Schnaiderman dedicou a vida à cultura russa no Brasil

Reportagem especial do Jornal da USP mostra as contribuições do professor e tradutor para a cultura e a educação brasileira

Por - Editorias: Cultura
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Foto: Projeto Memória USP
Boris Schnaiderman. Foto: Projeto Memória USP

O professor aposentado da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP Boris Schnaiderman, que morreu no dia 18 de maio, aos 99 anos, foi o maior difusor da cultura russa no Brasil. Em sua longa trajetória acadêmica, como fundador e professor do curso de Língua e Literatura Russa da USP e como tradutor de escritores como Tolstói, Dostoiévski e Maiakovski, ele deu ao público brasileiro acesso às maiores produções literárias da Rússia.

Nesta reportagem especial, o Jornal da USP mostra um pouco da vasta atividade de Schnaiderman e a repercussão de sua morte. Colegas de academia e amigos do professor – como as professoras Aurora Bernardini e Arlete Cavaliere – destacam a sua importância para a educação e a cultura brasileira.

A Revista USP publicou a última tradução do professor em vida – o poema Festim em Tempo de Peste, de Alexander S. Púschkin (1799-1837) – e a Rádio USP, em 1985, apresentou programa em que Schnaiderman fez a leitura, no original russo, de poemas de Marina Tsvetáieva (1892-1941) e Vladimir Maiakovski (1893-1930). Em 2013, o documentário O Pracinha de Odessa, produzido na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e dirigido por Luis Felipe Labaki, exibe Schnaiderman refletindo sobre sua vida e obra. E ainda: o ensaísta Jacó Guinsburg, diretor-presidente da Editora Perspectiva, escreve artigo lamentando a morte do amigo.

 

Leia abaixo o especial do Jornal da USP sobre Boris Schnaiderman.

Morre Boris Schnaiderman, pioneiro da difusão da cultura russa no Brasil

Leia a última tradução publicada de Boris Schnaiderman

Schnaiderman recita Marina Tsvetáieva e Maiakovski

Documentário mostra a vida e a obra de Schnaiderman

Quando se sai fora do tempo – Boris Schnaiderman

 

 

 

 

 

 

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