Treno e epinício são outras espécies de poesia mélica

Formas poéticas são utilizadas para a consolação dos ouvintes e a celebração dos vencedores dos jogos atléticos

 Publicado: 06/10/2021

Assista no link abaixo ao vídeo Espécies de Mélica II: Treno e Epinício, da série Estudos Clássicos em Dia, produzida pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.

 

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O treno é uma espécie de poesia mélica – gênero poético desenvolvido na Grécia antiga – voltada para a consolação dos ouvintes. Um dos seus temas mais recorrentes é a natureza humana, incluindo a experiência da morte. O principal nome do treno é o poeta Simônides (556 a.C.–468 a.C.), que considera um consolo o fato de que a morte atinge a todos, sem distinção. Já o epinício, outra espécie de mélica, está relacionado com os jogos atléticos – entre eles os famosos Jogos Olímpicos. Esse tipo de poema era utilizado para celebrar os atletas vencedores das competições. O poeta Píndaro (522 a.C.–443 a.C.) se tornou um dos maiores autores de epinícios.

O treno e o epinício foram explicados pela professora Giuliana Ragusa, do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, em mais um episódio da série de vídeos Estudos Clássicos em Dia, produzida pela FFLCH.

Assista no link acima ao vídeo Espécies de Mélica II: Treno e Epinício, com a professora Giuliana Ragusa.


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