizeram música inesquecível, sempre mostrando os contextos musicais e sociais ao redor das canções. Recomenda-se ouvir no volume mais alto possível!"

Ficha Técnica: 
Produção e Apresentação: Mario De Vivo
Coprodução e edição: Gabriel Soares</channel-description>
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	<channel-title>Imagens da Infância</channel-title>
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	<channel-title>Impressões Passageiras</channel-title>
	<channel-description>Neste percurso musical de três episódios, o compositor Edson Leite traduz em música a fugacidade da vida: sentimentos momentâneos, mudanças no tempo e os sons simples que nos cercam no cotidiano. Edson Leite é maestro, organista, pianista e compositor. Foi professor titular no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC) e no Programa de Pós-Graduação Interunidades em Estética e História da Arte da USP.</channel-description>
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	<channel-title>Jornadas com Beethoven</channel-title>
	<channel-description>Série semanal sobre a vida e a música do compositor Ludwig van Beethoven para comemorar os 250 anos de seu nascimento. A série está dividida em capítulos mensais: o primeiro programa do mês é essencialmente biográfico e delimita o período da vida de Beethoven a ser tratado, cujas músicas são apreciadas nos demais programas do mês.

O programa é transmitido pela Rádio USP, às sextas-feiras, às 21h, e disponibilizado como podcast às quartas-feiras.

Roteiro e apresentação: Vitor Ramirez
Revisão: Gustavo Xavier</channel-description>
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	<channel-title>Jornal da USP +</channel-title>
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	<channel-title>Lado Z</channel-title>
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	<channel-title>Manhã com Bach - USP</channel-title>
	<channel-description>Dedicado à divulgação da obra do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750), o programa Manhã com Bach apresenta na íntegra, precedidas por breves comentários, músicas nos vários gêneros, estilos e instrumentos a que Bach se dedicou, como cantatas e concertos para órgão, cravo, violino e flauta, entre outros.</channel-description>
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	<channel-title>Manhã na USP</channel-title>
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	<channel-title>Metaverso</channel-title>
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	<channel-title>Minuto Saúde Mental</channel-title>
	<channel-description>O Minuto Saúde Mental foi criado para tirar dúvidas e divulgar informações atualizadas e com sólida base científica sobre saúde e transtornos mentais em uma linguagem acessível ao maior número de pessoas possível, sem perder a objetividade e profundidade.  A ideia é tratar de temas com os quais a maioria das pessoas lida de forma direta ou indireta em seu cotidiano e ajudá-las a entender o que pode estar acontecendo em seu mundo mental e a buscar ajuda adequada quando necessário. Por isso, contamos com o envio de perguntas para criar uma conversa direta e útil entre profissionais e pesquisadores da área de saúde mental e o público em geral.</channel-description>
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	<channel-title>Momento China USP</channel-title>
	<channel-description>Momento China USP explora as conexões entre a Universidade de São Paulo e a China. Entrevistas com docentes e discentes revelam como a parceria USP-China impulsiona avanços científicos, tecnológicos e acadêmicos. A missão do programa é ampliar a compreensão sobre esse país que se tornou essencial para o futuro do conhecimento.</channel-description>
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	<channel-title>Momento Cidade - USP</channel-title>
	<channel-description>Um podcast sobre nossos espaços urbanos, seus problemas, seus avanços e seu futuro. Entrevistas quinzenais com especialistas que respondem perguntas e sugerem soluções para a cidade.</channel-description>
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	<channel-title>Momento Música na USP</channel-title>
	<channel-description>Gravações das orquestras, corais e grupos vinculados aos departamentos de música da USP de São Paulo e de Ribeirão Preto. Aqui você também encontra trabalhos solo e composições dos professores atuais e daqueles que fazem parte da história dos cursos de música uspianos. Sempre com as contextualizações e explicações que fazem sua audição ser mais interessante</channel-description>
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	<channel-title>Momento Odontologia - USP</channel-title>
	<channel-description>O Momento Odontologia leva informações sobre a saúde da boca e a preservação dos dentes, sempre fundamentadas no conhecimento científico produzido na Universidade de São Paulo.</channel-description>
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	<channel-title>Momento Saúde</channel-title>
	<channel-description>Podcast com entrevistas sobre temas de saúde, abordados por professores da Universidade de São Paulo, apresentadas originalmente no Jornal da USP no Ar. O Jornal da USP no Ar é transmitido pela Rádio USP (93,7 FM São Paulo e 107,9 FM Ribeirão Preto) de segunda a sexta, das 7h30 às 9h30. </channel-description>
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	<channel-title>Momento Sociedade - USP</channel-title>
	<channel-description>Um podcast que fala sobre os problemas enfrentados pela sociedade e  as soluções apresentadas através estudos realizados na Universidade de São Paulo, em especial da área de humanas.</channel-description>
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	<channel-title>Momento Tecnologia - USP</channel-title>
	<channel-description>O Momento Tecnologia pretende apresentar novas tecnologias desenvolvidas na Universidade de São Paulo e que são aplicadas na solução de problemas identificados nos vários segmentos da sociedade.</channel-description>
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	<channel-title>Mosaicos Culturais</channel-title>
	<channel-description>O podcast Mosaicos Culturais: Ouça o que Estudantes Ouvem da Rádio USP tem a intenção de fazer com que a audiência absorva um universo musical vibrante e diverso, construído pelas vozes e experiências sonoras trazidas por estudantes da graduação e da pós-graduação da USP.

Um mosaico de percepções e estilos musicais ocorre de segunda a sexta-feira, às 11h e às 16h, em uma jornada sonora que gira em torno de 6 a 10 minutos.</channel-description>
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	<channel-title>Novos Cientistas</channel-title>
	<channel-description>Espaço destinado aos novos mestres e doutores da USP para falar sobre suas pesquisas e inovações, num bate-papo informal e descontraído.</channel-description>
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	<channel-title>O Mar Não Está Pra Peixe - USP</channel-title>
	<channel-description>Já parou pra pensar sobre tudo de bom que o oceano faz por nós, e tudo de ruim que estamos fazendo com ele? Mergulhe com o repórter Herton Escobar na busca de respostas para um dos dilemas existenciais mais profundos da nossa era: como salvar o oceano de nós mesmos e preservar o futuro da espécie humana nesse planeta que aprendemos a chamar de Terra, mas deveria ser chamado Água. 

Um podcast documental, produzido pelo Jornal da USP, com apoio do Instituto Serrapilheira. Serão cinco episódios no total, com lançamentos quinzenais, a partir de 4 de julho de 2024. Mais informações em jornal.usp.br.</channel-description>
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	<channel-title>O Samba Pede Passagem</channel-title>
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	<channel-title>O Sul em Cima</channel-title>
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	<channel-title>Olhar Brasileiro - USP</channel-title>
	<channel-description>O programa tem a proposta de mostrar a riqueza da Música Popular Brasileira de qualidade, quer seja a de ontem, quer seja a de hoje, enfatizando o talento de nossos autores e de nossos intérpretes.</channel-description>
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	<channel-title>Outra Frequência</channel-title>
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	<channel-title>Palavra da Semana - USP</channel-title>
	<channel-description>Entender o uso das palavras nos dá a compreensão daquilo que acontece ao nosso redor, e como objetos e indivíduos são nomeados, rotulados por meio das palavras e termos.  O podcast Palavra da Semana traz informações sobre o significado etimológico e semântico da palavra que foi destaque no Twitter e no Google durante a semana para contextualizá-la cultural e socialmente.   </channel-description>
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	<channel-title>Panorama Paulista</channel-title>
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	<channel-title>Pílula Farmacêutica</channel-title>
	<channel-description>O podcast Pílula Farmacêutica pretende difundir informações sobre o uso racional de medicamentos, hábitos saudáveis de vida, esclarecendo sobre as doenças mais prevalentes e as ações promotoras da saúde. É apresentado pelos alunos de graduação da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, com supervisão da professora Regina Célia Garcia de Andrade. Trabalhos técnicos de Luiz Antonio Fontana e apresentação de Rosemeire Talamone.
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	<channel-title>Quilombo Academia</channel-title>
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	<channel-title>Rádio Corisco</channel-title>
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	<channel-title>Rádio Matraca</channel-title>
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	<channel-title>Rádio TUSP</channel-title>
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	<channel-title>Revoredo</channel-title>
	<channel-description>Apresentação: "Revoredo, o som da Viola Caipira instrumental. As possibilidades inventivas e interpretativas de um cordofone brasileiro."
Ficha Técnica: 
Produção e apresentação: Maestro José Gustavo Julião de Camargo
Coprodução e Edição: Rádio USP Ribeirão Preto</channel-description>
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	<channel-title>Rock Brazuca</channel-title>
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	<channel-title>Saúde sem Complicações</channel-title>
	<channel-description>O "Saúde Sem Complicações" aproxima a Universidade da comunidade externa a partir da discussão de temas que tratam do processo saúde-doença, desde a prevenção até os tratamentos mais avançados e disponíveis e, ainda, as pesquisas mais recentes sobre o assunto abordado. Também traz temas relacionados ao bem-estar e qualidade de vida. Tudo a partir do ponto de vista de especialistas e pesquisadores.</channel-description>
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	<channel-title>SaúDiversidade</channel-title>
	<channel-description>SaúDiversidade é um podcast de saúde para as pessoas LGBT+. É apresentado e produzido por Mario Cesar Vilhena, professor e pesquisador em Direitos Humanos, e Vivian Avelino-Silva, médica infectologista e professora na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e na Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein. Novos episódios às quartas-feiras.</channel-description>
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	<channel-title>Sonoridade das palavras</channel-title>
	<channel-description>Roteiro e Apresentação: Magaly Prado (coordenadora de programas especiais)
Captação e Edição: Julio Cesar Bazanini
Onde e Quando Ouvir: No ar pela Rádio USP:
Transmissão: Terças-feiras de Outubro (7, 14, 21 e 28) às 17h
Reprise: Domingos, às 18h</channel-description>
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	<channel-title>Sons do Brasil</channel-title>
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	<channel-title>Teatro de Babel</channel-title>
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	<channel-title>Universidade 93.7</channel-title>
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	<channel-title>Universo das Emissoras Públicas</channel-title>
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	<channel-title>USP Analisa</channel-title>
	<channel-description>O programa apresenta um especialista da USP para apresentar contribuições acadêmicas que tragam novas perspectivas de melhoria da qualidade de vida ou problemas sociais emergentes para os quais a Universidade trabalhe soluções. É uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</channel-description>
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	<channel-title>USP e Educação</channel-title>
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	<channel-title>USP Especiais</channel-title>
	<channel-description>Temas diversos no amplo campo da cultura, tratados em profundidade e a partir de seus sons. Entrevistas, documentários, reportagens, séries e ficções, estão presentes para abordar não apenas assuntos das artes como também contextos históricos, movimentos culturais e trajetórias de vida como parte da cultura. Todas as terças-feiras, às 21h, com reprise aos sábados, às 20h, na Rádio USP São Paulo, em 93,7, e em Ribeirão Preto em 107,9. Ouça também no endereço: https://jornal.usp.br/radio/


Apresentação e produção: Gustavo Xavier, Thales Figueiredo e estagiários(as) da Superintendência de Comunicação Social
E-mail: ouvinte@usp.br
Horário: terça às 21h, com reprise aos sábados às 20h
Duração: 1 hora</channel-description>
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	<channel-title>ViaCast</channel-title>
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	<channel-title>Violão em Foco</channel-title>
	<channel-description>Um Projeto de Extensão em formato de minipodcasts radiofônicos produzidos pelo Curso de Bacharelado em Violão da Universidade Estadual de Maringá (UEM), sob coordenação dos Prof. Dr. Flávio Apro e Prof. Dr. Paulo Lopes.</channel-description>
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	<channel-title>Vira e Mexe - USP</channel-title>
	<channel-description>O programa apresenta a história do forró e traz um acervo de xotes, baiões, arrasta-pés e xaxados com seus principais personagens, como Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro. Há espaço para novos talentos e convidados especiais num bate-papo descontraído sobre histórias deste gênero musical.</channel-description>
	<channel-image>https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2021/05/Vira-e-Mexe.png</channel-image>
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		<itunes:type>episodic</itunes:type>
		<itunes:summary>O programa discute temas ambientais e sociais, analisa questões de sustentabilidade por meio de entrevistas com especialistas e pesquisadores da área no âmbito do município, do Estado, do País e do planeta.
Apresentação:
Produção: José Marcelino de Rezende Pinto e Marcelo Pereira de Souza (FFCLRP) e Daniela Sudan (USP Recicla), colaboradores - FFCLRP: Everton Macedo de Held, Vanessa Oliveira Souza, Franciele Santos Amorim, Reinaldo Romero (colaborador), Luis Antônio Fontana (operador de áudio), Centro de Informática de Ribeirão Preto (produção técnica)
E-mail: ouvinte@usp.br
Horário: Horário: quartas, às 13h, com reprise aos domingos, às 17h30
Duração: 30 minutos</itunes:summary>
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				<title>Ambiente é o Meio - USP</title>
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	<title>Ambiente é o Meio #220: Piscicultura impacta negativamente as espécies exóticas no Lago de Furnas, diz especialista</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/ambiente-e-o-meio-220-piscicultura-impacta-negativamente-as-especies-exoticas-no-lago-de-furnas-diz-especialista/</link>
	<pubDate>Wed, 06 May 2026 16:30:44 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, o entrevistado é o biólogo Paulo dos Santos Pompeu, professor titular da Universidade Federal de Lavras, no sul de Minas Gerais, falando sobre seu estudo acerca do impacto da piscicultura no Lago de Furnas, conhecido como o Mar de Minas, e os desafios para a saúde e conservação de seu ecossistema. 

O objetivo da pesquisa do professor é entender os principais impactos humanos e seus efeitos sobre os rios do Brasil, com foco na ecologia de peixes. Ele busca identificar as ameaças e desenvolver estratégias para a conservação de longo prazo das espécies, como a manutenção de trechos de rios sem barramentos e a integridade dos ecossistemas fluviais. 

O biólogo ressalta a urgência de repensar a relação com nossos rios e reservatórios. A preservação do Lago de Furnas e de outros ecossistemas aquáticos depende de um esforço conjunto que envolva políticas públicas eficazes, fiscalização rigorosa, pesquisa científica e, acima de tudo, uma mudança de mentalidade em relação à conservação e ao uso sustentável dos recursos hídricos. 

Ouça o episódio completo no player acima.]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, o entrevistado é o biólogo Paulo dos Santos Pompeu, professor titular da Universidade Federal de Lavras, no sul de Minas Gerais, falando sobre seu estudo acerca do impacto da piscicultura no Lago de Furnas, c]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, o entrevistado é o biólogo Paulo dos Santos Pompeu, professor titular da Universidade Federal de Lavras, no sul de Minas Gerais, falando sobre seu estudo acerca do impacto da piscicultura no Lago de Furnas, conhecido como o Mar de Minas, e os desafios para a saúde e conservação de seu ecossistema. 

O objetivo da pesquisa do professor é entender os principais impactos humanos e seus efeitos sobre os rios do Brasil, com foco na ecologia de peixes. Ele busca identificar as ameaças e desenvolver estratégias para a conservação de longo prazo das espécies, como a manutenção de trechos de rios sem barramentos e a integridade dos ecossistemas fluviais. 

O biólogo ressalta a urgência de repensar a relação com nossos rios e reservatórios. A preservação do Lago de Furnas e de outros ecossistemas aquáticos depende de um esforço conjunto que envolva políticas públicas eficazes, fiscalização rigorosa, pesquisa científica e, acima de tudo, uma mudança de mentalidade em relação à conservação e ao uso sustentável dos recursos hídricos. 

Ouça o episódio completo no player acima.]]></content:encoded>
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	<itunes:summary><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, o entrevistado é o biólogo Paulo dos Santos Pompeu, professor titular da Universidade Federal de Lavras, no sul de Minas Gerais, falando sobre seu estudo acerca do impacto da piscicultura no Lago de Furnas, conhecido como o Mar de Minas, e os desafios para a saúde e conservação de seu ecossistema. 

O objetivo da pesquisa do professor é entender os principais impactos humanos e seus efeitos sobre os rios do Brasil, com foco na ecologia de peixes. Ele busca identificar as ameaças e desenvolver estratégias para a conservação de longo prazo das espécies, como a manutenção de trechos de rios sem barramentos e a integridade dos ecossistemas fluviais. 

O biólogo ressalta a urgência de repensar a relação com nossos rios e reservatórios. A preservação do Lago de Furnas e de outros ecossistemas aquáticos depende de um esforço conjunto que envolva políticas públicas eficazes, fiscalização rigorosa, pesquisa científica e, acima de tudo, uma mudança de mentalidade em relação à conservação e ao uso sustentável dos recursos hídricos. 

Ouça o episódio completo no player acima.]]></itunes:summary>
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	<title>Ambiente é o Meio #219: Bitucas de cigarro são o lixo mais comum do planeta</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/ambiente-e-o-meio-219-bitucas-de-cigarro-representam-uma-ameaca-significativa-ao-meio-ambiente-e-a-saude-publica-diz-especialistas/</link>
	<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 16:30:32 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://jornal.usp.br/?post_type=podcast&#038;p=1002721</guid>
	<description><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, os entrevistados são os pesquisadores Victor Vasques Ribeiro, engenheiro Ambiental pelo Centro Universitário São Judas Tadeu, e André Salem Szklo, graduado em Engenharia Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Os engenheiros alertam sobre as consequências alarmantes do descarte inadequado de bitucas de cigarro; comentam as estratégias da indústria do tabaco e as possíveis soluções para mitigar o problema.

Segundo os pesquisadores, essas bitucas de cigarro, também conhecidas como guimbas, representam o lixo mais comum no planeta. Afirmam que a estimativa é de que 4,5 trilhões de bitucas sejam descartadas em ambientes naturais anualmente em todo o mundo. No Brasil, informam que, embora não haja uma estimativa exata, o número é astronômico, pois existem cerca de 20 milhões de fumantes adultos consumindo em média dez cigarros por dia.  

Lembram que uma única bituca na natureza pode levar de um ano e meio a dez anos para se decompor, dependendo das condições ambientais, situação que é dificultada pela indústria do tabaco, que se recusa a divulgar a composição química de seus produtos, tornando a identificação e o tratamento dos poluentes ainda mais desafiadores. 

Ouça o episódio completo no player acima.]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, os entrevistados são os pesquisadores Victor Vasques Ribeiro, engenheiro Ambiental pelo Centro Universitário São Judas Tadeu, e André Salem Szklo, graduado em Engenharia Química pela Universidade Federal do R]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, os entrevistados são os pesquisadores Victor Vasques Ribeiro, engenheiro Ambiental pelo Centro Universitário São Judas Tadeu, e André Salem Szklo, graduado em Engenharia Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Os engenheiros alertam sobre as consequências alarmantes do descarte inadequado de bitucas de cigarro; comentam as estratégias da indústria do tabaco e as possíveis soluções para mitigar o problema.

Segundo os pesquisadores, essas bitucas de cigarro, também conhecidas como guimbas, representam o lixo mais comum no planeta. Afirmam que a estimativa é de que 4,5 trilhões de bitucas sejam descartadas em ambientes naturais anualmente em todo o mundo. No Brasil, informam que, embora não haja uma estimativa exata, o número é astronômico, pois existem cerca de 20 milhões de fumantes adultos consumindo em média dez cigarros por dia.  

Lembram que uma única bituca na natureza pode levar de um ano e meio a dez anos para se decompor, dependendo das condições ambientais, situação que é dificultada pela indústria do tabaco, que se recusa a divulgar a composição química de seus produtos, tornando a identificação e o tratamento dos poluentes ainda mais desafiadores. 

Ouça o episódio completo no player acima.]]></content:encoded>
	<enclosure url="https://jornal.usp.br/podcast-download/1002721/ambiente-e-o-meio-219-bitucas-de-cigarro-representam-uma-ameaca-significativa-ao-meio-ambiente-e-a-saude-publica-diz-especialistas.mp3" length="56535983" type="audio/mpeg"></enclosure>
	<itunes:summary><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, os entrevistados são os pesquisadores Victor Vasques Ribeiro, engenheiro Ambiental pelo Centro Universitário São Judas Tadeu, e André Salem Szklo, graduado em Engenharia Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Os engenheiros alertam sobre as consequências alarmantes do descarte inadequado de bitucas de cigarro; comentam as estratégias da indústria do tabaco e as possíveis soluções para mitigar o problema.

Segundo os pesquisadores, essas bitucas de cigarro, também conhecidas como guimbas, representam o lixo mais comum no planeta. Afirmam que a estimativa é de que 4,5 trilhões de bitucas sejam descartadas em ambientes naturais anualmente em todo o mundo. No Brasil, informam que, embora não haja uma estimativa exata, o número é astronômico, pois existem cerca de 20 milhões de fumantes adultos consumindo em média dez cigarros por dia.  

Lembram que uma única bituca na natureza pode levar de um ano e meio a dez anos para se decompor, dependendo das condições ambientais, situação que é dificultada pela indústria do tabaco, que se recusa a divulgar a composição química de seus produtos, tornando a identificação e o tratamento dos poluentes ainda mais desafiadores. 

Ouça o episódio completo no player acima.]]></itunes:summary>
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		<title>Ambiente é o Meio #219: Bitucas de cigarro são o lixo mais comum do planeta</title>
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<item>
	<title>Ambiente é o Meio #218: Estudo revela que Cerrado possui mais de mil toneladas de carbono por hectare</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/ambiente-e-o-meio-218-estudo-revela-que-cerrado-possui-mais-de-mil-toneladas-de-carbono-por-hectare/</link>
	<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 16:30:36 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, a entrevistada é a bióloga Larissa Verona, mestre pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), falando sobre resultados recentes de sua pesquisa que evidenciam a pouca importância dada ao Cerrado brasileiro. 

O foco do estudo de Larissa foi quantificar o carbono presente nas áreas úmidas do Cerrado, determinar o tempo que esse carbono está estocado e avaliar sua suscetibilidade a mudanças. Segundo a pesquisadora, foram encontradas 1,2 mil toneladas de carbono por hectare, um valor seis vezes maior do que a biomassa da Floresta Amazônica acumula na mesma área.

Larissa conta que a estimativa é de que esse carbono pode ter até 20 mil anos de idade, destacando a importância dessas áreas como grandes estocadoras de carbono e a necessidade de sua proteção.

Ouça o episódio completo no player acima.]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, a entrevistada é a bióloga Larissa Verona, mestre pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), falando sobre resultados recentes de sua pesquisa que evidenciam a pouca importância dada ao Cerrado brasile]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, a entrevistada é a bióloga Larissa Verona, mestre pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), falando sobre resultados recentes de sua pesquisa que evidenciam a pouca importância dada ao Cerrado brasileiro. 

O foco do estudo de Larissa foi quantificar o carbono presente nas áreas úmidas do Cerrado, determinar o tempo que esse carbono está estocado e avaliar sua suscetibilidade a mudanças. Segundo a pesquisadora, foram encontradas 1,2 mil toneladas de carbono por hectare, um valor seis vezes maior do que a biomassa da Floresta Amazônica acumula na mesma área.

Larissa conta que a estimativa é de que esse carbono pode ter até 20 mil anos de idade, destacando a importância dessas áreas como grandes estocadoras de carbono e a necessidade de sua proteção.

Ouça o episódio completo no player acima.]]></content:encoded>
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	<itunes:summary><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, a entrevistada é a bióloga Larissa Verona, mestre pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), falando sobre resultados recentes de sua pesquisa que evidenciam a pouca importância dada ao Cerrado brasileiro. 

O foco do estudo de Larissa foi quantificar o carbono presente nas áreas úmidas do Cerrado, determinar o tempo que esse carbono está estocado e avaliar sua suscetibilidade a mudanças. Segundo a pesquisadora, foram encontradas 1,2 mil toneladas de carbono por hectare, um valor seis vezes maior do que a biomassa da Floresta Amazônica acumula na mesma área.

Larissa conta que a estimativa é de que esse carbono pode ter até 20 mil anos de idade, destacando a importância dessas áreas como grandes estocadoras de carbono e a necessidade de sua proteção.

Ouça o episódio completo no player acima.]]></itunes:summary>
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		<title>Ambiente é o Meio #218: Estudo revela que Cerrado possui mais de mil toneladas de carbono por hectare</title>
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<item>
	<title>Ambiente é o Meio #217: Projeção para aumento de energia renovável no Brasil é de apenas 1% até 2035</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/ambiente-e-o-meio-217-segundo-especialista-a-projecao-de-aumento-das-energias-renovaveis-do-brasil-e-de-1-ate-2035/</link>
	<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 16:30:27 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, o especialista Bruno Milanez, docente do Programa de Pós-graduação em Geografia e do Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica da Universidade Federal de Juiz de Fora, falou sobre a transição energética no Brasil e seus desafios.

Para Milanez, a transição deveria envolver a diminuição da intensidade do uso de energia e a redução gradual dos combustíveis fósseis, substituindo-os por tecnologias renováveis, como solar e eólica. No entanto, ele aponta que o Brasil não segue nenhuma dessas diretrizes. Como evidenciado pelo Plano Decenal de Expansão Energética (PDE), que prevê um aumento contínuo na geração de energia, tanto fóssil quanto não fóssil, o País não busca uma economia de consumo de energia.

A matriz energética brasileira, que hoje é 50% renovável e 50% não renovável, tem uma projeção de aumento de apenas 1% na participação de renováveis até 2035, o que é considerado insuficiente para os desafios das mudanças climáticas. 

Desse modo, para Milanez, o termo transição energética no Brasil é considerado contraditório e o rótulo de energia limpa para renováveis é questionável devido aos impactos socioambientais e emissões de carbono nos processos de fabricação e transporte.

Ouça o episódio completo no player acima.]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, o especialista Bruno Milanez, docente do Programa de Pós-graduação em Geografia e do Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica da Universidade Federal de Juiz de Fora, falou sobre a transição energéti]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, o especialista Bruno Milanez, docente do Programa de Pós-graduação em Geografia e do Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica da Universidade Federal de Juiz de Fora, falou sobre a transição energética no Brasil e seus desafios.

Para Milanez, a transição deveria envolver a diminuição da intensidade do uso de energia e a redução gradual dos combustíveis fósseis, substituindo-os por tecnologias renováveis, como solar e eólica. No entanto, ele aponta que o Brasil não segue nenhuma dessas diretrizes. Como evidenciado pelo Plano Decenal de Expansão Energética (PDE), que prevê um aumento contínuo na geração de energia, tanto fóssil quanto não fóssil, o País não busca uma economia de consumo de energia.

A matriz energética brasileira, que hoje é 50% renovável e 50% não renovável, tem uma projeção de aumento de apenas 1% na participação de renováveis até 2035, o que é considerado insuficiente para os desafios das mudanças climáticas. 

Desse modo, para Milanez, o termo transição energética no Brasil é considerado contraditório e o rótulo de energia limpa para renováveis é questionável devido aos impactos socioambientais e emissões de carbono nos processos de fabricação e transporte.

Ouça o episódio completo no player acima.]]></content:encoded>
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	<itunes:summary><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, o especialista Bruno Milanez, docente do Programa de Pós-graduação em Geografia e do Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica da Universidade Federal de Juiz de Fora, falou sobre a transição energética no Brasil e seus desafios.

Para Milanez, a transição deveria envolver a diminuição da intensidade do uso de energia e a redução gradual dos combustíveis fósseis, substituindo-os por tecnologias renováveis, como solar e eólica. No entanto, ele aponta que o Brasil não segue nenhuma dessas diretrizes. Como evidenciado pelo Plano Decenal de Expansão Energética (PDE), que prevê um aumento contínuo na geração de energia, tanto fóssil quanto não fóssil, o País não busca uma economia de consumo de energia.

A matriz energética brasileira, que hoje é 50% renovável e 50% não renovável, tem uma projeção de aumento de apenas 1% na participação de renováveis até 2035, o que é considerado insuficiente para os desafios das mudanças climáticas. 

Desse modo, para Milanez, o termo transição energética no Brasil é considerado contraditório e o rótulo de energia limpa para renováveis é questionável devido aos impactos socioambientais e emissões de carbono nos processos de fabricação e transporte.

Ouça o episódio completo no player acima.]]></itunes:summary>
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<item>
	<title>Ambiente é o Meio #216: UrbVerde quer expandir ferramentas de gestão ambiental para todo o Brasil</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/ambiente-e-o-meio-216-plataforma-digital-disponibiliza-ferramentas-para-apoio-ao-planejamento-urbano-sustentavel/</link>
	<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 16:30:24 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[Neste episódio do programa <a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/ambiente-e-o-meio/">Ambiente é o Meio</a>, o profissional e coordenador geral da UrbVerde Marcel Fantin, docente do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU) da USP, falou sobre o funcionamento da iniciativa ambiental da USP, a <a href="https://urbverde.iau.usp.br/">UrbVerde</a>.

Voltada para o desenvolvimento urbano sustentável, a plataforma disponibiliza mapas e indicadores sobre temas contemporâneos e urgentes, como mudanças climáticas, vegetação urbana, ilhas de calor e acessibilidade a espaços públicos de lazer. A UrbVerde oferece ferramentas, aos governos municipais e à sociedade, que buscam implementar políticas públicas ambientais eficazes.

Além dos mapas, a plataforma oferece materiais educativos e guias para gestores públicos e sociedade civil. A equipe de pesquisadores responsáveis pelo desenvolvimento planeja expandir a iniciativa para todos os municípios do Brasil e estruturar cursos para capacitar estudantes e gestores no uso da plataforma.

Ouça o episódio completo no player acima.

amb]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, o profissional e coordenador geral da UrbVerde Marcel Fantin, docente do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU) da USP, falou sobre o funcionamento da iniciativa ambiental da USP, a UrbVerde.

Voltada p]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[Neste episódio do programa <a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/ambiente-e-o-meio/">Ambiente é o Meio</a>, o profissional e coordenador geral da UrbVerde Marcel Fantin, docente do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU) da USP, falou sobre o funcionamento da iniciativa ambiental da USP, a <a href="https://urbverde.iau.usp.br/">UrbVerde</a>.

Voltada para o desenvolvimento urbano sustentável, a plataforma disponibiliza mapas e indicadores sobre temas contemporâneos e urgentes, como mudanças climáticas, vegetação urbana, ilhas de calor e acessibilidade a espaços públicos de lazer. A UrbVerde oferece ferramentas, aos governos municipais e à sociedade, que buscam implementar políticas públicas ambientais eficazes.

Além dos mapas, a plataforma oferece materiais educativos e guias para gestores públicos e sociedade civil. A equipe de pesquisadores responsáveis pelo desenvolvimento planeja expandir a iniciativa para todos os municípios do Brasil e estruturar cursos para capacitar estudantes e gestores no uso da plataforma.

Ouça o episódio completo no player acima.

amb]]></content:encoded>
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	<itunes:summary><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, o profissional e coordenador geral da UrbVerde Marcel Fantin, docente do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU) da USP, falou sobre o funcionamento da iniciativa ambiental da USP, a UrbVerde.

Voltada para o desenvolvimento urbano sustentável, a plataforma disponibiliza mapas e indicadores sobre temas contemporâneos e urgentes, como mudanças climáticas, vegetação urbana, ilhas de calor e acessibilidade a espaços públicos de lazer. A UrbVerde oferece ferramentas, aos governos municipais e à sociedade, que buscam implementar políticas públicas ambientais eficazes.

Além dos mapas, a plataforma oferece materiais educativos e guias para gestores públicos e sociedade civil. A equipe de pesquisadores responsáveis pelo desenvolvimento planeja expandir a iniciativa para todos os municípios do Brasil e estruturar cursos para capacitar estudantes e gestores no uso da plataforma.

Ouça o episódio completo no player acima.

amb]]></itunes:summary>
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		<title>Ambiente é o Meio #216: UrbVerde quer expandir ferramentas de gestão ambiental para todo o Brasil</title>
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</item>

<item>
	<title>Ambiente é o Meio #215: Agroecologia é resposta à exploração intensiva dos recursos naturais, diz especialista</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/ambiente-e-o-meio-215-agroecologia-e-resposta-a-exploracao-intensiva-dos-recursos-naturais-diz-especialista/</link>
	<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 16:30:30 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[Neste episódio do programa <a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/ambiente-e-o-meio/">Ambiente é o Meio</a>, a geógrafa e pesquisadora Tatiane Cristina Fernandes Basconi, professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), compartilhou um pouco sobre seu estudo relacionado à agroecologia.

Segundo Tatiane, após as pesquisas voltadas às experiências de Karl Marx, estamos vivendo uma ruptura metabólica - conceito desenvolvido por John Bellamy Foster para descrever a quebra na relação entre sociedade e natureza. Agravada pelo capitalismo, essa relação deixa evidente a exploração intensiva dos recursos orientada pela lógica do lucro. Esse processo, argumenta a pesquisadora, desestabiliza os ciclos naturais e aprofunda as crises ambientais.

Em seus estudos, Tatiane destaca a transição agroecológica, processo que se manifesta nos assentamentos da reforma agrária, como uma resposta à crise ecológica e econômica vividas atualmente. Ela destaca que, apesar das contradições, as famílias assentadas apresentam concepções de natureza, riqueza e desenvolvimento que entram em tensão com a lógica capitalista, abrindo caminho para uma possível reconexão metabólica.

Ouça o episódio completo no player acima.]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, a geógrafa e pesquisadora Tatiane Cristina Fernandes Basconi, professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), compartilhou um pouco sobre seu estudo relacionado à agroec]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[Neste episódio do programa <a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/ambiente-e-o-meio/">Ambiente é o Meio</a>, a geógrafa e pesquisadora Tatiane Cristina Fernandes Basconi, professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), compartilhou um pouco sobre seu estudo relacionado à agroecologia.

Segundo Tatiane, após as pesquisas voltadas às experiências de Karl Marx, estamos vivendo uma ruptura metabólica - conceito desenvolvido por John Bellamy Foster para descrever a quebra na relação entre sociedade e natureza. Agravada pelo capitalismo, essa relação deixa evidente a exploração intensiva dos recursos orientada pela lógica do lucro. Esse processo, argumenta a pesquisadora, desestabiliza os ciclos naturais e aprofunda as crises ambientais.

Em seus estudos, Tatiane destaca a transição agroecológica, processo que se manifesta nos assentamentos da reforma agrária, como uma resposta à crise ecológica e econômica vividas atualmente. Ela destaca que, apesar das contradições, as famílias assentadas apresentam concepções de natureza, riqueza e desenvolvimento que entram em tensão com a lógica capitalista, abrindo caminho para uma possível reconexão metabólica.

Ouça o episódio completo no player acima.]]></content:encoded>
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	<itunes:summary><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, a geógrafa e pesquisadora Tatiane Cristina Fernandes Basconi, professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), compartilhou um pouco sobre seu estudo relacionado à agroecologia.

Segundo Tatiane, após as pesquisas voltadas às experiências de Karl Marx, estamos vivendo uma ruptura metabólica - conceito desenvolvido por John Bellamy Foster para descrever a quebra na relação entre sociedade e natureza. Agravada pelo capitalismo, essa relação deixa evidente a exploração intensiva dos recursos orientada pela lógica do lucro. Esse processo, argumenta a pesquisadora, desestabiliza os ciclos naturais e aprofunda as crises ambientais.

Em seus estudos, Tatiane destaca a transição agroecológica, processo que se manifesta nos assentamentos da reforma agrária, como uma resposta à crise ecológica e econômica vividas atualmente. Ela destaca que, apesar das contradições, as famílias assentadas apresentam concepções de natureza, riqueza e desenvolvimento que entram em tensão com a lógica capitalista, abrindo caminho para uma possível reconexão metabólica.

Ouça o episódio completo no player acima.]]></itunes:summary>
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		<title>Ambiente é o Meio #215: Agroecologia é resposta à exploração intensiva dos recursos naturais, diz especialista</title>
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</item>

<item>
	<title>Ambiente é o Meio #214: Segundo especialista, o Brasil é o líder mundial no uso de bioinsumos</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/ambiente-e-o-meio-214-segundo-especialista-o-brasil-e-o-lider-mundial-no-uso-de-bioinsumos/</link>
	<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 16:30:45 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://jornal.usp.br/?post_type=podcast&#038;p=990448</guid>
	<description><![CDATA[Neste episódio do programa <a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/ambiente-e-o-meio/">Ambiente é o Meio</a>, o professor Italo Delalibera Júnior, docente do Departamento de Entomologia e Acarologia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, compartilhou uma análise sobre crescimento do uso de bioinsumos e como são melhores para o meio ambiente.

Segundo o professor Delalibera, o Brasil é o líder mundial no uso de bioinsumos, especialmente em campo aberto e grandes culturas como soja, milho e algodão, algo incomum em outros países onde o uso se concentra em cultivos protegidos ou de alto valor agregado. Mais da metade dos produtores brasileiros utilizam insumos biológicos, uma quantidade significativamente maior do que nos Estados Unidos e na Europa.

O mercado brasileiro de biossistemas cresce a uma taxa de 22% a 25% ao ano, quatro vezes mais rápido que a média global. Esse crescimento se tornou possível devido à modernização da legislação brasileira, que pode acelerar o registro de produtos biológicos para um a dois anos, em comparação com outros países, onde esse prazo chega a sete anos. 

Ouça o episódio completo no player acima.]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, o professor Italo Delalibera Júnior, docente do Departamento de Entomologia e Acarologia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, compartilhou uma análise sobre crescimento do uso de ]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[Neste episódio do programa <a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/ambiente-e-o-meio/">Ambiente é o Meio</a>, o professor Italo Delalibera Júnior, docente do Departamento de Entomologia e Acarologia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, compartilhou uma análise sobre crescimento do uso de bioinsumos e como são melhores para o meio ambiente.

Segundo o professor Delalibera, o Brasil é o líder mundial no uso de bioinsumos, especialmente em campo aberto e grandes culturas como soja, milho e algodão, algo incomum em outros países onde o uso se concentra em cultivos protegidos ou de alto valor agregado. Mais da metade dos produtores brasileiros utilizam insumos biológicos, uma quantidade significativamente maior do que nos Estados Unidos e na Europa.

O mercado brasileiro de biossistemas cresce a uma taxa de 22% a 25% ao ano, quatro vezes mais rápido que a média global. Esse crescimento se tornou possível devido à modernização da legislação brasileira, que pode acelerar o registro de produtos biológicos para um a dois anos, em comparação com outros países, onde esse prazo chega a sete anos. 

Ouça o episódio completo no player acima.]]></content:encoded>
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	<itunes:summary><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, o professor Italo Delalibera Júnior, docente do Departamento de Entomologia e Acarologia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, compartilhou uma análise sobre crescimento do uso de bioinsumos e como são melhores para o meio ambiente.

Segundo o professor Delalibera, o Brasil é o líder mundial no uso de bioinsumos, especialmente em campo aberto e grandes culturas como soja, milho e algodão, algo incomum em outros países onde o uso se concentra em cultivos protegidos ou de alto valor agregado. Mais da metade dos produtores brasileiros utilizam insumos biológicos, uma quantidade significativamente maior do que nos Estados Unidos e na Europa.

O mercado brasileiro de biossistemas cresce a uma taxa de 22% a 25% ao ano, quatro vezes mais rápido que a média global. Esse crescimento se tornou possível devido à modernização da legislação brasileira, que pode acelerar o registro de produtos biológicos para um a dois anos, em comparação com outros países, onde esse prazo chega a sete anos. 

Ouça o episódio completo no player acima.]]></itunes:summary>
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		<title>Ambiente é o Meio #214: Segundo especialista, o Brasil é o líder mundial no uso de bioinsumos</title>
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	<itunes:author><![CDATA[Jornal da USP]]></itunes:author>	<googleplay:image href="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2019/10/podcast_subcanal_ambiente_e_o_meio.jpg"></googleplay:image>
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<item>
	<title>Ambiente é o Meio #213: COP30 apresenta retrocesso em relação à conferência anterior, afirma especialista</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/ambiente-e-o-meio-213-cop-30-apresenta-um-retrocesso-em-relacao-a-conferencia-anterior-afirma-especialista/</link>
	<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 16:30:31 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[Neste episódio do programa <a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/ambiente-e-o-meio/">Ambiente é o Meio</a>, o pesquisador André Felipe Simões, docente do curso de Gestão Ambiental da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, completou a tríade sobre a COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática), realizada em Belém (PA) em novembro do ano passado, compartilhando sua experiência na delegação da conferência.

Para o pesquisador, é necessária extrema cautela ao criticar a COP30 pois, diplomaticamente, foi exitosa, em grande parte devido ao trabalho da delegação brasileira. Os esforços se concentraram em avançar nos processos de financiamento climático, mitigação, enfrentamento do desmatamento em florestas tropicais e na luta pelo phase out dos combustíveis fósseis, ou seja, a luta para que nos afastemos da produção e consumo de combustíveis fósseis.

No entanto, ele apontou que a COP30 não foi bem-sucedida em conter o agravamento da mudança climática, não havendo menção ao afastamento da produção de combustíveis fósseis nos documentos finais, o que representou um retrocesso em relação à COP29.

Ouça o episódio completo no player acima.]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, o pesquisador André Felipe Simões, docente do curso de Gestão Ambiental da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, completou a tríade sobre a COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudança ]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[Neste episódio do programa <a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/ambiente-e-o-meio/">Ambiente é o Meio</a>, o pesquisador André Felipe Simões, docente do curso de Gestão Ambiental da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, completou a tríade sobre a COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática), realizada em Belém (PA) em novembro do ano passado, compartilhando sua experiência na delegação da conferência.

Para o pesquisador, é necessária extrema cautela ao criticar a COP30 pois, diplomaticamente, foi exitosa, em grande parte devido ao trabalho da delegação brasileira. Os esforços se concentraram em avançar nos processos de financiamento climático, mitigação, enfrentamento do desmatamento em florestas tropicais e na luta pelo phase out dos combustíveis fósseis, ou seja, a luta para que nos afastemos da produção e consumo de combustíveis fósseis.

No entanto, ele apontou que a COP30 não foi bem-sucedida em conter o agravamento da mudança climática, não havendo menção ao afastamento da produção de combustíveis fósseis nos documentos finais, o que representou um retrocesso em relação à COP29.

Ouça o episódio completo no player acima.]]></content:encoded>
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	<itunes:summary><![CDATA[Neste episódio do programa Ambiente é o Meio, o pesquisador André Felipe Simões, docente do curso de Gestão Ambiental da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, completou a tríade sobre a COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática), realizada em Belém (PA) em novembro do ano passado, compartilhando sua experiência na delegação da conferência.

Para o pesquisador, é necessária extrema cautela ao criticar a COP30 pois, diplomaticamente, foi exitosa, em grande parte devido ao trabalho da delegação brasileira. Os esforços se concentraram em avançar nos processos de financiamento climático, mitigação, enfrentamento do desmatamento em florestas tropicais e na luta pelo phase out dos combustíveis fósseis, ou seja, a luta para que nos afastemos da produção e consumo de combustíveis fósseis.

No entanto, ele apontou que a COP30 não foi bem-sucedida em conter o agravamento da mudança climática, não havendo menção ao afastamento da produção de combustíveis fósseis nos documentos finais, o que representou um retrocesso em relação à COP29.

Ouça o episódio completo no player acima.]]></itunes:summary>
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		<title>Ambiente é o Meio #213: COP30 apresenta retrocesso em relação à conferência anterior, afirma especialista</title>
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<item>
	<title>Ambiente é o Meio # 212: Brasil reassume protagonismo climático, diz especialista sobre a COP 30</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/ambiente-e-o-meio-212-brasil-reassume-protagonismo-ambiental-e-climatico-segundo-especialista-em-analise-a-cop-30/</link>
	<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 17:06:48 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[Nesta edição do programa <a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/ambiente-e-o-meio/">Ambiente é o Meio</a>, o professor do Instituto de Física da USP, Paulo Artaxo, compartilhou com os ouvintes sua análise da COP 30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática), realizada em Belém (PA) em novembro do ano passado, destacando que a conferência foi marcada por altos e baixos.

Para o professor, conflitos geopolíticos e tensões internacionais enfraqueceram o multilateralismo, dificultando acordos globais mais ambiciosos. Ainda assim, o Brasil retoma um protagonismo nas questões ambientais e climáticas, com forte participação de organizações da sociedade civil e uma presidência considerada eficiente.

Artaxo ainda afirma que as negociações climáticas continuam sofrendo forte influência de interesses econômicos, especialmente da indústria do petróleo, e critica o modelo de governança da <a href="https://brasil.un.org/pt-br">Organização das Nações Unidas (ONU)</a>. Ele alerta que, sem reduzir as emissões, o planeta pode aquecer até 3 °C e critica a defesa da exploração de petróleo na Amazônia, apesar do potencial brasileiro em energias renováveis. 

Ouça o episódio completo no player acima.]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Nesta edição do programa Ambiente é o Meio, o professor do Instituto de Física da USP, Paulo Artaxo, compartilhou com os ouvintes sua análise da COP 30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática), realizada em Belém (PA) em novembro do ano pa]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[Nesta edição do programa <a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/ambiente-e-o-meio/">Ambiente é o Meio</a>, o professor do Instituto de Física da USP, Paulo Artaxo, compartilhou com os ouvintes sua análise da COP 30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática), realizada em Belém (PA) em novembro do ano passado, destacando que a conferência foi marcada por altos e baixos.

Para o professor, conflitos geopolíticos e tensões internacionais enfraqueceram o multilateralismo, dificultando acordos globais mais ambiciosos. Ainda assim, o Brasil retoma um protagonismo nas questões ambientais e climáticas, com forte participação de organizações da sociedade civil e uma presidência considerada eficiente.

Artaxo ainda afirma que as negociações climáticas continuam sofrendo forte influência de interesses econômicos, especialmente da indústria do petróleo, e critica o modelo de governança da <a href="https://brasil.un.org/pt-br">Organização das Nações Unidas (ONU)</a>. Ele alerta que, sem reduzir as emissões, o planeta pode aquecer até 3 °C e critica a defesa da exploração de petróleo na Amazônia, apesar do potencial brasileiro em energias renováveis. 

Ouça o episódio completo no player acima.]]></content:encoded>
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	<itunes:summary><![CDATA[Nesta edição do programa Ambiente é o Meio, o professor do Instituto de Física da USP, Paulo Artaxo, compartilhou com os ouvintes sua análise da COP 30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática), realizada em Belém (PA) em novembro do ano passado, destacando que a conferência foi marcada por altos e baixos.

Para o professor, conflitos geopolíticos e tensões internacionais enfraqueceram o multilateralismo, dificultando acordos globais mais ambiciosos. Ainda assim, o Brasil retoma um protagonismo nas questões ambientais e climáticas, com forte participação de organizações da sociedade civil e uma presidência considerada eficiente.

Artaxo ainda afirma que as negociações climáticas continuam sofrendo forte influência de interesses econômicos, especialmente da indústria do petróleo, e critica o modelo de governança da Organização das Nações Unidas (ONU). Ele alerta que, sem reduzir as emissões, o planeta pode aquecer até 3 °C e critica a defesa da exploração de petróleo na Amazônia, apesar do potencial brasileiro em energias renováveis. 

Ouça o episódio completo no player acima.]]></itunes:summary>
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		<title>Ambiente é o Meio # 212: Brasil reassume protagonismo climático, diz especialista sobre a COP 30</title>
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<item>
	<title>Ambiente é o Meio # 211: COP30 valorizou povos indígenas, avalia especialista</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/ambiente-e-o-meio-211-cop30-valorizou-povos-primitivos-avalia-especialista/</link>
	<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 16:30:22 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[Nesta edição do programa <a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/ambiente-e-o-meio/">Ambiente é o Meio</a>, o  analista sênior de políticas climáticas do <a href="https://www.socioambiental.org/sobre">Instituto Socioambiental (ISA)</a>, Ciro Brito, avaliou a COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática), realizada em Belém (PA) em novembro do ano passado, como positiva, destacando a transição do ciclo de regulamentação do Acordo de Paris para a implementação das metas climáticas.

Para o paraense Ciro Brito, mesmo em um cenário de tensões e fragilidade do multilateralismo, a presidência brasileira conseguiu propor consensos combinados com coalizões de países interessados em avançar em temas específicos. Brito cita ainda a volta das discussões em torno do financiamento climático, com países do Sul Global cobrando maior contribuição dos países ricos.

Ainda segundo Brito, a COP30 ampliou o debate político e social sobre justiça climática e valorizou o papel dos povos indígenas como protetores da floresta. Nesse contexto, ressaltou o protagonismo do atual presidente e da ministra do meio ambiente do Brasil.

Ouça o episódio completo no player acima.]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Nesta edição do programa Ambiente é o Meio, o  analista sênior de políticas climáticas do Instituto Socioambiental (ISA), Ciro Brito, avaliou a COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática), realizada em Belém (PA) em novembro do ano pass]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[Nesta edição do programa <a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/ambiente-e-o-meio/">Ambiente é o Meio</a>, o  analista sênior de políticas climáticas do <a href="https://www.socioambiental.org/sobre">Instituto Socioambiental (ISA)</a>, Ciro Brito, avaliou a COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática), realizada em Belém (PA) em novembro do ano passado, como positiva, destacando a transição do ciclo de regulamentação do Acordo de Paris para a implementação das metas climáticas.

Para o paraense Ciro Brito, mesmo em um cenário de tensões e fragilidade do multilateralismo, a presidência brasileira conseguiu propor consensos combinados com coalizões de países interessados em avançar em temas específicos. Brito cita ainda a volta das discussões em torno do financiamento climático, com países do Sul Global cobrando maior contribuição dos países ricos.

Ainda segundo Brito, a COP30 ampliou o debate político e social sobre justiça climática e valorizou o papel dos povos indígenas como protetores da floresta. Nesse contexto, ressaltou o protagonismo do atual presidente e da ministra do meio ambiente do Brasil.

Ouça o episódio completo no player acima.]]></content:encoded>
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	<itunes:summary><![CDATA[Nesta edição do programa Ambiente é o Meio, o  analista sênior de políticas climáticas do Instituto Socioambiental (ISA), Ciro Brito, avaliou a COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática), realizada em Belém (PA) em novembro do ano passado, como positiva, destacando a transição do ciclo de regulamentação do Acordo de Paris para a implementação das metas climáticas.

Para o paraense Ciro Brito, mesmo em um cenário de tensões e fragilidade do multilateralismo, a presidência brasileira conseguiu propor consensos combinados com coalizões de países interessados em avançar em temas específicos. Brito cita ainda a volta das discussões em torno do financiamento climático, com países do Sul Global cobrando maior contribuição dos países ricos.

Ainda segundo Brito, a COP30 ampliou o debate político e social sobre justiça climática e valorizou o papel dos povos indígenas como protetores da floresta. Nesse contexto, ressaltou o protagonismo do atual presidente e da ministra do meio ambiente do Brasil.

Ouça o episódio completo no player acima.]]></itunes:summary>
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<item>
	<title>Ambiente é o Meio #210: Modelo de energia eólica desafia justiça ambiental</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/ambiente-e-o-meio-210-modelo-de-energia-eolica-desafia-justica-ambiental/</link>
	<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 16:06:46 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://jornal.usp.br/?post_type=podcast&#038;p=980371</guid>
	<description><![CDATA[O programa “Ambiente é o Meio” entrevistou a pesquisadora Maria Albertina Thomaz, advogada especialista em sustentabilidade, sobre os impactos da expansão da energia eólica no litoral do Piauí. Com experiência junto a comunidades de pescadores artesanais, ela destacou que a justiça ambiental — conceito surgido nos Estados Unidos nos anos 1980 — defende a distribuição equilibrada dos benefícios e prejuízos do desenvolvimento, além da participação efetiva das populações afetadas nas decisões.

Apesar de o Nordeste concentrar a maior parte da produção eólica do país, e o Piauí ocupar posição de destaque, a pesquisadora apontou contradições na instalação de grandes empreendimentos em áreas socialmente vulneráveis. Em comunidades como Labirinto e Pedra do Sal, a chegada das torres alterou práticas tradicionais, afetou a pesca, o extrativismo e a produção agrícola, além de gerar impactos como poluição sonora, desmatamento e conflitos fundiários.

Maria Albertina também criticou falhas no licenciamento ambiental e a ausência de consulta prévia às comunidades, conforme prevê a Convenção 169 da OIT. Segundo ela, embora a energia eólica seja de baixo carbono, o modelo atual não pode ser considerado plenamente “limpo” se não houver respeito aos direitos das populações locais e garantia de uma transição energética democrática.]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[O programa “Ambiente é o Meio” entrevistou a pesquisadora Maria Albertina Thomaz, advogada especialista em sustentabilidade, sobre os impactos da expansão da energia eólica no litoral do Piauí. Com experiência junto a comunidades de pescadores artesanais]]></itunes:subtitle>
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<item>
	<title>Ambiente é o Meio #209: Regras ESG no Brasil são fracas, afirma pesquisador</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/ambiente-e-o-meio-209-regras-esg-no-brasil-sao-fracas-afirma-pesquisador/</link>
	<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 16:30:36 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://jornal.usp.br/?post_type=podcast&#038;p=978788</guid>
	<description><![CDATA[O programa <a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/ambiente-e-o-meio/">Ambiente é o Meio</a> desta semana conversa com o pesquisador e advogado Thiago Lopes de Andrade Lima sobre o uso do ESG no mercado financeiro, principalmente quanto à aplicação em atividades potencialmente poluidoras.

Formado em direito ambiental e sustentabilidade pela USP, Lima conta que a sigla ESG — ambiental, social e governança — ganhou projeção internacional em 2004, a partir do relatório <a href="https://documents1.worldbank.org/curated/en/444801491483640669/pdf/113850-BRI-IFC-Breif-whocares-PUBLIC.pdf">Who Cares Wins</a>, do Pacto Global da ONU em parceria com o Banco Mundial. Segundo ele, a proposta era de que empresas mais responsáveis tenderiam a ser mais rentáveis no longo prazo.

O que o pesquisador encontrou em seus estudos foi a falta de métricas científicas claras para definir o que, de fato, é ESG. Lima faz distinção entre sustentabilidade fraca - admite a substituição do capital natural por outros tipos de capital - e sustentabilidade forte - reconhece os limites planetários e atribui valor intrínseco à natureza. Ao analisar as normas brasileiras, concluiu que elas se alinham mais à primeira visão e carecem de base científica, o que compromete sua capacidade de promover transformações reais.

No contexto nacional, o pesquisador vê regras de ESG formuladas pelo Banco Central do Brasil e pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), cujo foco principal é a estabilidade econômica e a mitigação de riscos financeiros, o que abre espaço para o que chama de “greenwashing culposo” ou financiamentos formalmente regulares, mas distantes dos critérios científicos de sustentabilidade. Na prática, afirma, a lógica da materialidade financeira ainda prevalece sobre os riscos socioambientais.

Ao comparar o Brasil com o exterior, Lima encontra maior maturidade regulatória nos organismos europeus que apresentam mandatos “mais propositivos e a exigência de dupla materialidade”, o que quer dizer que avaliam não somente o impacto financeiro sobre a empresa, mas também “o impacto da empresa sobre a sociedade e o meio ambiente”.

Para avançar, o Brasil deveria apresentar relatórios financeiros mais transparentes, revelando “não apenas os investimentos sustentáveis, mas também as emissões financiadas em atividades poluentes, além da incorporação explícita de critérios científicos nas normas”. Para ele, ciência e academia seguem sendo forças centrais para alinhar desenvolvimento econômico, justiça social e proteção ambiental.]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[O programa Ambiente é o Meio desta semana conversa com o pesquisador e advogado Thiago Lopes de Andrade Lima sobre o uso do ESG no mercado financeiro, principalmente quanto à aplicação em atividades potencialmente poluidoras.

Formado em direito ambien]]></itunes:subtitle>
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		<title>Ambiente é o Meio #209: Regras ESG no Brasil são fracas, afirma pesquisador</title>
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<item>
	<title>Ambiente é o Meio #208: Mercado de economia verde para o Cerrado pode trazer riscos ambientais</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/ambiente-e-o-meio-208-mercado-de-economia-verde-para-o-cerrado-pode-trazer-riscos-ambientais/</link>
	<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 16:30:18 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://jornal.usp.br/?post_type=podcast&#038;p=977511</guid>
	<description><![CDATA[O programa <a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/ambiente-e-o-meio/">Ambiente é o Meio</a> desta semana entrevistou Bruno Bassi, do Observatório do Agronegócio no Brasil De Olho nos Ruralistas, para discutir a COP 30, o <em>lobby</em> empresarial e os créditos de carbono ligados a plantios de eucalipto no Cerrado.

Bassi conta que o Observatório articula pesquisa acadêmica e jornalismo investigativo para analisar a atuação de empresas e setores econômicos; e que um relatório recente, lançado antes da COP 30, mapeou o lobby de grandes empresas, incluindo o Banco BTG Pactual, no contexto da chamada “economia verde”.

A investigação, segundo ele, incide sobre os projetos ambientais do BTG, especialmente acordos com Meta, Microsoft, IKEA e Apple para a compra de créditos de remoção de carbono associados a áreas no Cerrado do Mato Grosso do Sul. Embora o banco anuncie grandes áreas de restauração, parte significativa dos projetos permite o uso de monoculturas de eucalipto ou pinus, o que gera controvérsia científica. Pesquisadores alertam para riscos ambientais, como alto consumo de água, uso de agrotóxicos e impactos sobre a biodiversidade.

Durante a entrevista, Bassi questionou a lógica da compensação de carbono, que permite às empresas continuarem a emitir gases de efeito estufa enquanto compram créditos, sem enfrentar a redução real de emissões ou a perda de biodiversidade. Ainda segundo Bassi, esse modelo favorece interesses do agronegócio e do setor financeiro, marginalizando comunidades tradicionais e abrindo espaço para fraudes e conflitos territoriais.

Ele defendeu maior regulação estatal, transparência nos contratos e debate público envolvendo cientistas e comunidades afetadas, além de anunciar novos conteúdos do Observatório sobre a atuação de <em>lobbies</em> no Brasil.]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[O programa Ambiente é o Meio desta semana entrevistou Bruno Bassi, do Observatório do Agronegócio no Brasil De Olho nos Ruralistas, para discutir a COP 30, o lobby empresarial e os créditos de carbono ligados a plantios de eucalipto no Cerrado.

Bassi ]]></itunes:subtitle>
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		<title>Ambiente é o Meio #208: Mercado de economia verde para o Cerrado pode trazer riscos ambientais</title>
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	<title>Ambiente é o Meio #207: Indústria da moda oferece pouca informação sobre seus impactos ambientais e sociais</title>
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	<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 17:01:23 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[O primeiro podcast 2026 do <a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/ambiente-e-o-meio/">Ambiente é o Meio</a> conversou com Isabella Luglio, gerente de Pesquisa do Fashion Revolution Brasil, para discutir os impactos socioambientais da indústria da moda. A conversa abordou a falta de comprometimento do setor com a sustentabilidade e destacou a importância da transparência como instrumento de mudança.

Formada em design de moda, Isabella conta que direcionou sua carreira para a pesquisa e o ativismo ao perceber as contradições do modelo tradicional da indústria. Ela integra o Fashion Revolution Brasil, organização que faz parte de um movimento global criado em 2013 após o desabamento de um prédio de confecções em Bangladesh, tragédia que revelou graves violações trabalhistas na cadeia produtiva da moda.

A entrevistada ressaltou que a moda está entre as indústrias mais poluentes do mundo devido ao uso intensivo de água, produtos químicos, fibras sintéticas derivadas do petróleo e à lógica acelerada de produção, atualmente marcada pelo ultra fast fashion. Esse modelo amplia a exploração de recursos naturais finitos e a geração de impactos ambientais.

Nesse contexto, Isabella comenta o Índice de Transparência da Moda Brasil, pesquisa que avalia grandes marcas a partir de informações públicas sobre clima e sustentabilidade. Segundo a pesquisadora, esses dados mostram baixos níveis de transparência, com média de 24% entre as empresas analisadas, indicando que a maioria ainda divulga poucas informações sobre seus impactos ambientais e sociais.

A entrevista também destacou desafios específicos do Brasil, como o desmatamento associado à produção de couro e algodão, além da precarização do trabalho na indústria da moda. Por fim, Isabella enfatizou o papel das políticas públicas e dos consumidores na pressão por mudanças e defendeu a valorização de práticas sustentáveis já existentes em comunidades tradicionais e periféricas como caminhos para a construção de uma moda mais justa e responsável.

Ouça o episódio completo no player acima.]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[O primeiro podcast 2026 do Ambiente é o Meio conversou com Isabella Luglio, gerente de Pesquisa do Fashion Revolution Brasil, para discutir os impactos socioambientais da indústria da moda. A conversa abordou a falta de comprometimento do setor com a sus]]></itunes:subtitle>
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	<title>Ambiente é o Meio #206: Visão afetiva pode ajudar na preservação amazônica</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/ambiente-e-o-meio-206-visao-afetiva-pode-ajudar-na-preservacao-ambiental-e-historica/</link>
	<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 16:30:30 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[O <a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/ambiente-e-o-meio/">Ambiente é o Meio</a> desta semana recebe a arqueóloga Ana Caroline Souza Arapium, pesquisadora do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, para falar sobre seus estudos em um sambaqui (montes de conchas, ossos e restos de animais feitos em épocas pré-históricas) do Baixo Amazonas. 

Além de suas pesquisas em zooarqueologia (estuda restos de animais), Ana Caroline fala de origens indígenas e sua trajetória profissional, lembrando que começou cedo, aos 10 anos de idade, em um programa de rádio chamado “A Hora do Chibé” em que contava histórias ancestrais do Baixo Amazonas. 

A arqueóloga destaca a importância de pesquisadores indígenas, como ela, na reconstrução e valorização das memórias de seus antepassados, trazendo uma perspectiva interna e afetiva para a ciência. Ana Caroline acredita que seu trabalho abre portas para outros jovens indígenas na ciência.

Atualmente, seu estudo é centrado na zooarqueologia, pesquisando um local específico da Ponta do Jauari, no estado do Pará. Trata-se de um sítio arqueológico que fica submerso seis meses por ano, no qual ela trabalha materiais faunísticos, como os peixes, para entender a relação dos povos originários com a pesca, sua alimentação e métodos de pesca. Ana Caroline conta que compara seus achados com crônicas de viajantes e naturalistas e outros conhecimentos de cientistas indígenas sobre o tema.

A pesquisadora afirma que o sambaqui Ponta do Jauari data do Holoceno Tardio (era geológica mais atual), com datações que se aproximam do período de contato com os europeus. Mas, diz que o sítio está ameaçado pelo avanço da agropecuária. Assim sua luta hoje compreende usar a arqueologia e as leis de preservação do patrimônio para proteger territórios ancestrais amazônicos.

Ouça o episódio completo no player acima.]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[O Ambiente é o Meio desta semana recebe a arqueóloga Ana Caroline Souza Arapium, pesquisadora do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, para falar sobre seus estudos em um sambaqui (montes de conchas, ossos e restos de animais feitos em épocas pré-hist]]></itunes:subtitle>
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	<title>Ambiente é o Meio #205: Catadores são os principais responsáveis pela reciclagem no Brasil</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/ambiente-e-o-meio-205-catadores-sao-os-principais-responsaveis-pela-reciclagem-no-brasil/</link>
	<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 16:30:56 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[O <a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/ambiente-e-o-meio/">Ambiente é o Meio</a> desta semana recebe a engenheira ambiental Ana Maria Rodrigues Costa de Castro para conversar sobre o papel dos catadores de recicláveis na economia e no meio ambiente. Ana Maria, que é especialista em Engenharia Hidráulica e Saneamento e atua junto ao Núcleo de Estudo e Pesquisa em Resíduos Sólidos (Neper) da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, afirma que, embora o Brasil seja campeão mundial na reciclagem de latinhas de alumínio, apresenta baixa reciclagem total de resíduos sólidos, estimada em cerca de 4% apenas.

Nesse contexto, enfatiza a pesquisadora, temos que os catadores de recicláveis são os principais responsáveis pela reciclagem no País, mesmo atuando de maneira informal e com poucos dados governamentais sobre sua atuação, situação que se repete em muitos outros países, que até negam a existência desses profissionais.

Em seu doutorado, Ana Maria investigou a possibilidade de integração desses profissionais à economia brasileira. A revisão sistemática da literatura que realizou mostra que o Brasil é o país mais avançado em termos de pesquisas e práticas de integração de catadores. Já os resultados de seu estudo propõem uma nova definição de integração e de reconhecimento profissional, através de pagamentos pelos serviços realizados à sociedade com garantia de infraestrutura adequada para o exercício das atividades.

No Brasil, continua Ana Maria, a catação é uma profissão reconhecida por lei e os catadores já participam da construção de políticas públicas como a <a href="https://www.gov.br/mdic/pt-br/assuntos/enec/plano-nacional/plano-nacional-de-economia-circular-2025-2013-2034_03-06-2025.pdf">Política Nacional de Economia Circular</a>; no entanto, muitas práticas de integração estão em ênfase inicial e a implementação das leis ainda representam um desafio.

As demandas dos catadores, informa a pesquisadora, também variam entre os organizados em cooperativas e associações e os autônomos. Enquanto os grupos organizados buscam contratos com Prefeituras por pagamentos justos e de renovação anual, os autônomos desejam ser incluídos em programas sem serem forçados a entrar em cooperativas.

Como exemplos de iniciativas bem-sucedidas, Ana Maria cita o Bolsa Reciclagem de Minas Gerais (remunera catadores pelo serviço) e a <a href="https://www.instagram.com/p/C6Q55eurXcK/">Universidade de e para Catadores e Catadoras</a> (Unicata).

Ouça o episódio completo no player acima.]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[O Ambiente é o Meio desta semana recebe a engenheira ambiental Ana Maria Rodrigues Costa de Castro para conversar sobre o papel dos catadores de recicláveis na economia e no meio ambiente. Ana Maria, que é especialista em Engenharia Hidráulica e Saneamen]]></itunes:subtitle>
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	<title>Ambiente é o Meio #204: Acesso ao saneamento é considerado marcador de desigualdade</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/ambiente-e-o-meio-204-acesso-ao-saneamento-e-considerado-marcador-de-desigualdade/</link>
	<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 16:30:30 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[esta semana, o Ambiente é o Meio recebe o professor Leo Heller, da Universidade Federal de Minas Gerais, ex-Relator Especial para os Direitos Humanos à Água e ao Saneamento (DHAS) das Nações Unidas e pesquisador do Instituto René Rachou da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para falar sobre os direitos humanos à água e ao saneamento.

Heller explica que a água e o saneamento básico passaram a ser considerados direitos humanos pela Organização das Nações Unidas (ONU) apenas em 2010, mesmo que especialistas na área já os considerassem há muito tempo. O pesquisador afirma também que o saneamento é um importante marcador de desigualdade, pois quem não tem acesso, no Brasil, são: populações rurais; povos tradicionais, indígenas e quilombolas; pessoas que vivem em assentamentos nos grandes centros urbanos e pessoas de cidades pequenas.

Outro ponto mencionado pelo pesquisador é que ninguém pode ter o acesso ao sistema de água ou esgoto limitado pela incapacidade de pagamento; além de ser proibido o corte da água das casas daqueles que não tenham meios para pagar pela conta.

Sobre a questão da privatização do sistema de água e saneamento, Heller diz que os governos e empresas não abrem espaço para escutar a população afetada por essa ação. Para o pesquisador, a privatização representa um risco aos direitos humanos que ocorre por vários fatores e cita dois: o aumento das tarifas para a população e o aumento da exclusão, já que as empresas relutam quanto aos investimentos em áreas de baixa atratividade econômica.

Ouça o episódio completo no player acima.]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[esta semana, o Ambiente é o Meio recebe o professor Leo Heller, da Universidade Federal de Minas Gerais, ex-Relator Especial para os Direitos Humanos à Água e ao Saneamento (DHAS) das Nações Unidas e pesquisador do Instituto René Rachou da Fundação Oswal]]></itunes:subtitle>
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	<title>Ambiente é o Meio #203: Amontoados de conchas permitem estudo da biodiversidade brasileira</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/ambiente-e-o-meio-203-amontoados-de-conchas-permitem-estudo-da-biodiversidade-brasileira/</link>
	<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 16:30:06 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[esta semana, o <a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/ambiente-e-o-meio/">Ambiente é o Meio</a> recebe Gabriela Prestes Carneiro, historiadora e pesquisadora do Museu Nacional de História Natural de Paris, para falar sobre a presença de sambaquis na Amazônia.

Gabriela explica que sambaquis são monumentos feitos de conchas construídos por populações humanas há cerca de 3 mil anos e, no Brasil, encontrados principalmente no litoral, no norte da Amazônia e no interior do País. A pesquisadora diz ainda que sambaqui significa conchas amontoadas, em tupi. Esses monumentos, segundo Gabriela, desempenharam diferentes funções ao longo do tempo, servindo, por exemplo, de cemitérios e moradias.

A pesquisadora destaca que os sambaquis permitem o estudo da biodiversidade e mudanças do ambiente ao longo do tempo: “Por serem feitos de conchas, formam um contexto ideal de conservação”. Dentro dessas construções, continua, é possível identificar fibras, sementes, espinhos e escamas de peixes, e até mesmo remanescentes humanos conservados.

Apesar de não serem mais construídos no Brasil, Gabriela afirma que em países como Guiné-Bissau e Senegal, os sambaquis ainda fazem parte da cultura. A pesquisadora conta que, no Senegal, algumas populações enterram seus mortos nesses monumentos formados por conchas.

Ouça o episódio completo no player acima.]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[esta semana, o Ambiente é o Meio recebe Gabriela Prestes Carneiro, historiadora e pesquisadora do Museu Nacional de História Natural de Paris, para falar sobre a presença de sambaquis na Amazônia.

Gabriela explica que sambaquis são monumentos feitos d]]></itunes:subtitle>
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	<title>Ambiente é o Meio #200: Arquitetura hostil limita permanência de pessoas em locais públicos ou privados</title>
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	<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 16:30:30 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[esta semana, o Ambiente é o Meio recebe o professor Jeferson Cristiano Tavares, do Instituto de Arquitetura e Urbanismo de São Carlos (IAUSC) da USP, para falar sobre arquitetura hostil.

De acordo com o professor, a arquitetura hostil designa ações ou iniciativas, públicas ou privadas, voltadas à transformação de espaços urbanos ocupados por pessoas em situação de vulnerabilidade, com o objetivo de inibir sua permanência nesses locais. Um exemplo disso, segundo Tavares, é cimentar pedras embaixo de viadutos, colocar grades em canteiros, e até mesmo bancos de praça que delimitam o local para as pessoas sentarem.

Tavares explica que as maiores vítimas da arquitetura hostil são pessoas em situação de vulnerabilidade social e econômica, e afirma que isso não é uma escolha, mas é o que restou para essas pessoas, pois terra e moradia são caras.

O professor ainda menciona a Lei nº 14.489/2022, conhecida como Lei Padre Júlio Lancellotti. Com aplicabilidade direta, a lei proíbe a arquitetura hostil e dá argumentos para evitar que ela continue acontecendo e se torne uma política pública.

Ouça o episódio completo no player acima.]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[esta semana, o Ambiente é o Meio recebe o professor Jeferson Cristiano Tavares, do Instituto de Arquitetura e Urbanismo de São Carlos (IAUSC) da USP, para falar sobre arquitetura hostil.

De acordo com o professor, a arquitetura hostil designa ações ou]]></itunes:subtitle>
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<item>
	<title>Ambiente é o Meio #199: Plantar árvores é algo positivo, mas não é suficiente para restaurar a Mata Atlântica, dizem especialistas</title>
	<link>https://jornal.usp.br/podcast/ambiente-e-o-meio-199-plantar-arvores-e-algo-positivo-mas-nao-e-suficiente-para-restaurar-a-mata-atlantica-dizem-especialistas/</link>
	<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 16:30:03 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Jornal da USP]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[esta semana, o <a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/ambiente-e-o-meio/">Ambiente é o Meio</a> recebe as biólogas Débora Cristina Rother, coordenadora do Laboratório de Conservação e Restauração Ecológica (Lacre) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e Carine Emer, pesquisadora do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ) e do Instituto Juruá, no Amazonas.

As biólogas afirmam que hoje resta entre 12% e 18% da vegetação original da Mata Atlântica, uma situação crítica, pois mostra a perda contínua de florestas maduras, mesmo com o ganho de vegetação jovem. Débora e Carine destacam que, apesar de plantar árvores ser algo positivo, não é suficiente para restaurar a Mata Atlântica. 

Essas informações fazem parte de um estudo realizado pelas pesquisadoras, que utilizaram um banco de dados a partir de amostras da região de Batatais (SP), em que o cultivo de cana-de-açúcar é predominante. O estudo teve como objetivo entender como áreas restauradas integram-se na paisagem e como as espécies se distribuem, análise feita a partir da teoria de redes ecológicas, segundo Carine.

Os resultados obtidos pelas pesquisadoras revelam que as áreas em restauração ainda não estão totalmente integradas à rede ecológica da paisagem. Também apontam diferenças entre as espécies que estão se regenerando naturalmente e aquelas que foram plantadas, o que indica que as mudas surgidas espontaneamente vêm de outras áreas. Isso sugere que as sementes estão sendo dispersas por animais, como aves e morcegos, um sinal considerado positivo por Débora. Ainda assim, a diversidade observada permanece inferior à da vegetação original.

Ouça o episódio completo no player acima.]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[esta semana, o Ambiente é o Meio recebe as biólogas Débora Cristina Rother, coordenadora do Laboratório de Conservação e Restauração Ecológica (Lacre) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e Carine Emer, pesquisadora do Instituto de Pesquisas J]]></itunes:subtitle>
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		<title>Ambiente é o Meio #199: Plantar árvores é algo positivo, mas não é suficiente para restaurar a Mata Atlântica, dizem especialistas</title>
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	<itunes:author><![CDATA[Jornal da USP]]></itunes:author>	<googleplay:image href="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2019/10/podcast_subcanal_ambiente_e_o_meio.jpg"></googleplay:image>
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