Orquestra de Câmara da USP faz três concertos nesta semana

Apresentações acontecem nos dias 7, 8 e 9 de junho na USP, no Auditório Ibirapuera e no Instituto Tomie Ohtake

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A Orquestra de Câmara (Ocam) da USP, que nesta semana faz concertos no Centro de Difusão Internacional da USP, no Auditório Ibirapuera e no Instituto Tomie Ohtake – Foto: Maristela Martins

A Orquestra de Câmara (Ocam) da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP realiza três concertos nos dias 7, 8 e 9 de junho, no Centro de Difusão Internacional (CDI) da USP, no Auditório Ibirapuera Oscar Niemeyer e no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, respectivamente.

No dia 7 de junho, a Ocam, sob regência do maestro Gil Jardim, leva ao público Sinfonia nº3 em Lá menor, Op. 56, “Escocesa”, de Felix Mendelssohn; e nos dias 8 e 9 de junho, além da obra de de Mendelsson executa.o Concerto para Sete Sopros, Tímpanos, Percussão e Cordas, de Frank Martin.

O maestro será acompanhado pelos professores do Departamento de Música da ECA, Antônio Carlos Carrasqueira (flauta), Alexandre Ficarelli (oboé), Luis Afonso Montanha (clarinete), Fábio Cury (fagote), Donizeti Fonseca (trombone) e Ricardo Bologna (tímpanos), bem como Vitor Ferreira (trompa) e Amarildo Nascimento (trompete), ambos da Orquestra Sinfônica da USP.

O responsável pela regência dos concertos é o maestro Gil Jardim, diretor artístico da Orquestra de Câmara (Ocam) e professor do Departamento de Música da ECA – Foto: Marcelo Macaue

Para Gil Jardim, diretor artístico da Ocam e docente do Departamento de Música da ECA, a escolha de uma composição de Frank Martin “se alinha com as várias tendências que procuraram alternativas inovadoras no início do século passado”. Já a música produzida por Felix Mendelssohn, oferece “a oportunidade de desvendar a beleza e as nuances do pensamento estético do romantismo europeu”.

O concerto de 9 de junho vai encerrar a mostra Alucinações Parciais – Exposição-Escola com Obras-Primas Modernas do Brasil e da Coleção do Centre Pompidou, realizada pelo Instituto Tomie Ohtake, com a exibição de quadros de artistas modernistas de vários países, provocando um diálogo entre os movimentos brasileiro e estrangeiro. 

Os 23 anos da Ocam

Em 2018, a Ocam comemora 23 anos de existência e o sentimento que define a orquestra atualmente, segundo Gil Jardim, se reflete em sua programação, “um dos pontos de destaque dentro do conjunto de qualidades que caracterizam o perfil de trabalho do grupo”.

Ainda segundo ele, “a diversidade e a reinvenção da Ocam estão presentes de forma orgânica em todas as temporadas. O sentimento que os jovens da Ocam levam para o palco nesse programa é o de desvendar a música arrojada de Frank Martin, juntamente com 8 ‘craques’ profissionais, oferecendo ao público algo raro de se ver e ouvir”.

No repertório estão composições de Frank Martin e Felix Mendelssohn (acima, em retrato pintado por Eduard Magnus) – Foto: Wikimedia Commons – Foto: Wikimedia Commons

A apresentação do dia 7 de junho é gratuita e acontece às 12h30, no auditório do CDI, localizado na Avenida Professor Lúcio Martins Rodrigues, s/nº (em frente ao prédio da ECA), na Cidade Universitária, no bairro do Butantã. Informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 3091-3121.

Já o concerto o dia 8 acontece às 21h, no Auditório Ibirapuera Oscar Niemeyer, que fica na Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n°, com entrada pelo portão 2 do Parque Ibirapuera. Os ingressos custam entre R$15 e R$ 30 e podem ser obtidos pelo site www.ingressorapido.com.br. Para mais informações, entre em contato pelo (11) 3629-1075.

Finalmente, a apresentação de 9 de junho será no Grande Hall do Instituto Tomie Ohtake, às 17 horas, com entrada gratuita. Os ingressos deverão ser retirados no próprio Instituto, 30 minutos antes do evento. O Instituto Tomie Ohtake fica na Rua Coropés, nº 88, em Pinheiros. As informações podem ser obtidas pelo (11) 2245-1900.

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