Redes sociais prestam desserviço com campanhas antivacinação

Por causa desse tipo de campanha, doenças antes controladas e que estavam desaparecidas estão voltando

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Paulo Saldiva, no Saúde e Meio Ambiente, fala sobre vacinas e saúde infantil. Segundo ele, há algum tempo foi feita uma campanha antivacinação via redes sociais, apregoando que as vacinas causam efeitos prejudiciais à saúde e fazem parte de um plano de enriquecimento dos laboratórios farmacêuticos e companhias que produzem vacinas. “Essa anticampanha pegou e as doenças que estavam controladas, como sarampo e caxumba, que tinham desaparecido, estão voltando”, observa.

As vacinas produzidas para esse tipo de doença são compostas do vírus morto, sem capacidade de produzir a doença. Saldiva comenta que, em alguns casos, a pessoa vacinada pode ter um pouco de febre, que é uma resposta inflamatória, ou seja, um sinal de que a vacina “pegou”. “Vale lembrar que sarampo mata. A taxa de mortalidade é alta. No Brasil, temos o privilégio de ter vacina gratuita e disponível na rede pública. Vamos aproveitar essa oportunidade.”

Ouça, no link acima, a íntegra da coluna Saúde e Meio Ambiente.

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