Executivos negros: mesmo após conquistas, desigualdade racial persiste

Em vídeo, sociólogo fala de pesquisa de sua autoria sobre o tema, enquanto profissionais negros de diferentes gerações contam suas experiências

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Ilustração: Caio Vinícius Bonifácio

Escutar piadas racistas no hall do elevador de trabalho era uma situação possível para um executivo negro em uma época tão próxima como a década de 1970. Comum também era que todos rissem, e que o alvo da discriminação, apesar de se constranger, se sentisse impotente para fazer algo a respeito. É sobre o racismo no ambiente empresarial  – e a falta de medidas práticas para combatê-lo  – que trata o livro Executivos Negros: Racismo e Diversidade no Mundo Empresarial, de Pedro Jaime de Coêlho Júnior.

Na série de vídeos a seguir, o sociólogo e autor de estudo sobre o tema fala da pesquisa, enquanto profissionais negros de diferentes gerações contam suas experiências no mercado de trabalho.

Executivos negros: ascensão profissional e racismo em 1970

O sociólogo Pedro Jaime, autor de tese e livro sobre o tema, investigou como o contexto social e político da década de 1970 afetou a construção da carreira profissional de um grupo que ele categorizou como “a primeira geração de executivos negros” no mundo empresarial.

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Executivos negros: desigualdade racial ainda persiste no século 21

Com a regulamentação da lei que define crimes de racismo e a valorização da diversidade, o ambiente empresarial tem um salto de qualidade nos anos 2000, quando ingressa no mercado de trabalho a chamada “segunda geração de executivos negros”.

 

 

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Mais informações: e-mail pedrojaime@usp.br, com Pedro Jaime

 

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